Quartim de Moraes, quando indagadado sobre o Fórum de SP: "Nunca participei. Nunca me chamaram. O único fórum onde eu fui chamado foi o Fórum da Liberdade." (risos)
Rodrigo Constantino: "A Alba é mais importante do que o FSP."
Quartim de Moraes: "A URSS conseguiu se industralizar em 20 anos, o que os EUA tinham demorado 150 pra conseguir."
Um economista equatoriano (aliás brilhante), cujo nome não lembro, que debateu com QM e RC: "Os empresários prepararam o terreno para o FSP. Esse é o tipo de empresário que eu chamo de pró-empresa, e não pró-livre mercado."
Stephen Kanitz, em relação a Adam Smith: "Mão invisível do mercado é uma ova!"
Armínio Fraga: "O Brasil tende a se tornar cada vez mais capitalista".
Rodrigo Constantino, numa alusão sub-reptícia ao Olavo: "É preciso defender as idéias. Há quem tenha decidido deixar o país."
FHC saudado, pelo ex-presidente da Bolívia, como o maior estadista latino-americano do séc. XX. Foi aplaudido de pé.
Yeda vaiada.
E, como não poderia deixar de ser, esquerdopatas fazendo manifestação e tentando entrar à força no congresso.
Cambada de incompetentes ressentidos, eu vou te contar...
E eu ainda fiquei com pena do Constantino, na época. E é isso aí: uma inveeeeeja que o cara não aguenta esconder! Quem dera a esses medíocres fazer um centésimo do que o Olavo faz. Patéticos, todos.
Em que sentido? O FSP vai NOSFU, imbecil, se continuar essa idiotice! Vinte anos de palermice contínua, da caras e bocas, de incompetência inesgotável por parte de uma cambada de incompetentes retardados! Os caras a tomar o poder como bem entendem, e os idiotas a dizer besteira em cima de besteira, querendo aparecer!
Não ficou claro que o RC tenha feito uma alusão ao Olavo. Mas, mais do que idéias, é preciso defender PROJETOS VIÁVEIS para o país, coisa que, se bem me lembro do tempo em que lia RC, ele não é exatamente habilitado para fazer.
"FHC saudado, pelo ex-presidente da Bolívia, como o maior estadista latino-americano do séc. XX. Foi aplaudido de pé."
é por isso que acho que todos os que acreditam que vai surgir uma direita nesse país estão acreditando em quadrado redondo, olha o referencial dessa gente!
Eu vi todos os eventos que o Henrique citou, à exceção do Armínio Fraga.
Estive no Fórum da Liberdade e quero chamar a atenção para uma coisa de menor destaque, mas de importância enorme para o que se passa no país: a vaia à governadora Yeda Crusius.
Quando o nome dela foi anunciado logo após ao do FHC (que foi muuuuito aplaudido), algo como metade dos presentes vaiou a Yeda (o auditório estava lotado e havia gente de pé. Creio que umas 1.500/2.000 pessoas.) A vaia à Yeda mostra como o domínio cultural esquerdista REALMENTE impregnou o país, e salta ao olhos quando uma platéia direitista, recheada de liberais e alguns conservadores solta uma vaia ao único governo de Estado brasileiro que faz alguma oposição ou atrapalha os planos do PT.
Yeda foi eleita num Estado após uma gestão lastimável do Olívio Dutra, que é mais comunista que a peste e, pior, apela às tradições gaúchas para fazer propaganda de sua ideologia. A mulher sofreu um verdadeiro linchamento moral por aqui, atentando, inclusive, contra sua vida íntima e mesmo física (refiro-me aos protestos em frente à casa dela e que teve de ser policiada. Sei porque moro a 4 quadras de lá).
Em torno de 60% da população consideram seu governo ruim ou péssimo, muita gente jamais votaria nela, e só depois de muitos meses de campanha anti-Yeda em 2009 foi que a coisa arrefeceu. Isso é campanha promovida pelos sindicatos (como o CPERS, que não defende bosta alguma os professores, mas que é caixa de ressonância comunista a pelo menos 15/20 anos), acadêmicos e políticos, tudo jogado na imprensa., que ficou revirando o assunto até... não encontrar NADA contra ela pessoalmente.
