os tempos
Segundo dados divulgados pela ONS, o déficit público britânico alcançou 62% do PIB daquele país, ou impressionantes £107,6 bilhões no exercício financeiro de 2009/2010. Esse déficit é quase o dobro do último ano financeiro, que foi de £49,7 bilhões. Além disso, os empréstimos que o governo tomou alcançaram £152,8 bilhões durante o último ano financeiro, que também é o montante mais alto de todos os tempos. O desemprego foi citado como um dos principais fatores caracterizadores do aumento dos gastos públicos neste ano.
Este fato ilustra a falência do "estado do bem-estar social". O Estado, comportando-se como um deus que supre todos os aspectos da vida humana, precisa aumentar impostos para conceder assistências, pois não consegue fazer nada sem taxar as pessoas. O aumento dos impostos, por sua vez, faz com que empresas (principalmente as pequenas) sofram falências, o que gera desemprego. O aumento do desemprego, por sua vez, vai requerer novos benefícios do Estado, que só conseguirá concedê-los com novos aumentos de impostos, gerando um círculo vicioso. Certamente, grandes crises financeiras mundiais virão.
Segundo dados divulgados pela ONS, o déficit público britânico alcançou 62% do PIB daquele país, ou impressionantes £107,6 bilhões no exercício financeiro de 2009/2010. Esse déficit é quase o dobro do último ano financeiro, que foi de £49,7 bilhões. Além disso, os empréstimos que o governo tomou alcançaram £152,8 bilhões durante o último ano financeiro, que também é o montante mais alto de todos os tempos. O desemprego foi citado como um dos principais fatores caracterizadores do aumento dos gastos públicos neste ano.
Este fato ilustra a falência do "estado do bem-estar social". O Estado, comportando-se como um deus que supre todos os aspectos da vida humana, precisa aumentar impostos para conceder assistências, pois não consegue fazer nada sem taxar as pessoas. O aumento dos impostos, por sua vez, faz com que empresas (principalmente as pequenas) sofram falências, o que gera desemprego. O aumento do desemprego, por sua vez, vai requerer novos benefícios do Estado, que só conseguirá concedê-los com novos aumentos de impostos, gerando um círculo vicioso. Certamente, grandes crises financeiras mundiais virão.