Situação de Fidel Castro "é muito grave", dizem médicos espanhóis
Fontes médicas afirmam que ditador passou por 3 operações fracassadas.
Infecção no intestino de Fidel provocou "perda de muita massa muscular".
MADRI - Uma grave infecção intestinal e várias complicações após três "operações fracassadas" mantêm o ditador cubano Fidel Castro prostrado, em "situação muito grave", segundo duas fontes médicas do hospital espanhol Gregorio Marañón, de Madri, citados pelo jornal "El País" nesta terça-feira (16).
Problemas no intestino
O "El País" afirma que a infecção do intestino grosso de Fidel se agravou e tornou-se uma peritonite. A piora obrigou a uma primeira operação, para extirpar parte do intestino grosso "afetada por diverticulite" (inflamação da parte interna do intestino, semelhante à apendicite).
"Posteriormente, uma segunda intervenção conectou o intestino grosso com o reto para recuperar a dinâmica natural do órgão", segundo os médicos citadas pelo jornal.
Mas a evolução não foi boa. Apesar dos antibióticos, a infecção liberou sedimentos no abdômen, o que causou uma nova peritonite.
O fracasso da primeira cirurgia levou o presidente cubano de volta à mesa de operações. "Os médicos limparam e drenaram a zona infectada e realizaram uma ileostomia, abrindo um orifício no abdômen para uma bolsa recolher os sedimentos", disse a fonte.
O jornal revela que a segunda operação também fracassou e os médicos precisaram operar Fidel Castro de novo. "Uma fístula nos canais biliares obrigou a implantar uma prótese fabricada na Coréia, que falhou e foi substituída por outra espanhola", acrescenta.
"Castro perdeu em todo o processo uma grande massa muscular e precisa de alimentação parenteral", diz o jornal.
do G1, com informações da EFE em 16/01/2007 - 10h26m
Fontes médicas afirmam que ditador passou por 3 operações fracassadas.
Infecção no intestino de Fidel provocou "perda de muita massa muscular".
MADRI - Uma grave infecção intestinal e várias complicações após três "operações fracassadas" mantêm o ditador cubano Fidel Castro prostrado, em "situação muito grave", segundo duas fontes médicas do hospital espanhol Gregorio Marañón, de Madri, citados pelo jornal "El País" nesta terça-feira (16).
Problemas no intestino
O "El País" afirma que a infecção do intestino grosso de Fidel se agravou e tornou-se uma peritonite. A piora obrigou a uma primeira operação, para extirpar parte do intestino grosso "afetada por diverticulite" (inflamação da parte interna do intestino, semelhante à apendicite).
"Posteriormente, uma segunda intervenção conectou o intestino grosso com o reto para recuperar a dinâmica natural do órgão", segundo os médicos citadas pelo jornal.
Mas a evolução não foi boa. Apesar dos antibióticos, a infecção liberou sedimentos no abdômen, o que causou uma nova peritonite.
O fracasso da primeira cirurgia levou o presidente cubano de volta à mesa de operações. "Os médicos limparam e drenaram a zona infectada e realizaram uma ileostomia, abrindo um orifício no abdômen para uma bolsa recolher os sedimentos", disse a fonte.
O jornal revela que a segunda operação também fracassou e os médicos precisaram operar Fidel Castro de novo. "Uma fístula nos canais biliares obrigou a implantar uma prótese fabricada na Coréia, que falhou e foi substituída por outra espanhola", acrescenta.
"Castro perdeu em todo o processo uma grande massa muscular e precisa de alimentação parenteral", diz o jornal.
do G1, com informações da EFE em 16/01/2007 - 10h26m