Yeda está esteticamente envelhecida e é largamente rejeitada, e quando aparece no Fórum da Liberdade parte do público ainda lhe desce o cacete. A domínio cultural da esquerda e do PT em particular venceu. Como o Olavo citou recentemente, referindo-se ao RS, não basta vencer nas eleições e não ter o domínio cultural e institucional, contaminado pelo petismo.
Ver a Yeda vaiada por uma platéia que DEVERIA se unir a ela para defendê-la e fazer do RS o primeiro lugar onde houvesse uma resistência ao petismo e o esquerdismo em geral no Brasil é o fim-da-pi-ca-da!!!!! É o soterramento defininitivo e absoluto de uma reação, mesmo que tímida!
O PT realmente PROVOU que tem o domínio cultural, institucional e informacioanal do país. E Tarso Genro deve achar isso o máximo, porque ele será DIRETAMENTE beneficiado pelo achacamento daquelas pessoas que deveriam defender a Yeda, meu Deus do céu!!!
No bem da palavra, temos mais é que nos foder, mesmo!! Nosso país merece!
"Yeda foi eleita num Estado após uma gestão lastimável do Olívio Dutra"
Na verdade ela foi eleita depois do Germano Rigotto, que sucedeu o Olívio.
Yeda ainda sanou os cofres do Estado, coisa não muito destacada por aqui, tanto pela falta de propaganda do governo como pelo efeito de abafamento que as denúncias tiveram.
Quartim é uma besta quadrada. Tem bom conhecimento de História, mas adivinha o que ele fez quando lhe questionaram sobre a situação cubana: ele fugiu da resposta e desviou o tema. Que maravilha. É o Oded Grajew, só que nas palavras (Odede saiu correndo do Olavo em 2005. Humilhação total.)
"Quartim de Moraes: "A URSS conseguiu se industralizar em 20 anos, o que os EUA tinham demorado 150 pra conseguir.""
Claro: com trabalho escravo sob ordens de um regime totalitário. Vejam no mapa onde fica Magadan, na Rússia. Foi fundada nos anos 40 com mão de obra escrava judia.
A pergunta sobre o Foro de São Paulo foi feita por mim. Eu fiquei de boca aberta com o sujeito la que relacionou o Foro de São Paulo a um encontro de empresários na cidade de São Paulo.
Eu também mandei uma pergunta pedindo pro seu Quartim de Morais se explicar sobre se tinha matado ou não o Charles Chandler. Não foi feita.
Enquanto bestas como Quartim de Morais palestravam, liberais e conservadores de verdade, como Denis Rosenfield e Percival Puggina, andavam de um lado para o outro nos corredores como meros espectadores...
Faço minhas as palavras do Marcos e aproveito para acrescentar um mea culpa: na edição de 2008, se bem me recordo, auge da crise entre Yeda e Feijó, fui um dos que vaiou a governadora. Era um contexto diverso, é verdade, mas avaliando os fatos posteriores só posso concluir pelo erro já então.
O problema da Yeda, a meu ver, é carisma. O Aécio tinha a mesma plataforma dela e, ao que me consta, não foi tão detestado. Tá certo que o PT aqui no RS não ajuda, mas mesmo assim...
Ela se mostra muito auto-suficiente, o que causa antipatia no eleitorado.
Sinceramente, eu também não entendi essa vaia para a Yeda por parte da platéia do Forum da Liberdade. É uma guria séria, competente e comeu o pão que o diabo amassou nas mãos da militância petista do RS e da oposição esquerdista. Eu imaginava que o público desse evento fosse mais "qualificado" e não uma turbamulta petista.
O Olavo de Carvalho disse que o fórum estava indo bem até um sujeito estragar tudo e convidar esquerdistas em troca de dinheiro. Alguém se lembra do nome do cidadão?
"A pergunta sobre o Foro de São Paulo foi feita por mim."
