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Entrevista completa do Gal. Leônidas

Iniciado por eric_2 em 04/04/2010 · 20 mensagens

eric_2#1
eric_2#2
eric_2#3
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM…ITAR,00.html

tem a entrevista completa.

na parte chamada EMBED vc copia o link e cola no blog completo tambem!
leonardo_2#4
O Globonews acabou de reprisar essa entrevista . Eu gostaria de saber se esse babaca desse Geneton Moraes Neto teria a coragem de entrevistar os ex-terroristas que mataram , assaltaram bancos e sequestraram na época do regime militar . Queria ver ele botar na parede a Dilma , o Minc , Gabeira , Zé Dirceu , Genoíno e outros . Pegar esses caras e perguntar :"Pq vcs mataram ? Pq assaltaram ? Pq sequestraram ? A luta armada tinha como finalidade instaurar no Brasil uma ditadura comunista ?

Aí sim eu acreditaria na imparcialidade desse repórter palhaço.
eric_2#5
sem zueira mas acho que ele falou o termo "tortura" umas 40 vezes
leonardo_2#6
40 vezes por minuto
michel_2#7
o general acabou com o jornalista. Ele rebateu de forma maestral todas as perguntas tendenciosas.
marco_6#8
um único repórter da grande imprensa q não seja de esquerda?
favor citar o nome
leonardo_2#9
Tenho saudades do Paulo Francis . Certa vez um repórter lhe perguntou

"Vc foi torturado?". E ele: "Barbaramente. O carcereiro escutava Vandeca [a cantora Wanderléa] pelo radinho de pilha o dia inteiro".
guilherme_14#10
Na Veja tem vários.
andr_10#11
o general acabou com o jornalista [2]
proftalita#12
Adorei a entrevista!

E o Gal. Leônidas, impassível: "É duro de ouvir, é?!"

Imagino como os esquerdistas se contorceram nas cadeiras enquanto assistiam isso!
guilherme_14#13
Geneton: Eu sei que houveram mortes dos dois lados

General Leônidas: Ah... sabia? E por que não me perguntou dessas mortes?
odione#14
"o soldado do exército é um cidadão uniformizado para exercer a violência civil e vc vem me perguntar se soldado mata? me dá vontade de rir" ahauhauhauhauhuhaua

mais ou menos com essas palavras
eric_2#15
troque civil por cívico.
riscardo#16
Esse livro [http://ediouro.com.br/templates/ediourolivros/catalo…8&AreaSite=4] é o primeiro de uma série de três livros que reunem entrevistas com oficiais que articularam o golpe, e que depois participaram do regime até o seu fim. As entrevistas são realmente muito boas; depoimentos interessantíssimos. Um dos entrevistados é o Gal. Leônidas.

Os outros dois livros da série, em que os entrevistados são abordados sobre a luta armada e a abertura respectivamente, estão disponíveis para download aqui:

Anos de Chumbo: http://cpdoc.fgv.br/producao_intelectual/arq/13.pdfA volta ao Quartéis: http://cpdoc.fgv.br/producao_intelectual/arq/173.pdf
ayrton#17
"Uma convicção:o maior pecado que um jornalista pode cometer é exercer patrulhagem ideológica"

.
[Geneton Moraes Neto, jornalista]
.
http://oglobo.globo.com/revista-da-tv/geneton-moraes…r-tv-3942901
riscardo#18
Pauta de esquerda trava entrevista de general

Geneton Moraes Neto é um entrevistador nada ortodoxo. Mas não conseguiu
arrancar grandes confissões do general Leonidas Pires Gonçalves, de 89
anos, ministro do Exército no governo de José Sarney, na entrevista
concedida ao canal Globo News. A ênfase do militar não o intimidou, mas a
maioria das perguntas do jornalista parecia escrita por um militante da
esquerda. Quando Geneton inquiriu sobre torturas e mortes de
esquerdistas, Leonidas citou as mortes de inocentes, civis e militares,
mas o jornalista não se interessou pelo assunto. O que é espantoso,
pois, perspicaz, Geneton poderia ter obtido alguma informação nova a
respeito. Não aproveitou a “deixa”, digamos assim. Porque só estava
interessado nos mortos da esquerda. A esquerda também matou, e não
necessariamente em confronto. O caso de Márcio Toledo Leite, não citado
pelo general e por Geneton, é exemplar. Integrante da Ação Libertadora
Nacional (ALN), Márcio comunicou aos aliados que iria abandonar a
guerrilha, mas não sairia do Brasil. Apresentado como “traidor”, sem ter
traído ninguém, Márcio foi assassinado pelos companheiros, liderados
por Carlos Eugênio Sarmento da Paz, o Clemente. A confissão é do próprio
Carlos Eugênio, hoje músico no Rio de Janeiro, nas memórias “Viagem à
Luta Armada” (Civilização Brasileira, 228 páginas, 1996). O esquerdista
Toledo Leite é outro Herzog, mas, como foi executado pela esquerda,
Geneton e outros intelectuais de esquerda evitam citá-lo.

Continua: http://www.revistabula.com/posts/livros/pauta-de-esq…a-de-general
solideogloria#19
Gal. Leônidas: "É duro de ouvir, é?"

Genetonto: "................................."
eric_2#20
revejam esta entrevista

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