14/04/2010
- Direito Garantido - CNA reage ao abril vermelho e propõe ao ministro da justiça à criação do Plano de Combate a invasão
A presidente da CNA, Kátia Abreu, disse que é preciso garantir a paz no campo e o Direito de Propriedade
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, protocolou nesta terça-feira, 13 de abril, no Ministério da Justiça, um documento solicitando apoio do governo federal contra as ações do "abril vermelho", executadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) em todo o País e retomadas no último domingo, dia 11. "São 25 anos do MST e 13 anos de abril vermelho. Essa quadrilha organizada já alcançou a maioridade e ainda não foi penalizada, não foi punida. E a garantia à propriedade é direito garantido pela Constituição Federal como direito fundamental, mas não é respeitada por esse grupo que precisa ser criminalizado", criticou Kátia Abreu, logo após protocolar documentação dirigida ao ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, hoje, em Brasília. Essa foi a primeira ação da campanha "Vamos tirar o Brasil do Vermelho - Invasão é crime", uma iniciativa da CNA que vai mobilizar a sociedade brasileira pela defesa do Direito de Propriedade.
Além de encaminhar pedido de apoio do Ministério da Justiça, a CNA vai realizar uma campanha de coleta de assinaturas da população contra as invasões de terras, com estimativa de 1 milhão de adesões. Também será montada uma rede de assistência jurídica em todas as unidades da federação para aperfeiçoar o processo de criminalização dos responsáveis pelas invasões e depredações de fazendas. "O campo tem direito à mesma proteção e segurança que a população urbana. Estamos pedindo proteção, que é uma condição que a Constituição garante a todos. Hoje, infelizmente, estamos diante da impunidade. Os líderes do MST ultrapassaram todos os limites. Por isso é que a CNA não medirá esforços, sempre dentro da legalidade, para garantir que esses criminosos sejam punidos", afirmou Kátia Abreu.
- Direito Garantido - CNA reage ao abril vermelho e propõe ao ministro da justiça à criação do Plano de Combate a invasão
A presidente da CNA, Kátia Abreu, disse que é preciso garantir a paz no campo e o Direito de Propriedade
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, protocolou nesta terça-feira, 13 de abril, no Ministério da Justiça, um documento solicitando apoio do governo federal contra as ações do "abril vermelho", executadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) em todo o País e retomadas no último domingo, dia 11. "São 25 anos do MST e 13 anos de abril vermelho. Essa quadrilha organizada já alcançou a maioridade e ainda não foi penalizada, não foi punida. E a garantia à propriedade é direito garantido pela Constituição Federal como direito fundamental, mas não é respeitada por esse grupo que precisa ser criminalizado", criticou Kátia Abreu, logo após protocolar documentação dirigida ao ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, hoje, em Brasília. Essa foi a primeira ação da campanha "Vamos tirar o Brasil do Vermelho - Invasão é crime", uma iniciativa da CNA que vai mobilizar a sociedade brasileira pela defesa do Direito de Propriedade.
Além de encaminhar pedido de apoio do Ministério da Justiça, a CNA vai realizar uma campanha de coleta de assinaturas da população contra as invasões de terras, com estimativa de 1 milhão de adesões. Também será montada uma rede de assistência jurídica em todas as unidades da federação para aperfeiçoar o processo de criminalização dos responsáveis pelas invasões e depredações de fazendas. "O campo tem direito à mesma proteção e segurança que a população urbana. Estamos pedindo proteção, que é uma condição que a Constituição garante a todos. Hoje, infelizmente, estamos diante da impunidade. Os líderes do MST ultrapassaram todos os limites. Por isso é que a CNA não medirá esforços, sempre dentro da legalidade, para garantir que esses criminosos sejam punidos", afirmou Kátia Abreu.