Entrevista completa do Gal. Leônidas
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM…ITAR,00.html
tem a entrevista completa.
na parte chamada EMBED vc copia o link e cola no blog completo tambem!
tem a entrevista completa.
na parte chamada EMBED vc copia o link e cola no blog completo tambem!
O Globonews acabou de reprisar essa entrevista . Eu gostaria de saber se esse babaca desse Geneton Moraes Neto teria a coragem de entrevistar os ex-terroristas que mataram , assaltaram bancos e sequestraram na época do regime militar . Queria ver ele botar na parede a Dilma , o Minc , Gabeira , Zé Dirceu , Genoíno e outros . Pegar esses caras e perguntar :"Pq vcs mataram ? Pq assaltaram ? Pq sequestraram ? A luta armada tinha como finalidade instaurar no Brasil uma ditadura comunista ?
Aí sim eu acreditaria na imparcialidade desse repórter palhaço.
Aí sim eu acreditaria na imparcialidade desse repórter palhaço.
sem zueira mas acho que ele falou o termo "tortura" umas 40 vezes
40 vezes por minuto
o general acabou com o jornalista. Ele rebateu de forma maestral todas as perguntas tendenciosas.
um único repórter da grande imprensa q não seja de esquerda?
favor citar o nome
favor citar o nome
Tenho saudades do Paulo Francis . Certa vez um repórter lhe perguntou
"Vc foi torturado?". E ele: "Barbaramente. O carcereiro escutava Vandeca [a cantora Wanderléa] pelo radinho de pilha o dia inteiro".
"Vc foi torturado?". E ele: "Barbaramente. O carcereiro escutava Vandeca [a cantora Wanderléa] pelo radinho de pilha o dia inteiro".
Na Veja tem vários.
o general acabou com o jornalista [2]
Adorei a entrevista!
E o Gal. Leônidas, impassível: "É duro de ouvir, é?!"
Imagino como os esquerdistas se contorceram nas cadeiras enquanto assistiam isso!
E o Gal. Leônidas, impassível: "É duro de ouvir, é?!"
Imagino como os esquerdistas se contorceram nas cadeiras enquanto assistiam isso!
Geneton: Eu sei que houveram mortes dos dois lados
General Leônidas: Ah... sabia? E por que não me perguntou dessas mortes?
General Leônidas: Ah... sabia? E por que não me perguntou dessas mortes?
"o soldado do exército é um cidadão uniformizado para exercer a violência civil e vc vem me perguntar se soldado mata? me dá vontade de rir" ahauhauhauhauhuhaua
mais ou menos com essas palavras
mais ou menos com essas palavras
troque civil por cívico.
Esse livro [http://ediouro.com.br/templates/ediourolivros/catalo…8&AreaSite=4] é o primeiro de uma série de três livros que reunem entrevistas com oficiais que articularam o golpe, e que depois participaram do regime até o seu fim. As entrevistas são realmente muito boas; depoimentos interessantíssimos. Um dos entrevistados é o Gal. Leônidas.
Os outros dois livros da série, em que os entrevistados são abordados sobre a luta armada e a abertura respectivamente, estão disponíveis para download aqui:
Anos de Chumbo: http://cpdoc.fgv.br/producao_intelectual/arq/13.pdfA volta ao Quartéis: http://cpdoc.fgv.br/producao_intelectual/arq/173.pdf
Os outros dois livros da série, em que os entrevistados são abordados sobre a luta armada e a abertura respectivamente, estão disponíveis para download aqui:
Anos de Chumbo: http://cpdoc.fgv.br/producao_intelectual/arq/13.pdfA volta ao Quartéis: http://cpdoc.fgv.br/producao_intelectual/arq/173.pdf
"Uma convicção:o maior pecado que um jornalista pode cometer é exercer patrulhagem ideológica"
.
[Geneton Moraes Neto, jornalista]
.
http://oglobo.globo.com/revista-da-tv/geneton-moraes…r-tv-3942901
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[Geneton Moraes Neto, jornalista]
.
http://oglobo.globo.com/revista-da-tv/geneton-moraes…r-tv-3942901
Pauta de esquerda trava entrevista de general
Geneton Moraes Neto é um entrevistador nada ortodoxo. Mas não conseguiu
arrancar grandes confissões do general Leonidas Pires Gonçalves, de 89
anos, ministro do Exército no governo de José Sarney, na entrevista
concedida ao canal Globo News. A ênfase do militar não o intimidou, mas a
maioria das perguntas do jornalista parecia escrita por um militante da
esquerda. Quando Geneton inquiriu sobre torturas e mortes de
esquerdistas, Leonidas citou as mortes de inocentes, civis e militares,
mas o jornalista não se interessou pelo assunto. O que é espantoso,
pois, perspicaz, Geneton poderia ter obtido alguma informação nova a
respeito. Não aproveitou a “deixa”, digamos assim. Porque só estava
interessado nos mortos da esquerda. A esquerda também matou, e não
necessariamente em confronto. O caso de Márcio Toledo Leite, não citado
pelo general e por Geneton, é exemplar. Integrante da Ação Libertadora
Nacional (ALN), Márcio comunicou aos aliados que iria abandonar a
guerrilha, mas não sairia do Brasil. Apresentado como “traidor”, sem ter
traído ninguém, Márcio foi assassinado pelos companheiros, liderados
por Carlos Eugênio Sarmento da Paz, o Clemente. A confissão é do próprio
Carlos Eugênio, hoje músico no Rio de Janeiro, nas memórias “Viagem à
Luta Armada” (Civilização Brasileira, 228 páginas, 1996). O esquerdista
Toledo Leite é outro Herzog, mas, como foi executado pela esquerda,
Geneton e outros intelectuais de esquerda evitam citá-lo.
Continua: http://www.revistabula.com/posts/livros/pauta-de-esq…a-de-general
Geneton Moraes Neto é um entrevistador nada ortodoxo. Mas não conseguiu
arrancar grandes confissões do general Leonidas Pires Gonçalves, de 89
anos, ministro do Exército no governo de José Sarney, na entrevista
concedida ao canal Globo News. A ênfase do militar não o intimidou, mas a
maioria das perguntas do jornalista parecia escrita por um militante da
esquerda. Quando Geneton inquiriu sobre torturas e mortes de
esquerdistas, Leonidas citou as mortes de inocentes, civis e militares,
mas o jornalista não se interessou pelo assunto. O que é espantoso,
pois, perspicaz, Geneton poderia ter obtido alguma informação nova a
respeito. Não aproveitou a “deixa”, digamos assim. Porque só estava
interessado nos mortos da esquerda. A esquerda também matou, e não
necessariamente em confronto. O caso de Márcio Toledo Leite, não citado
pelo general e por Geneton, é exemplar. Integrante da Ação Libertadora
Nacional (ALN), Márcio comunicou aos aliados que iria abandonar a
guerrilha, mas não sairia do Brasil. Apresentado como “traidor”, sem ter
traído ninguém, Márcio foi assassinado pelos companheiros, liderados
por Carlos Eugênio Sarmento da Paz, o Clemente. A confissão é do próprio
Carlos Eugênio, hoje músico no Rio de Janeiro, nas memórias “Viagem à
Luta Armada” (Civilização Brasileira, 228 páginas, 1996). O esquerdista
Toledo Leite é outro Herzog, mas, como foi executado pela esquerda,
Geneton e outros intelectuais de esquerda evitam citá-lo.
Continua: http://www.revistabula.com/posts/livros/pauta-de-esq…a-de-general
Gal. Leônidas: "É duro de ouvir, é?"
Genetonto: "................................."
Genetonto: "................................."
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