O controle esquerdista das instituições de ensino chegou ao cúmulo! Agora querem proibir uma faculdade de abrir um curso pelo simples fato de ela ser católica tradicional!!!
Vejam matéria da FSP:
06/05/2010 - 09h04
Conselho nega pedido para dissidente da TFP criar faculdade
O Conselho Nacional de Educação acendeu uma polêmica no meio acadêmico ao negar um pedido da Arautos do Evangelho --associação católica conservadora dissidente da TFP (Tradição, Família e Propriedade)-- para abrir uma faculdade com cursos de teologia e filosofia em Caieiras (SP).
Embora afiançada por outras duas instâncias do Ministério da Educação, a proposta de criação da Faculdade Arautos do Evangelho, segundo o conselho, "não apresenta características acadêmicas" e tem caráter "confessional católico".
Antes da negativa do CNE, a Sesu (Secretaria de Educação Superior) e o Inep (o instituto de pesquisas do MEC) haviam atribuído à faculdade conceito 4, numa escala de 0 a 5, nas avaliações de professores, instalações e organização pedagógica.
No processo enviado ao ministério, a Arautos do Evangelho diz que "o Espírito Santo suscitou em suas almas o anseio de formarem uma instituição de cunho religioso com a finalidade de promover a santificação e a evangelização".
Entre as metas a serem atingidas, a candidata a faculdade destacava: 1) a disseminação da doutrina cristã e da fé mariana (em Maria); 2) o amor à eucaristia; 3) a devoção ao papa.
Para o CNE, a faculdade seria "um instrumento da evangelização" e não poderia ser "credenciada pelo poder público".
Vejam matéria da FSP:
06/05/2010 - 09h04
Conselho nega pedido para dissidente da TFP criar faculdade
O Conselho Nacional de Educação acendeu uma polêmica no meio acadêmico ao negar um pedido da Arautos do Evangelho --associação católica conservadora dissidente da TFP (Tradição, Família e Propriedade)-- para abrir uma faculdade com cursos de teologia e filosofia em Caieiras (SP).
Embora afiançada por outras duas instâncias do Ministério da Educação, a proposta de criação da Faculdade Arautos do Evangelho, segundo o conselho, "não apresenta características acadêmicas" e tem caráter "confessional católico".
Antes da negativa do CNE, a Sesu (Secretaria de Educação Superior) e o Inep (o instituto de pesquisas do MEC) haviam atribuído à faculdade conceito 4, numa escala de 0 a 5, nas avaliações de professores, instalações e organização pedagógica.
No processo enviado ao ministério, a Arautos do Evangelho diz que "o Espírito Santo suscitou em suas almas o anseio de formarem uma instituição de cunho religioso com a finalidade de promover a santificação e a evangelização".
Entre as metas a serem atingidas, a candidata a faculdade destacava: 1) a disseminação da doutrina cristã e da fé mariana (em Maria); 2) o amor à eucaristia; 3) a devoção ao papa.
Para o CNE, a faculdade seria "um instrumento da evangelização" e não poderia ser "credenciada pelo poder público".