Que maravilha! Quando ouvi a pergunta percebi que a divulgação do Foro de SP já tinha tomado alguma repercussão.
A resposta do Constantino foi ridícula e PROVA que ele não conhece o assunto. Qual é a prova? De que um evento que conta com o apoio direto de governos ou mesmo a participação de chefes de Estado NÃO pode ser um mero evento de "dinossauros" como disse o Constantino. O Lula funda o Foro junto com Fidel, dezenas de organizações e partidos e criminosos participam do grupo e os líderes apoiados por eles elegem boa parte dos presidentes da América Latina. E o Constatino me chega no Fórum da Liberdade e desqualifica o Foro de SP.
HEITOR DE PAOLA | 09 SETEMBRO 2008
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO
A doação de recursos financeiros pelo Grupo Gerdau a um partido que tem em seu programa a destruição do capitalismo e da livre empresa mais uma vez comprova as análises do estudioso inglês Antony Sutton: que o grande capital e os radicais socialistas andam de mãos dadas.
É impressionante, mesmo para quem é do ramo, a pasmaceira que reina entre o que deveria ser a “direita” no Brasil. Em qualquer país do mundo a notícia que comentarei a seguir daria pano para manga, aqui nem para lencinho de limpar batom de madame.
Segundo despacho de 30/08 da repórter Sinara Sandri, da Agência Reuters, “Doação da Gerdau ao Psol abre debate ideológico na esquerda”, noticia-se que a Metalúrgica GERDAU doou R$ 100.000,00 à campanha da candidata do Psol, Luciana Genro à prefeitura de Porto Alegre. A doação, que representaria cerca de 15% de todo o orçamento da sua campanha, causou frisson entre as esquerdas, abrindo “uma batalha ideológica entre integrantes de partidos de esquerda”.
Segundo o despacho “a questão se transformou em disputa ideológica já que o financiamento de campanha é apontado como origem das práticas de corrupção e vem sendo criticado por políticos de esquerda. No caso de Luciana Genro, a doação já serve como combustível para seus adversários. ‘A Luciana era vista como alguém que não se entregava (aos interesses econômicos). Infelizmente, ela aceitou o financiamento da Gerdau’, disse Fernando Correa, assessor de imprensa do PSTU em Porto Alegre”.
Segundo o Psol, a Gerdau teria procurado a candidata para oferecer o financiamento, o que é contrariado pelo grupo empresarial que declarou à Reuters, por meio de nota, que “apoiou de forma igualitária” doando 100 mil aos “candidatos à Prefeitura de Porto Alegre que procuraram a empresa”.
Enquanto a esquerda debate se a doação – e sua aceitação - é ou não uma atitude ética, onde está a “direita”? Ah, a direita brasileira, cad’ela? Pelo andar da carruagem foi passear com a Conceição, aquela que, “se sumiu, ninguém sabe, ninguém viu!” Mas não é que a direita é representada exatamente pelo “Dr. Jorge”, como é carinhosamente chamado pelos seus pupilos ao dono do grupo, Jorge Gerdau Johannpeter?
A tal direita, em Porto Alegre e adjacências, é controlada com mão de ferro - e subsidiada - pelo “Dr. Jorge” através do IEE (Instituto de Estudos Empresariais) e do IL (Instituto Liberdade). Desde 1989 promovem anualmente um tal de “Fórum da Liberdade”, o “maior espaço de debate político, econômico e social da América Latina” que chamam de contraponto do Fórum Social Mundial. A agenda para o próximo, abril de 2009, “Agora o Mercado é o Mundo” já está pronta. Nestes fóruns geralmente são convocados palestrantes direitistas do quilate de Frei Betto e Ciro Gomes, supostamente para debater com intelectuais ‘liberais’.
De há muito se conhece a história do financiamento das esquerdas pelos empresários. A doação dos banqueiros à campanha do Lula tornou-se pública e a razão para tal estão aos olhos de quem quiser ver: os banqueiros jamais ganharam tanto dinheiro quanto nos últimos seis anos – melhor seria dizer 14, pois FHC os beneficiou quase tanto quanto Lula, vide o vergonhoso PROER. Desde então, os bancos imperam soberanos, cobram o que querem dos correntistas.
