Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Movimento Monárquico www.monarquia.org.br

Iniciado por marcos em 22/11/2004 · 16 mensagens

marcos#1
Vc quer conhecer o ssitema político que pode dar um salto de qualidade apra o Brasil, acesse:

http://www.monarquia.org.br/

Vamos ser prósperos como a Inglaterra, Holanda, japão, Espanha, Austrália,...

No mundo, os paises mais desenvolvidos socialmente são monarquistas.
luciano_10#2
Fico me perguntando como seria designado o rei da monarquia brasileira... seria um Orleans e Bragança?

Seria ele eleito democraticamente por voto direto ou seria aquele designado pela vontade de Deus?

O amigo tem alguma queixa do sistema presidencialista?
david_7#3
Velha estoria: meter penas no seu traseiro nao te transforma em uma galinha.
fernando_11#4
O Rei do Brasil já é o Pelé!
ianaletcia#5
Os brasileiros ainda não tiveram tempo de apagar seus traumas com a última monarquia... acho que é uma questão não essencial e que não necessariamente resolveria nossos problemas.
Nos países monárquicos citados, não é necessariamente por causa da monarquia que são desenvolvidos, há toda uma história atrás, que sustentou o desenvolvimento, muito diferente do Brasil.
walter_2#6
O voto distrital é um dos maiores absurdos e é também responsável pelo continuismo dos políticos, traz a menor alteração de quadros. A literatura estado-unidense é cheia de referências a este fato, chamado de política do "pork Barrel".
O raciocínio é o seguinte: aquele que está no posto, concorrendo à reeleição, tem algo a apresentar para os seus eleitores, um ponte, um escola municipal, um novo semáforo. O concorrente não tem nada. Caso o primeiro não tenha feito uma ENORME MERDA durante o seu mandato (acusação de corrupção, pulada de cerca....) é quase certeza que ganhará. Assim o ciclo se repõe pois e agora reeleito traz mais uma "migalha", um "bacon", e nas eleições posteriores se elegerá novamente. Os índices de reeleição são altíssimos, e não por mérito dos políticos!
germano#7
Poderiamos, também, inverter os pólos da Terra para podermos ser um país do Hemisfério Norte. Subdesenvolvimento nunca mais!!!
henique#8
pelé nada, o rei é o roberto carlos, ele tem até um membro de madeira pra ser o cetro
marcos#9
Creio que o pessoal levou na brincadeira o tópico que fundei sobre Monarquia, mas vamos aos fatos.

Por que monarca em vez de presidente?Muito simples. O Chefe de Estado é vitalicio e apartidário.O monarca garante com sua imparcialidade a unidade nacional.

No caso da monarquia, existe o primeiro ministro que é eleito por voto popular ou pelo parlamento (representantes do povo)

Muitos querem Geraldo Alkimin como presidente, mas porque nõ colocá-lo como primeiro ministro ? Ele teria mais tempo de implantar as mudanças necessária para o pais.

A Mnoarquia tem voto para prefeito, vereadores, deputados Etaduais e municipais, governadores. Só não teriamos para presidente, que seria sustituido pelo primeiro ministro.

Se considerarmos que 5% da população sabe realmente escolher com qualidade, acho mais provável o parlamento escolher o primeiro ministro, mas a Casa IMperial entende que o voto popular fará o primeiro-ministro.

Porque se defender a República? comodismo ou conveniência?

Creio que a Mnoarquia tem democracia tem foto como a República. entretanto, ela tem algo mais que isso, a enfase na família. A gestão monárquica visa o bem-estar das futuras gerações, visa o bem-estar dos seus filhos e netos.

Hoje, Dom Luiz de Orleans e Bragança seria proclamado imperador do Brasil. É um homem democrático e temente e Deus.

Monarquia aqui no Brasil significa uma aproximação com a Europa e todos os paises monárquicos no mundo

Europa : Suécia, Dinamarca, Belgica, holanda, Espanha, Austria,...

Asia : Japão

Oceania : Austrália

America do Norte : Canadá,..

