Jesus nem existiu...
Padre Marcelo Rossi ajudará na campanha de Dilma
Padre nenhum deve apoiar o Serra e, muito menos, a Dilma! Dois candidatos esquerdopatas. Porém, menos pior que a Dilma qualquer um pode se considerar.
O Padre não deveria reclamar e se fazer de vitima. Quando faz isso lhe falta humildade para admitir que ele é um padre que deve obedecer e não se lamuriar, ficar melindrado porque recebeu determinada ordem. Mais uma vez, o Padre Marcelo Rossi dá sinais de que sua conduta de apoiar esquerdistas e se fazer de vitima é tipíca de brasileiro afetado pela mentalidade sindicalistas. Ora, onde já se viu um padre reclamar de sua altoridade a púlblico para jogar o público contra as pessoas da instituição a qual ele prega? Era só o que faltava nesse circo.
“Eu tinha um sonho na vida: cantar para o papa na minha terra.
.
De passarmos por mais um vexame! Ele não tem voz nenhuma( é como a Xuxa).
Quem canta é o back vocal e o povo.
Mas o que poderíamos esperar de um padre que batizou o Gugu no Rio Jordão
e que não quis dividir o palco com a Vera Verão, por ele ser homossexual.
( Vera Verão morreu logo em seguida, dizem que ficou deprimido pela humilhação em publico, ao vivo pela tv)
Tambem deixou de cumprir um compromisso com a Band, numa festa de virada de ano,
porque a Globo o convocou e certamente pagou mais!
É um hipócrita e demagogo.
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De passarmos por mais um vexame! Ele não tem voz nenhuma( é como a Xuxa).
Quem canta é o back vocal e o povo.
Mas o que poderíamos esperar de um padre que batizou o Gugu no Rio Jordão
e que não quis dividir o palco com a Vera Verão, por ele ser homossexual.
( Vera Verão morreu logo em seguida, dizem que ficou deprimido pela humilhação em publico, ao vivo pela tv)
Tambem deixou de cumprir um compromisso com a Band, numa festa de virada de ano,
porque a Globo o convocou e certamente pagou mais!
É um hipócrita e demagogo.
Em uma entrevista publicada nas páginas amarelas da revista Veja, Padre Marcelo abre o coração sobre as decepções vividas com a Arquidiocese de São Paulo que, segundo suas próprias palavras, o boicotou em 2007 em ocasião da vinda de Papa Bento XVI ao Brasil.
"Eu tinha um sonho na vida: cantar para o papa na minha terra. Nunca escondi isso de ninguém. Mas me colocaram para fazer um espetáculo às 5h40 da manhã, no dia da cerimônia de canonização de Frei Galvão, no Campo de Marte, em São Paulo. Ou seja, um horário que não havia quase ninguém - muito menos o papa. Fui vítima de boicote".
Segundo Padre Marcelo, os integrantes da Arquidiocese de São Paulo "capricharam na humilhação. Além de nos colocarem para cantar de madrugada, eu e o padre Jonas fomos barrados. Na entrada fomos informados por um agente da Polícia Federal de que, com o nosso tipo de crachá, não teríamos acesso ao palco, mas apenas a plateia, apesar de escalados para fazer uma apresentação."
Ainda na entrevista, Padre Marcelo explica os motivos do boicote. Fazendo um gesto que indica dor de cotovelo, ele falou: "Mas aprendi com o sofrimento, a não remoer mágoas. Minha missão é buscar ovelhas, não é agradar a padres."
O padre contou ainda que o boicote do qual foi vitima o fez mergulhar em um período de tristeza profunda, que culminou em um acidente sofrido na esteira ergométrica, que lhe rendeu três tendões distendidos, uma fissura no osso do pé e dois meses numa cadeira de rodas. Nesse período, foi obrigado a fazer uso de muitos analgésicos, remédios para dormir e acabou engordando 14 quilos.
A recompensa veio em 2010, quando foi condecorado pelo próprio papa Bento XVI com o prêmio Van Thuân - Solidariedade e Desenvolvimento, concedido a pessoas que dedicam a sua vida a projetos humanitários de grande valor social e dão exemplo de verdadeira paixão pelo humano e verdadeiro amor por Cristo.
"Eu tinha um sonho na vida: cantar para o papa na minha terra. Nunca escondi isso de ninguém. Mas me colocaram para fazer um espetáculo às 5h40 da manhã, no dia da cerimônia de canonização de Frei Galvão, no Campo de Marte, em São Paulo. Ou seja, um horário que não havia quase ninguém - muito menos o papa. Fui vítima de boicote".
Segundo Padre Marcelo, os integrantes da Arquidiocese de São Paulo "capricharam na humilhação. Além de nos colocarem para cantar de madrugada, eu e o padre Jonas fomos barrados. Na entrada fomos informados por um agente da Polícia Federal de que, com o nosso tipo de crachá, não teríamos acesso ao palco, mas apenas a plateia, apesar de escalados para fazer uma apresentação."
Ainda na entrevista, Padre Marcelo explica os motivos do boicote. Fazendo um gesto que indica dor de cotovelo, ele falou: "Mas aprendi com o sofrimento, a não remoer mágoas. Minha missão é buscar ovelhas, não é agradar a padres."