Historicamente, nenhum movimento revolucionário conseguiu nada sem o financiamento do empresariado. No Capítulo XVI do livro O Eixo do Mal Latino-Americano (Uma aliança improvável... mas real) abordo este assunto, mas para maiores detalhes ver de Anthony C. Sutton, Wall Street and the Bolshevik Revolution (Buccaneer Bokks, NY) e The Wall Street and the Rise of Hitler (GSC Associates, San Pedro, CA).
Enquanto as esquerdas debatem se é ou não moral receber a doação, ninguém do outro lado contesta a moralidade da doação feita por “Dr. Jorge”. Ninguém se pergunta: qual o interesse do Grupo Gerdau em doar dinheiro para um partido que tem em seu programa a destruição do capitalismo e da livre empresa? Ninguém pergunta por que exatamente para a filha do Ministro da Justiça de um governo com o qual o Grupo tem milionárias parcerias. Uma amiga e correspondente comentou comigo: “Imoral não é o P-SOL aceitar, mas a Gerdau oferecer (ou aceitar doar)”.
Além do aspecto moral existe aqui a hipocrisia de se travestir de paladino da liberdade. Não creio que empresários deste tipo estejam comprando a corda com que serão enforcados, como dizia Lenin: estão comprando a corda com que seremos nós os enforcados, tal qual Armand Hammer, que morreu de velho freqüentando os círculos do poder de Washington enquanto seu amigo e aliado Lenin – e seus descendentes diretos – trucidaram dezenas de milhões.
Quem viu a palestra dele pôde perceber que ele é bem-intencionado (e nem teria sido preciso vê-la). Só consigo achar uma explicação para a doação ao PSOL: burrice.
Não creio que empresários deste tipo estejam comprando a corda com que serão enforcados, como dizia Lenin: estão comprando a corda com que seremos nós os enforcados... (Heitor de Paola)
Para entender o Jorge Gerdau Johannpeter é preciso assistir a palestra "O Brasil diante dos conflitos na Nova Ordem Mundial" do professor Olavo de Carvalho.
"Para entender o Jorge Gerdau Johannpeter é preciso assistir a palestra "O Brasil diante dos conflitos na Nova Ordem Mundial" do professor Olavo de Carvalho."
Não se aplica a Jorge Gerdau não. Alias, de todas as palestras do Fórum, a única que buscou algum significado no campo moral e institucional foi a dele. Olavo ja falou inumeras vezes da admiração que tem por Gerdau.
estou pesquisando uma declaração publicada no correio do povo pelo Gerdau, nos idos de 2007, em que ele disse que desejava a aplicação do modelo chinês no Brasil
Nunca vou questionar a competência de Jorge Gerdau como empreendedor, porém o artigo abaixo dá o que pensar:
Os novos desafios e a governança global (24 de janeiro de 2010)
Vivemos em um mundo no qual os desafios globais são cada vez mais complexos. Nossa capacidade ainda é muito limitada para lidar com os efeitos do aquecimento global, coordenar os esforços dos bancos centrais na área econômica ou tratar de disputas comerciais milionárias. Exemplos disso são a incapacidade de chegar a resultados concretos na conferência da ONU sobre mudanças climáticas (COP15) e os conflitos enfrentados pela Organização Mundial do Comércio (OMC).
A dificuldade de coordenação mundial também se revela no difícil estabelecimento de regras globais para o mercado financeiro, a partir de normas técnicas que deem confiabilidade aos sistemas de operação, buscando evitar a ocorrência de uma nova crise. O problema é que nem todos os países querem ser submetidos a esse processo. Diante disso, o ideal seria, pelo menos, identificar aqueles países que aceitam adotar as políticas tecnicamente corretas na visão financeira mundial, estimulando o reconhecimento internacional às boas práticas. Atualmente, qual é a segurança que temos, no mundo, ao ver bancos com níveis de alavancagem de 30 vezes sobre o seu capital próprio, enquanto outros demonstram um patamar inferior a 10 vezes?
