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classe exclusiva para militantes em faculdade

Iniciado por mari_2 em 30/03/2010 · 2 mensagens

mari_2#1
Curso de Direito na Universidade Federal de Goiás tem classe exclusiva para militantes da reforma agrária
Publicada em 27/03/2010 às 20h18m
O Globo

CIDADE DE GOIÁS e SILVÂNIA (GO) - Criada em 2007 exclusivamente para assentados da reforma agrária, a turma especial de direito da Universidade Federal de Goiás (UFG) iniciou na última semana o sexto período com os alunos já em campo, auxiliando sindicatos e cooperativas na defesa dos direitos dos trabalhadores rurais e dos sem-terra. Alvo de uma ação do Ministério Público e foco de polêmica, o curso apresenta o mesmo currículo do ensino regular de Direito. Mas os militantes da reforma agrária levam para a instituição temas como violência no campo, transgênicos, quilombolas e trabalho escravo - bandeiras dos movimentos sociais e assuntos incomuns nos bancos das escolas. Há espaço até para atividades que copiam rituais do Movimento dos Sem Terra (MST), revela o enviado especial Evandro Éboli, em reportagem em O GLOBO deste domingo...

...Dos 60 alunos que iniciaram na turma, 57 continuam matriculados e assistindo às aulas. O "semestre" escolar dos assentados dura três meses, com aulas em dois períodos, de manhã e à noite. Nos outros meses, eles permanecem em seus assentamentos, auxiliando também no trabalho rural. Chamam essa didática de "teoria da alternância" ou "tempo comunidade".

http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2010/03/27/curs…16189133.asp
douglas_5#2
Foco de polêmica deveria ser Alvo de artilharia pesada- sem metáforas....
Já passou da hora de varrer essas pessoas do país-é(deveria ser) guerra!
Do contrário, seremos nós os varridos....não é mais questão de disputa ideológica, mas de sobrevivência de nossa geração e de nossos descendentes.
Não se desmoraliza um crotadilo, você o mata antes que ele te mate....Nem OdC entende essa lógica elementar...ou não a propaga...guerra deve ser encarada como tal, não se pode dar-lhe os contornos de um estado de direito, pois o inimigo despreza esse mesmo estado.

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