O cantor Guilherme Arantes, 56 anos, disse estar preocupado com a possibilidade de o capitalismo utilizar métodos vindos do fascismo para vender cultura de massa. À coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, ele criticou a última edição do programa.
'Como é que um nazista homofóbico (Marcelo Dourado] vence o 'Big Brother'? Que sociedade é essa? As raízes de um holocausto permanecem latentes', disse o cantor ao repórter Marcus Preto.
Arantes dise que torcia pela vitória de Dicesar, mas que o grande vencedor da edição foi mesmo Serginho. 'É o único que vai trilhar carreira de artista. É uma figura talentosa, amorosa, carinhosa, querida', disse.
Arantes também comentou as críticas que sua carreira recebia. 'Fui crucificado nos anos 80 por ser doce e ter raiz romântica. Rasgava o peito e me chamavam de brega. Mas o mundo precisa dos angustiados. A nova geração traz de volta a doçura perdida na cocaína dos anos 80. Eu ia ver os Titãs e só tinha homem de preto gritando 'ô, ô, ô, ô'. Pensava: 'Que é isso? Hitler venceu?'.'.
'Como é que um nazista homofóbico (Marcelo Dourado] vence o 'Big Brother'? Que sociedade é essa? As raízes de um holocausto permanecem latentes', disse o cantor ao repórter Marcus Preto.
Arantes dise que torcia pela vitória de Dicesar, mas que o grande vencedor da edição foi mesmo Serginho. 'É o único que vai trilhar carreira de artista. É uma figura talentosa, amorosa, carinhosa, querida', disse.
Arantes também comentou as críticas que sua carreira recebia. 'Fui crucificado nos anos 80 por ser doce e ter raiz romântica. Rasgava o peito e me chamavam de brega. Mas o mundo precisa dos angustiados. A nova geração traz de volta a doçura perdida na cocaína dos anos 80. Eu ia ver os Titãs e só tinha homem de preto gritando 'ô, ô, ô, ô'. Pensava: 'Que é isso? Hitler venceu?'.'.