britânicas
De acordo com reportagem da BBC, gangues muçulmanas estão impondo uma forma de charia dentro de algumas prisões da Grã-Bretanha, onde os muçulmanos parecem ser maioria.
De acordo com a investigação, presos não-muçulmanos na prisão de alta segurança Long Lartin foram forçados por muçulmanos a pararem de ouvir música "ocidental" e tirar fotos de mulheres de suas celas.
Embora os presos possam cozinhar sua própria comida, eles não preparam nada feito com porco, com medo de ofender os muçulmanos.
De acordo com um ex-trabalhador da prisão, que falou ao programa Donal Macintyre Show, da Radio Five Live, jovens prisioneiros são alvos de conversão forçada ao Islão pelas gangues. Um prisioneiro católico, segundo ele, foi atacado seriamente, depois de rejeitar se converter ao Islão.
No último ano, a inspetora-chefe das prisões, Anne Owers, alertou em um relatório oficial sobre a crescente dominação de gangues muçulmanas nas cadeias. Owers disse que há uma cultura similar de gangue em pelo menos três outras prisões de alta segurança: Whitemoor em Cambridgeshire, Belmarsh em South East London e Full Sutton em North Yorkshire. Alguns dos líderes das gangues são prisioneiros terroristas, mas a maioria são presos comuns.
Dois ex-prisioneiros muçulmanos falaram à BBC que muçulmanos dominam algumas prisões em Londres e descreveram como eles assistiam vídeos da Alcaida em suas celas, trazidos por funcionários corruptos.
Malcolm Moss, presidente nacional da Associação dos agentes penitenciários, disse: "Nós estamos vendo mais e mais gangues muçulmanas nas nossas prisões. Muitas vezes, os muçulmanos que vão para a prisão são obrigados a entrar nas gangues para sua própria protecção. E essa cultura levanta uma asa (gíria), assume uma área da prisão. Vemos isso como um perigo real, agora e para o futuro das prisões".
De acordo com reportagem da BBC, gangues muçulmanas estão impondo uma forma de charia dentro de algumas prisões da Grã-Bretanha, onde os muçulmanos parecem ser maioria.
De acordo com a investigação, presos não-muçulmanos na prisão de alta segurança Long Lartin foram forçados por muçulmanos a pararem de ouvir música "ocidental" e tirar fotos de mulheres de suas celas.
Embora os presos possam cozinhar sua própria comida, eles não preparam nada feito com porco, com medo de ofender os muçulmanos.
De acordo com um ex-trabalhador da prisão, que falou ao programa Donal Macintyre Show, da Radio Five Live, jovens prisioneiros são alvos de conversão forçada ao Islão pelas gangues. Um prisioneiro católico, segundo ele, foi atacado seriamente, depois de rejeitar se converter ao Islão.
No último ano, a inspetora-chefe das prisões, Anne Owers, alertou em um relatório oficial sobre a crescente dominação de gangues muçulmanas nas cadeias. Owers disse que há uma cultura similar de gangue em pelo menos três outras prisões de alta segurança: Whitemoor em Cambridgeshire, Belmarsh em South East London e Full Sutton em North Yorkshire. Alguns dos líderes das gangues são prisioneiros terroristas, mas a maioria são presos comuns.
Dois ex-prisioneiros muçulmanos falaram à BBC que muçulmanos dominam algumas prisões em Londres e descreveram como eles assistiam vídeos da Alcaida em suas celas, trazidos por funcionários corruptos.
Malcolm Moss, presidente nacional da Associação dos agentes penitenciários, disse: "Nós estamos vendo mais e mais gangues muçulmanas nas nossas prisões. Muitas vezes, os muçulmanos que vão para a prisão são obrigados a entrar nas gangues para sua própria protecção. E essa cultura levanta uma asa (gíria), assume uma área da prisão. Vemos isso como um perigo real, agora e para o futuro das prisões".