O padre contou ainda que o boicote do qual foi vitima o fez mergulhar em um período de tristeza profunda, que culminou em um acidente sofrido na esteira ergométrica, que lhe rendeu três tendões distendidos, uma fissura no osso do pé e dois meses numa cadeira de rodas. Nesse período, foi obrigado a fazer uso de muitos analgésicos, remédios para dormir e acabou engordando 14 quilos.
A recompensa veio em 2010, quando foi condecorado pelo próprio papa Bento XVI com o prêmio Van Thuân - Solidariedade e Desenvolvimento, concedido a pessoas que dedicam a sua vida a projetos humanitários de grande valor social e dão exemplo de verdadeira paixão pelo humano e verdadeiro amor por Cristo.
Mesmo após a homenagem concedida pelo papa, Marcelo Rossi seguiu ignorado pela Conferência Nacional de Bispos do Brasil. Apenas um padre ligou para cumprimentá-lo pelo feito.
Questionado sobre vaidade e assédio, o padre cantor criticou sacerdotes que abandonam o uso da batina e citou seu colega Fábio de Melo como exemplo: "Já alertei o Fábio para que não deixasse de usar batina. Ele está usando, por acaso? Bem se vê que eu não tenho nenhuma influência sobre ele", declarou.
http://ofuxico.terra.com.br/noticias-sobre-famosos/p…-106484.html
Questionado sobre vaidade e assédio, o padre cantor criticou sacerdotes que abandonam o uso da batina e citou seu colega Fábio de Melo como exemplo: "Já alertei o Fábio para que não deixasse de usar batina. Ele está usando, por acaso? Bem se vê que eu não tenho nenhuma influência sobre ele", declarou.
http://ofuxico.terra.com.br/noticias-sobre-famosos/p…-106484.html
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Esse Pe Marcelo é mesmo um moleque, vejam o que ele disse a revista Veja:
Entrevista com Pe. Marcelo Rossi
“O sofrimento me fortaleceu.”
Pe. Marcelo Rossi
[...] No início de 2007, passei por um tremendo baque durante a visita de Bento XVI ao Brasil. Eu tinha um sonho na vida: cantar para o papa na minha terra. Nunca escondi isso de ninguém. Mas me colocaram para fazer um espetáculo às 5h40 da manhã, no dia da cerimônia da canonização de Frei Galvão, no Campo de Marte, em São Paulo. Ou seja, em um horário em que não havia quase ninguém – muito menos o papa. Fui vítima de boicote. E isso não aconteceu só comigo. Com o padre Jonas Abib também aconteceu a mesma coisa.
Que o boicotou?
Integrantes da arquidiocese de São Paulo. Alguns organizadores da visita do para ao Brasil. Eles capricharam na humilhação.
O senhor chegou a ter depressão por causa desses episódios?
Não sei se posso chamar de depressão. Mas, em 2010, passei por um período de tristeza profunda. Hoje, percebo que o gatilho para esse estado foi o fato de ter sido impedido de ver o papa em 2007.
.........................................................................................................................................
Posso estar sendo duro com o Pe Marcelo, mas é um atitude muito pequena vir a público reclamar de questões internas da Igreja, ficou de e mimimi, falando em depressão e boicote, apenas porque não pode fazer um ESPETÁCULO para o Papa Bento XVI, ora... um padre de culhões não ficaria fazendo esse tipo de plano e muito menos reclamando em público depois, na boa, perdeu o pouco de respeito que eu ainda mantinha por ele.
Entrevista com Pe. Marcelo Rossi
“O sofrimento me fortaleceu.”
Pe. Marcelo Rossi
[...] No início de 2007, passei por um tremendo baque durante a visita de Bento XVI ao Brasil. Eu tinha um sonho na vida: cantar para o papa na minha terra. Nunca escondi isso de ninguém. Mas me colocaram para fazer um espetáculo às 5h40 da manhã, no dia da cerimônia da canonização de Frei Galvão, no Campo de Marte, em São Paulo. Ou seja, em um horário em que não havia quase ninguém – muito menos o papa. Fui vítima de boicote. E isso não aconteceu só comigo. Com o padre Jonas Abib também aconteceu a mesma coisa.
Que o boicotou?
Integrantes da arquidiocese de São Paulo. Alguns organizadores da visita do para ao Brasil. Eles capricharam na humilhação.
O senhor chegou a ter depressão por causa desses episódios?
Não sei se posso chamar de depressão. Mas, em 2010, passei por um período de tristeza profunda. Hoje, percebo que o gatilho para esse estado foi o fato de ter sido impedido de ver o papa em 2007.
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Posso estar sendo duro com o Pe Marcelo, mas é um atitude muito pequena vir a público reclamar de questões internas da Igreja, ficou de e mimimi, falando em depressão e boicote, apenas porque não pode fazer um ESPETÁCULO para o Papa Bento XVI, ora... um padre de culhões não ficaria fazendo esse tipo de plano e muito menos reclamando em público depois, na boa, perdeu o pouco de respeito que eu ainda mantinha por ele.
Esse padre é tão ingênuo quanto o personagem de Dostoievski, o príncipe Míchkin. Quem leu "O Idiota" vai associar no sentido de que ele não é uma pessoa má obviamente, mas sua "distração", diria assim, o faz sem ele saber.
Boicote? Não deixá-lo cantar para o Papa foi um ato de caridade, isso sim.