Creio que monarquia iria trazer mais investimentos ao país, mais turismo, menos impostos, menos taxa de juros, mais estabilidade política, melhores salários

Os custo da família Imperial são praticamente geradas por ela mesma com o menor custo do dinheiro e a explosão do turismo e mudanças culturais que gerariam novos produtos e serviços.

http://www.monarquia.org.br/
henique#10
australia e canadá sao monarquias??
isso eu nao sabia..
marcelo_2#11
Acho interessantíssimo o debate entre república e monarquia e vejo que, infelizmente o pessoal da comunidade não o está levano a sério. Geralmente todo mundo é a favor da república por comodismo. Ou porque na república o presidente é eleito.
Não tenho posição a respeito, mas acredito que eleger um presidente não é razão suficiente para adotar o regime republicano.
Há algum tempo descobri que dois homens insuspeitos e sem qualquer ligação com a Casa Real brasileira são (ou eram) monarquistas: O falecido economista Mário Henrique Simonsen e o embaixador Meira Penna.
Basicamente, juntando as defesas que eles fazem da monarquia, se dá o seguinte:
- A monarquia é um regime mais estável que a república por causa da figura do monarca. Comparem o período da monarquia brasileira com a república. Na monarquia, o único período de confusão interna que houve foi durante as regências. Já na república, golpes de Estado, presidente obrigado a renunciar, outro que se mata e assim por diante.
- Na monarquia o rei e a família real desempenham o papel de líderes carismáticos na sociedade, diminuindo a chance de políticos populistas, como Collor e Lula serem eleitos.
Também não custa lembrar que foi graças à monarquia que o Brasil manteve a sua unidade, ao contrário da América espanhola, que se fragmentou em dezenas de países.
marcelo_2#12
Acho que se a monarquia fosse instalada hoje no Brasil não seria D. Luís que assumiria mas sim seu irmão que é o terceiro na linha de sucessão, D. Antônio, se não me engano. Isso devido à briga sucessório. Especula-se que D. Luís e D. Bertrand renunciariam.
O que acha?
thiago_9#13
Antes de iniciar um debate mais sério sobre o tema (o que pretendo fazer na próxima semana), deve-se esclarecer alguns pontos:

1- A forma monárquica de governo também é republicana, no sentido de cuidar da "res publica";

2- O pensamento de base dos "Founding Fathers" dos EUA não era anti-monárquico, pois era baseado numa abordagem conservadora dos problemas existentes, buscando a proteção dos direitos e dos princípios da lei natural contra um governo despótico (que pode possuir qualquer forma). O fato de se ter adotado a forma republicana é apenas uma decorrência de características particulares do momento histórico naquele espaço geográfico;

3- O episódio contado, que ocorreu na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, está deturpado. Na verdade, os manifestantes, que como todo bom universitário dos tempos atuais não sabiam debater e achavam que o deboche podia suplantar suas deficiências argumentativas (como ocorreu novamente no debate com Olavo), receberam uma boa resposta e ficaram diminuídos pela atitude digna do príncepe;

4- Monarquia não implica em centralização política (é só pensar nas monarquias medievais) e esse fato só se deu na época do Império pela necessidade de se garantir a unidade territorial do país (o que foi feito com sucesso). Num regime monárquico ideal para o Brasil, onde o poder central teria um papel subsidiário (frente à família, às associações, às empresas, às entidades religiosas, aos municípios e aos estados), a figura do monarca evitaria o caos que sistemas parlamentares republicanos conhecem vez ou outra;

5- Na Austrália, para raiva dos esquerdistas de plantão, a monarquia venceu com mais de 58% um plebiscito um ou dois anos atrás.
marcos#14
Dom Bertrand de Orleans e Bragança

Poucos temas me deixam tão à vontade para abordá-los como o do chamado trabalho escravo. Realmente, conservo viva em meu coração e em minha alma a alegria de ser bisneto da princesa Isabel, que ficou conhecida no Brasil como a Redentora por ter assinado a famosa Lei Áurea.
E ela o fez em situação política muito adversa, arriscando com isso a própria estabilidade do trono do qual era herdeira, o que evidencia por si só seu empenho superlativo em dar pronta liberdade àqueles que não a possuíam.

