O bairro do Leme, na Zona Sul do Rio, já foi um balneário tranquilo, ensolarado, familiar, turístico, arborizado, com bons bares, hotéis, restaurantes, enfim, um dos melhores locais para se viver ou passar as férias. Mas desde a década de 80, a esquerda, acreditando na estratégia do "quanto pior, melhor", decidiu acabar com o bairro, aos poucos. Decretou que o Leme é "um dos reduto das burguesia". Primeiro, o PDT de Brizola incentivou o crescimento de favelas locais (Babilônia e no Chapéu Mangueira), provocando desvalorização dos imóveis.
Ao mesmo tempo, a esquerda incentivou o consumo de drogas no chamado "calçadão" (onde geralmente se reune a garotada). E, ainda, reduziu o policiamento no bairro, para a festa dos assaltantes e pivetes. O PDT ainda por cima justificava a ausência de polícia, dizendo que crime era "um problema social" e que não podia fazer nada. Quando o PDT começou a perder o ibope junto à população, eles deram um jeito de “plantar” um sucessor disfarçado, Cesar Maia, que se apresentou como “arauto da ordem” para enganar os otários. No governo de Cesar Maia, Babilônia e no Chapéu Mangueira cresceram mais ainda. Moradores cercados por aquelas favelas tentaram vender seus bons imóveis, mas constataram que o valor oferecido era bem abaixo do valor real.
Não satisfeita, a esquerdopatia decidiu plantar um célula comunista no bairro, disfarçada de “associação de moradores”, o S.O.S. Leme:
Ao mesmo tempo, a esquerda incentivou o consumo de drogas no chamado "calçadão" (onde geralmente se reune a garotada). E, ainda, reduziu o policiamento no bairro, para a festa dos assaltantes e pivetes. O PDT ainda por cima justificava a ausência de polícia, dizendo que crime era "um problema social" e que não podia fazer nada. Quando o PDT começou a perder o ibope junto à população, eles deram um jeito de “plantar” um sucessor disfarçado, Cesar Maia, que se apresentou como “arauto da ordem” para enganar os otários. No governo de Cesar Maia, Babilônia e no Chapéu Mangueira cresceram mais ainda. Moradores cercados por aquelas favelas tentaram vender seus bons imóveis, mas constataram que o valor oferecido era bem abaixo do valor real.
Não satisfeita, a esquerdopatia decidiu plantar um célula comunista no bairro, disfarçada de “associação de moradores”, o S.O.S. Leme:
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