Some-se a isso a nova configuração geopolítica mundial, que, pelo elevado nível de globalização, já não envolve apenas a liderança hegemônica de um país, como anteriormente ocorria com a Inglaterra e, posteriormente, com os Estados Unidos. Ademais, organismos internacionais, como a ONU, criada após o final da II Guerra Mundial, já se questionam sobre a necessidade de sua atualização, para atuar de forma mais efetiva em relação às demandas globais de hoje em dia.
Frente a essa complexa realidade, cada vez mais começa a surgir o conceito de governança global, que pode envolver distintas formas de atuação, desde grupos locais ou nacionais até órgãos internacionais e corporações globais. Não se trata, portanto, de constituir um governo mundial, mas de harmonizar as demandas dos países e a necessidade de cooperação internacional. Afinal, as decisões tomadas por uma nação, cada vez mais, podem impactar o cenário mundial, seja em termos econômicos, sociais ou ambientais. Governança também não quer dizer estatização, mas a adequada regulação das atividades no mercado.
Na prática, ainda temos um longo caminho para percorrer até a construção de uma governança global. Os países, nos debates sobre temas mundiais, buscam defender seus interesses e seguem, essencialmente, uma visão imediatista. E mais do que isso: o não reconhecimento da importância de governanças globais, para definir as relações da humanidade, impede a construção das soluções dos conflitos mundiais.
À primeira vista, esse assunto pode parecer distante da realidade de nossas vidas. Mas não é. Governança global pressupõe visão de médio e longo prazos, algo que deveria ser prioridade na esfera nacional, estadual e municipal de nosso país. Ela também é importante em qualquer instituição privada ou do terceiro setor. Entretanto, é preciso ter em mente que, sem ética ou valores, as estruturas de governança não se sustentam. Portanto, a construção do futuro não está apenas na mão de lideranças globais. Resta a cada um de nós fazer a sua parte.
Usou o termo "governança global" quatro vezes, fora o título e ao mesmo tempo afirma que "Não se trata, portanto, de constituir um governo mundial". Atualização da ONU? Só pode ser para ela ter mais autoridade sobre as nações "soberanas".
Sobre a China:
"Na China, a meritocracia é praticada há mais de 3 mil anos e se percebe a aplicação de conceitos da sabedoria milenar de Confúcio – como a praticidade, a ordem, a leveza e a qualidade – em todas as áreas, assim como um forte patriotismo." E:
"O crescimento chinês é algo que tem sido construído ao longo de décadas de preparação. Isso tem resultado, por exemplo, na elevação do nível de poupança, essencial para a ampliação do ritmo de investimentos, e na inserção de novas gerações na economia".
Alias, de todas as palestras do Fórum, a única que buscou algum significado no campo moral e institucional foi a dele.
Pode até ter sido o único, além disso o Forum da Liberdade não é um evento para discutir princípios conservadores, além disso ele tem bem mai$ a perder do que 99,999% dos brasileiros.
Enquanto Mao mandou todo mundo na China produzir aço em fundos de quintais, o pai do Jorge estava construindo uma moderna siderúrgica aqui no Brasil, como são burros esses deutschs, deviam estar "preparando o terreno" para o Séc. XXI, como fizeram os comunistas chineses.
Essas declarações sobre a China se baseiam na sua tradição, de modo geral. Isso é correto. O problema é que, ou por negligência, ou por ignorância, esse comentário é facilmente incorporado pela atual administração chinesa. Em suma: serve de enxerto para o maoísmo.
Numa das aulas do Seminário de Filosofia em 2004 aqui em POA, o Olavo disse que Mao Tsé-Tung, não podendo destruir o Confucionismo, destronou Confúcio de sua autoridade cultural para tornar-se o novo Confúcio. O PC Chinês é notório em usar a cultura chinesa para se promover e depois destruir o país.
Se Gerdau dissesse isso receberia meu apoio. Mas meramente apostar na cultura chinesa não dá. Isso dá força ao PCCh.