De modo que, se houvesse no Brasil de hoje um risco real de voltarmos à vigência da escravidão, eu me sentiria obrigado em consciência, como católico, como brasileiro, mas também como membro da família imperial, a empreender tudo quanto ao meu alcance estivesse para evitá-lo.

É por isso, aliás, que vejo com tristeza, dor e mesmo indignação certas práticas que se generalizam nos assentamentos de reforma agrária, em que agricultores pobres vão sendo colocados sob autoridade omnímoda de líderes do MST, tornando-se em tudo deles dependentes, inclusive no que diz respeito a verbas, cestas básicas e outras benesses fornecidos pelo governo federal. São os novos servos da gleba do século 21.

Mas, infelizmente, não é a favor da libertação deles que ecoam os alto-falantes de certa mídia e de certos políticos quando propagam a idéia de que uma neo-escravidão estaria encontrando guarida nos campos brasileiros.

O slogan ‘‘trabalho escravo’’ tem sido utilizado para rotular meras infrações à legislação trabalhista, ou quando muito trabalho realizado em condições impróprias ou degradantes, já puníveis pelos códigos competentes. Até a falta de carteira assinada é apontada como fator que caracteriza a escravidão, sem atentar para o ridículo de tal classificação num país como o nosso, em que 58% do trabalho é realizado na informalidade.
marcos#15
O tema é vasto e vem desenvolvido no opúsculo Trabalho escravo, nova arma contra a propriedade privada, do jornalista Nelson Barretto, colaborador da Associação dos Fundadores da TFP — Tradição, Família e Propriedade.

Desejo aqui pronunciar-me apenas sobre um ponto: o projeto de emenda constitucional (PEC) que, sobre o assunto, tramita na Câmara e pune a exploração do trabalho escravo com pena de expropriação, sem indenização. Pune a quem? A redação da PEC estranhamente confunde a propriedade com a pessoa que estaria cometendo o pretenso crime de escravidão. É tal a aversão que transparece no projeto à propriedade que esta parece ser a ‘‘criminosa’’, em lugar do proprietário. Diz o texto: ‘‘As propriedades (...) onde for localizada (...) a exploração de trabalho escravo serão expropriadas’’.

O destino da terra assim expropriada é servir à malfadada reforma agrária. Por que misturar trabalho escravo com reforma agrária? Para conseguir terra de graça? É moral tal atitude? É própria de um regime de liberdade?

Ao que parece influi decisivamente o fato de não haver mais terras improdutivas em mãos de particulares. Só não produzem as que estão sob domínio do Estado, a qualquer título, como as reservas florestais, os latifúndios indígenas, os parques nacionais e... os assentamentos do Incra. Mas então a reforma agrária é feita contra a propriedade particular?

Acresce a essas considerações o fato de que a produção obtida pelo agronegócio é espetacular e vem sendo o esteio da economia nacional. Uma perseguição à propriedade particular a pretexto de trabalho escravo ou qualquer outro poderia afetar a fundo a produção nacional, encaminhando o país nas sendas de um miserabilismo de tipo cubano, tão amado dos D. Balduínos e seus companheiros da Comissão Pastoral da Terra (CPT).
marcos#16
Não só a CPT, mas também o MST, na coerência de sua inspiração marxista, têm sido os arautos da luta contra o agronegócio no Brasil. Tais movimentos ficariam entusiasmadíssimos com o governo atual caso este iniciasse um combate ao trabalho escravo que redundasse numa perseguição ao agronegócio.

Meras elucubrações ou realidade em andamento? De qualquer modo, o pensamento político (com P maiúsculo, não-partidário), faz-se muito de levantar hipóteses. Já o dizia o saudoso professor Plinio Corrêa de Oliveira. Os fatos confirmarão ou desmentirão essas hipóteses. Fiquemos atentos.

PARA AS PESSOAS QUE FALAM QUE MONARQUIA PREGA ESCRAVIDÃO, UM TAPA COM LUVA DE PELICA.

http://monarquia.zip.net/index.html
http://www.monarquia.org.br/

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