Militares não querem saber de "Luto Oficial" em caso de morte de Fidel
Começa a circular no bombardeio diário de e-mails nas casernas das três forças, uma advertência clara ao governo de que os militares não vão aderir a um eventual "Luto Oficial" pela morte do ditador-presidente de Cuba, Fidel Castro. Os oficiais do Exército, Marinha e Aeronáutica já avisaram que promoverão uma "desobediência militar" nos quartéis, caso sejam obrigados a hastear a bandeira do Brasil a meio pau, em memória de Fidel. Manifestações contra a ditadura cubana e pela imediata abertura política e econômica, já foram programadas em vários Estados do Brasil. O movimento é estimulado por oficiais da reserva, que trocam e-mails sem parar entre si. A possibilidade de prisões é encarada como um desafio político a ser enfrentado. Os militares que participam do movimento acham que a única diferença entre Castro e Pinochet é que um ainda está vivo. Castro é considerado um ditador totalitário que se eternizou durante 40 anos em Cuba e que garantiu sua linha familiar sucessória, trazendo para seu País o mesmo gênero de deformação política posto em prática na Coréia do Norte.
Começa a circular no bombardeio diário de e-mails nas casernas das três forças, uma advertência clara ao governo de que os militares não vão aderir a um eventual "Luto Oficial" pela morte do ditador-presidente de Cuba, Fidel Castro. Os oficiais do Exército, Marinha e Aeronáutica já avisaram que promoverão uma "desobediência militar" nos quartéis, caso sejam obrigados a hastear a bandeira do Brasil a meio pau, em memória de Fidel. Manifestações contra a ditadura cubana e pela imediata abertura política e econômica, já foram programadas em vários Estados do Brasil. O movimento é estimulado por oficiais da reserva, que trocam e-mails sem parar entre si. A possibilidade de prisões é encarada como um desafio político a ser enfrentado. Os militares que participam do movimento acham que a única diferença entre Castro e Pinochet é que um ainda está vivo. Castro é considerado um ditador totalitário que se eternizou durante 40 anos em Cuba e que garantiu sua linha familiar sucessória, trazendo para seu País o mesmo gênero de deformação política posto em prática na Coréia do Norte.