Pedreiro acusado de matar seis jovens em Luziânia é encontrado morto dentro de cela
GOIÂNIA - O pedreiro Adimar Jesus da Silva, assassinato confesso de seis jovens de Luziânia, município do entorno de Brasília, foi encontrado morto dentro da cela no começo da tarde deste domingo.
Segundos agentes da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos, Adimar Jesus da Silva foi encontrado enforcado com uma corda feita com a capa do colchão. Como ele estava preso isolado em uma cela que precisou ser desocupada, a polícia acredita que ele tenha se matado. Equipes do Instituto Medico Legal foram enviadas para o local.
Segundo a delegada Renata Cheim, titular da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), em Goiânia, Adimar estava isolado em uma cela e, até o meio-dia, conversou com os onze vizinhos de cela. Aos outros presos, contou com detalhes como cometeu os crimes.
- Ele estava tranquilo, conversando com os outros presos. Eles deram depoimento contado que Adimar revelou os detalhes do crime pouco antes de morrer - contou Renata, concluindo:
- É um caso típico mesmo de suicídio.
Segundo a delegada, o preso não apresentava sinais de depressão ou de perturbação. Em sua conversa com colegas, pouco antes de morrer, Adimar teria dito que ouvia vozes dentro de sua cabeça - um sintoma típico de pacientes com esquizofrenia.
- Ele estava normal, sem sinais de depressão ou perturbação. Mas disse para os outros presos hoje de manhã que ouvia vozes.
Renata garantiu que ninguém entrou na cela de Adimar nos momentos anteriores à morte dele. E que imagens do circuito interno de câmeras da delegacia comprovam esse fato. A delegada afirmou que o preso não tinha na cela roupas ou lençol - uma medida tomada pela polícia justamente para evitar o suicídio.
O pedreiro havia sido preso há 8 dias, quase três meses depois do último assassinato. Os garotos sumiram entre 30 de dezembro e janeiro passado.
GOIÂNIA - O pedreiro Adimar Jesus da Silva, assassinato confesso de seis jovens de Luziânia, município do entorno de Brasília, foi encontrado morto dentro da cela no começo da tarde deste domingo.
Segundos agentes da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos, Adimar Jesus da Silva foi encontrado enforcado com uma corda feita com a capa do colchão. Como ele estava preso isolado em uma cela que precisou ser desocupada, a polícia acredita que ele tenha se matado. Equipes do Instituto Medico Legal foram enviadas para o local.
Segundo a delegada Renata Cheim, titular da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), em Goiânia, Adimar estava isolado em uma cela e, até o meio-dia, conversou com os onze vizinhos de cela. Aos outros presos, contou com detalhes como cometeu os crimes.
- Ele estava tranquilo, conversando com os outros presos. Eles deram depoimento contado que Adimar revelou os detalhes do crime pouco antes de morrer - contou Renata, concluindo:
- É um caso típico mesmo de suicídio.
Segundo a delegada, o preso não apresentava sinais de depressão ou de perturbação. Em sua conversa com colegas, pouco antes de morrer, Adimar teria dito que ouvia vozes dentro de sua cabeça - um sintoma típico de pacientes com esquizofrenia.
- Ele estava normal, sem sinais de depressão ou perturbação. Mas disse para os outros presos hoje de manhã que ouvia vozes.
Renata garantiu que ninguém entrou na cela de Adimar nos momentos anteriores à morte dele. E que imagens do circuito interno de câmeras da delegacia comprovam esse fato. A delegada afirmou que o preso não tinha na cela roupas ou lençol - uma medida tomada pela polícia justamente para evitar o suicídio.
O pedreiro havia sido preso há 8 dias, quase três meses depois do último assassinato. Os garotos sumiram entre 30 de dezembro e janeiro passado.

