SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, neste sábado, a demora dos países europeus no socorro à Grécia e disse que o Brasil está vacinado contra a crise da Europa e tem total condição de emprestar dinheiro ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para ser repassado ao governo grego.
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A minha pergunta é a seguinte: A verba do FMI só pode ser usada para finalidades como ajuda a outros países?
Alguém saberia me responder?
Como instituto especializado das Nações Unidas, o Fundo Monetário Internacional vem disciplinado pelo acordo institutivo a Bretton Woods de 1945 e posteriores emendas. Seguindo-se o sentido de seu artigo 1, os auxílios financeiros do Fundo (vale dizer, mútuos internacionais), concedidos tão somente a estados membros e sujeitos a condições, devem ter por destino a correção da balança de pagamentos e a estabilidade do sistema cambial.
Há basicamente dois modelos de mútuo levados a cabo pelo Fundo. Um, de menor monta e respeitando a certas tipicidades, permite a retirada imediata por parte do Estado-membro e deve ser restituído a curto prazo. O segundo, mais comum, é o mencionado empréstimo condicionado, com auxílios de médio a longo termo. Em respeito ao objetivo do Fundo (não apenas uma caixa de mútuo socorro, mas um fator de estabilidade do sistema financeiro), estes últimos mútuos envolvem forte fiscalização, por parte do órgão, ao cumprimento das condições previamente acordadas para o saneamento das situações de risco financeiro. Tratam-se das famosas cartas de intenções assinadas pelos países interessados nos empréstimos.
O Fundo tem outras atividades, sim, mas não-financeiras, tais como o fornecimento de consultoria técnica aos membros.
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Dizem os entendidos no mercado, em especial os verdadeiramente entendidos no mercado - i.e. os austríacos - que o momento pede a aquisição de PRATA, e não ouro.
A cotação do ouro no Brasil também está atrelada às variações da cotação do dólar. É um investimento conservador, mas que exige cuidados. Se o dólar sofrer uma desvalorização muito grande, o ouro também fica comprometido. Não sei se o mesmo ocorre com a prata. Alguém não comunidade com mais conhecimento em investimentos para ajudar?
Em 2005, a revista Foreign Policy pediu a seus colaboradores para escolher uma coisa tida como certa que considerassem superestimada ou que não fosse durar. Depois de um breve intervalo para refletir, escolhi o euro. Tenho certeza de que não o fiz porque queria estar certo. Ao contrário: preferia estar errado. Quando eu ainda morava na Europa, era um dos poucos na esquerda a defender a expansão da comunidade europeia e identificá-la com o elemento progressista na política.
Isso principalmente por conta do efeito positivo que o europeísmo exercera na periferia do continente, especialmente na Espanha, em Portugal e na Grécia. Até meados dos anos 70, esses países tinham sido governados por ditaduras retrógradas, geralmente de caráter religioso e militar. Como a comunidade europeia permitia que apenas democracias parlamentaristas entrassem, ser excluído da parte mais importante do continente deu um incentivo enorme para a classe média desses países apoiar o fim do despotismo.
O mesmo atrativo teve efeitos benéficos sobre outros países. Uma vez que a Irlanda se tornou membro e virou parte da mesma união que o Reino Unido, a fronteira com a Irlanda do Norte tornou-se irrelevante, e foi só uma questão de tempo até a guerra sectária parecer irrelevante. A modernização da Turquia, mesmo sendo irregular, tem muito a ver com o impulso em direção a um sistema comum europeu. E a Europa Oriental, mesmo enquanto o Muro de Berlim ainda existia, media suas aspirações por quão rapidamente se juntaria à comunidade do lado ocidental.
Essa lógica parecia precisar de uma moeda única. Isso significava que a Alemanha unificada, em vez de dominar a Europa, como franceses e britânicos temiam, se tornaria uma Alemanha europeizada. O fim do marco, a moeda alemã, em 2002, foi uma das mais maduras de um Estado moderno, a confirmação da transição do país do nazismo, do stalinismo e da divisão, os três inimigos da Europa moderna.
Surpreendentemente, porém, foi o fato de um fascista que falava alemão ter despertado minhas dúvidas. Entrevistei Jörg Haider (1950-2008), o falecido líder do Partido da Liberdade da Áustria, justamente quando as notas do euro entravam em circulação. Com um desdém desagradável, ele me perguntou se eu gostava do “novo dinheiro esperanto”.
