Oposição cede e volta ao Parlamento após três dias de ataques sandinistas
Pelo terceiro dia consecutivo, simpatizantes da governista Frente Sandinista de Libertação Nacional atacaram com pedras e bombas caseiras a sede do Parlamento da Nicarágua, onde os deputados da oposição só puderam entrar escoltados pela polícia. Sob a tensão do lado de fora, os deputados retomaram as sessões e aprovaram algumas leis, encerrando boicote de três meses às sessões.
O presidente do Parlamento, sandinista René Núñez, justificou a violência que chamou de "justa ira do povo". Já a OEA (Organização dos Estados Americanos) emitiu um comunicado no qual mostra sua "profunda preocupação" com o que ocorre na Nicarágua.
Os deputados da oposição foram impedidos por dois dias de entrar no Parlamento pelas forças sandinistas. Eles entraram sob custódia da polícia, depois de um chamado de Núñez.
A sessão, que durou duas horas, aconteceu sem incidentes, embora os sandinistas continuassem lançando pedras contra o edifício do Congresso.
Os deputados opositores boicotaram durante os últimos três meses as sessões do Congresso, como punição ao presidente Daniel Ortega, que ditou um questionado decreto que prorrogava o mandato de cerca de 25 funcionários de vários poderes do Estado, cuja competência cabe ao Parlamento. A oposição disse que o decreto usurpava poderes.
Durante a sessão desta quinta-feira, os legisladores aprovaram uma lei para autorizar a saída das tropas do Exército nas festas do Bicentenário da Independência da Venezuela e um crédito ao país de um organismo internacional, cujo montante não foi mencionado.
Ao fim da sessão, os deputados sandinistas se reuniram do lado de fora do Congresso com os manifestantes --que logo deixaram o local-- e proclamaram a "vitória do povo" com o fim do boicote. Os deputados da oposição, por sua vez, abandonaram o Parlamento sob escolta policial.
Pelo terceiro dia consecutivo, simpatizantes da governista Frente Sandinista de Libertação Nacional atacaram com pedras e bombas caseiras a sede do Parlamento da Nicarágua, onde os deputados da oposição só puderam entrar escoltados pela polícia. Sob a tensão do lado de fora, os deputados retomaram as sessões e aprovaram algumas leis, encerrando boicote de três meses às sessões.
O presidente do Parlamento, sandinista René Núñez, justificou a violência que chamou de "justa ira do povo". Já a OEA (Organização dos Estados Americanos) emitiu um comunicado no qual mostra sua "profunda preocupação" com o que ocorre na Nicarágua.
Os deputados da oposição foram impedidos por dois dias de entrar no Parlamento pelas forças sandinistas. Eles entraram sob custódia da polícia, depois de um chamado de Núñez.
A sessão, que durou duas horas, aconteceu sem incidentes, embora os sandinistas continuassem lançando pedras contra o edifício do Congresso.
Os deputados opositores boicotaram durante os últimos três meses as sessões do Congresso, como punição ao presidente Daniel Ortega, que ditou um questionado decreto que prorrogava o mandato de cerca de 25 funcionários de vários poderes do Estado, cuja competência cabe ao Parlamento. A oposição disse que o decreto usurpava poderes.
Durante a sessão desta quinta-feira, os legisladores aprovaram uma lei para autorizar a saída das tropas do Exército nas festas do Bicentenário da Independência da Venezuela e um crédito ao país de um organismo internacional, cujo montante não foi mencionado.
Ao fim da sessão, os deputados sandinistas se reuniram do lado de fora do Congresso com os manifestantes --que logo deixaram o local-- e proclamaram a "vitória do povo" com o fim do boicote. Os deputados da oposição, por sua vez, abandonaram o Parlamento sob escolta policial.