não promoverem gay-ismo nas escolas
Uma organização de pediatras americanos enviou cartas a milhares de escolas alertando-as que promover - ou "afirmar" - a homossexualidade pode causar danos às crianças. A carta, do Colégio Americano de Pediatras, afirma claramente que "não é papel da escola diagnosticar e tentar tratar condição médica de qualquer estudante, e certamente não é papel da escola "afirmar" uma orientação sexual pessoal percebida de um estudante". Ainda, escolas podem criar "uma vida de dor e sofrimento desnecessário" para uma criança quando elas reforçam um comportamento escolhido entre uma confusão das crianças.
"Mesmo quando motivado por intenções nobres, escolas podem ironicamente desempenhar um papel prejudicial se elas reforçam a desordem", disse a carta, assinada por Dr. Tom Benton, presidente da organização.
O grupo também criou um site chamado Fatos sobre Juventude como um recurso para oficiais escolares obterem os fatos sem de um canal "não-político e não-religioso".
Os líderes do Colégio Americano de Pediatras disseram à WND que os esforço é contradizer informações entregues às mesmas escolas em 2008 em um folheto denominado "Apenas os fatos sobre Juventude e Orientação Sexual", que foi patrocinado em parte pela Associação Psicológica Americana. A associação de pediatras diz que o folheto referido "omite fatos críticos e faz recomendações que são refutadas por décadas de pesquisa científica e experiência clínica extensiva".
O site do Colégio de Pediatras diz que "mais alarmante, as recomendações oferecidas colocarão pessoas jovens a um maior risco de graves danos psicológicos, emocionais e físicos".
O site Fatos sobre Juventude mostra a ciência por trás do "desenvolvimento de atrações não-heterossexuais e confusão de gênero na juventude", bem como o papel apropriado da escola com estudantes que têm "questões de confusão de orientação sexual e de gênero".
Uma organização de pediatras americanos enviou cartas a milhares de escolas alertando-as que promover - ou "afirmar" - a homossexualidade pode causar danos às crianças. A carta, do Colégio Americano de Pediatras, afirma claramente que "não é papel da escola diagnosticar e tentar tratar condição médica de qualquer estudante, e certamente não é papel da escola "afirmar" uma orientação sexual pessoal percebida de um estudante". Ainda, escolas podem criar "uma vida de dor e sofrimento desnecessário" para uma criança quando elas reforçam um comportamento escolhido entre uma confusão das crianças.
"Mesmo quando motivado por intenções nobres, escolas podem ironicamente desempenhar um papel prejudicial se elas reforçam a desordem", disse a carta, assinada por Dr. Tom Benton, presidente da organização.
O grupo também criou um site chamado Fatos sobre Juventude como um recurso para oficiais escolares obterem os fatos sem de um canal "não-político e não-religioso".
Os líderes do Colégio Americano de Pediatras disseram à WND que os esforço é contradizer informações entregues às mesmas escolas em 2008 em um folheto denominado "Apenas os fatos sobre Juventude e Orientação Sexual", que foi patrocinado em parte pela Associação Psicológica Americana. A associação de pediatras diz que o folheto referido "omite fatos críticos e faz recomendações que são refutadas por décadas de pesquisa científica e experiência clínica extensiva".
O site do Colégio de Pediatras diz que "mais alarmante, as recomendações oferecidas colocarão pessoas jovens a um maior risco de graves danos psicológicos, emocionais e físicos".
O site Fatos sobre Juventude mostra a ciência por trás do "desenvolvimento de atrações não-heterossexuais e confusão de gênero na juventude", bem como o papel apropriado da escola com estudantes que têm "questões de confusão de orientação sexual e de gênero".