Ao abrir a programação do segundo dia do 23º Fórum de Liberdade, na manhã desta terça-feira, em Porto Alegre, o membro-fundador do Instituto Millenium e diretor do Instituto Liberal (IL), Rodrigo Constantino, criticou ferrenhamente o socialismo, tema do painel no qual participou ao lado do filósofo João Quartim Moraes e do economista equatoriano Juan Fernando Carpio. Para ele, mesmo em um mundo de "santos", o sistema seria impraticável.
Antes de apresentar seus argumentos contra o socialismo, o palestrante mostrou-se frustrado com o tema em debate. "Me deu um pouco de tristeza por conta do tema: socialismo. Eu me sinto num museu discutindo se a terra é quadrada. Com pessoas sábias ou não, bem intencionadas ou não, é um sistema impraticável. Atualmente, quase nenhum socialista defende de fato o socialismo puro, a abolição da propriedade privada, porque não vai ter votos", disse.
Constantino argumentou sua rejeição ao regime na divisão do trabalho e no livre mercado, contestados pelo sistema idealizado por Karl Marx e Engels. Na opinião dele, a extinção de ambos desestabilizaria a sociedade. "O livre mercado é a democracia dos consumidores, onde cada um de nós pode decidir. Já o socialismo é um regime em que o produtor é quem decide o que pode ser produzido, como e para quem", afirmou.
Na avaliação do diretor do Instituto Liberal, o preço livre de mercado é o único modelo que permite a cada empreendedor exercer a sua preferência e levar informações aos agentes da economia. "Permite ao mercado conhecer a demanda de todos nós e alocar os recursos escassos. Ou seja, o empreendedor é aquela figura que alerta às oportunidades, como uma espécie de arbitrador, de olho nas assimetrias de mercado", disse.
matéria completa no Terra.
Antes de apresentar seus argumentos contra o socialismo, o palestrante mostrou-se frustrado com o tema em debate. "Me deu um pouco de tristeza por conta do tema: socialismo. Eu me sinto num museu discutindo se a terra é quadrada. Com pessoas sábias ou não, bem intencionadas ou não, é um sistema impraticável. Atualmente, quase nenhum socialista defende de fato o socialismo puro, a abolição da propriedade privada, porque não vai ter votos", disse.
Constantino argumentou sua rejeição ao regime na divisão do trabalho e no livre mercado, contestados pelo sistema idealizado por Karl Marx e Engels. Na opinião dele, a extinção de ambos desestabilizaria a sociedade. "O livre mercado é a democracia dos consumidores, onde cada um de nós pode decidir. Já o socialismo é um regime em que o produtor é quem decide o que pode ser produzido, como e para quem", afirmou.
Na avaliação do diretor do Instituto Liberal, o preço livre de mercado é o único modelo que permite a cada empreendedor exercer a sua preferência e levar informações aos agentes da economia. "Permite ao mercado conhecer a demanda de todos nós e alocar os recursos escassos. Ou seja, o empreendedor é aquela figura que alerta às oportunidades, como uma espécie de arbitrador, de olho nas assimetrias de mercado", disse.
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