Foi um golpe psicológico inteligente. O velho sonho de uma língua mundial que aboliria a Babel da competição entre os idiomas é quixotesco por motivos óbvios. Ninguém vai aprender uma língua que praticamente ninguém fala. Agora, pense no euro: e se ele acabar virando uma moeda europeia entre muitas, em vez do equivalente monetário de uma língua franca?
É trágico que o sistema europeu já tenha se dividido em duas camadas, e que a de baixo seja ocupada pelos próprios países – Grécia, Portugal, Espanha e Irlanda – que mais se beneficiaram da ascensão à União Europeia. A forma como a Grécia se comportou ao esconder suas dívidas ofendeu os alemães. Hoje se diz abertamente na Alemanha que seria melhor trazer de volta o marco alemão do que resgatar repúblicas de banana quase indigentes. Conversas desse tipo não demoram a evocar uma reação agressiva: o ministro grego das Relações Exteriores, Theodoros Pangalos, relembrou a ocupação da Grécia pelos alemães e a transferência das reservas de ouro do país. Essa atmosfera vai ficar muito pior quando os alemães começarem a resmungar que precisam apertar o próprio cinto para subsidiar regimes menos eficientes.
“Pigs” (porcos, na tradução do inglês) é o nada carinhoso acrônimo para os países – Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha (Spain) – que constituem o “grupo de fora” inserido no “grupo de dentro”. É improvável que países ainda fora do euro – Reino Unido e os da Escandinávia, entre eles – vão fazê-lo agora. Com o euro sendo só outra nota que você tem de trocar quando circula pela Europa, o que vai ser do sonho? Eu queria ter ignorado o coaxar de um fascista austríaco obscuro, mas há alguma coisa na história da Europa que faz isso parecer imprudente.
Lamento botar água nesta fogueira: a UE está conseguindo EXATAMENTE o que foi CRIADA para fazer - está conseguindo o desmonte da Europa, país por país.
O berço da Civilização do Cristianismo será o primeiro a TOMBAR.
A UE jamais quis "uma Europa forte", meu caro: pensar isto é NÃO ENTENDER a NWO.
O que a UE foi criada para ser é o preciso CONTRÁRIO, algo que LIQUIDASSE a Europa.
Que a substituísse por outra coisa.
Meus amigos, se há um conselho que eu posso dar a todos, como explico aos meus filhos e a todo mundo que conheço, este conselho SE RESUME num aviso que nos foi transmitido por Deus, pelo próprio Deus - que como eu firmemente creio CONVERSA conosco, e mais explicadamente conversou quando cá esteve entre nós; é o famoso "PELOS FRUTOS OS CONHECEREIS".
Trata-se de uma instrução PALPÁVEL, inteiramente SIMPLES - e ninguém pode esquecer dela em nenhum minuto e em nenhuma hipótese. Se alguém esquecer, eu devo LEMBRAR a todos.
O que estamos vendo são exatamente os FRUTOS, através de cuja análise podemos conhecer os AUTORES da maquinação existente; ou seja, são as consequências que nos levarão aos INTERESSADOS nessas consequências, e aí facilmente se verá quais foram os métodos utilizados para que as tais das consequências acontecessem.
NADA é aleatório: mesmo que a consequência ANTECEDA a causa.
"A causa é a consequência e a consequência é a causa" - um axioma priscílico perfeitamente demonstrável dentro do paradigma quântico, mas eu não vou fazer isso aqui, não se preocupem. 😄!
Nem acho que tenha sido este o caso no assunto em questão: a UE foi criada, inventada, para que acontecesse o que está acontecendo, que é uma etapa no desmonte da civilização ocidental.
Trapped Inside an Economic Prison (Full version: 14:33)
A collage of speeches by UKIP* Leader Nigel Farage MEP in the European Parliament in Strasbourg and Brussels as Co-President of the Europe of Freedom and Democracy Group (EFD).
Excerpts relate to the euro currency crisis leading up to the bailouts of Greece (May 2010), Ireland (November 2010) and Portugal (April 2011).
"Lamento botar água nesta fogueira: a UE está conseguindo EXATAMENTE o que foi CRIADA para fazer - está conseguindo o desmonte da Europa, país por país.". Eu já tinha pensado nisso, mas torço para que o pessoal perceba isso antes e dê um fim nessa U.E, esses caras de NWO têm que se dar mal nessa.
Assim caminha a Europa, à direita e torta. O velho continente está sem liderança e, na prática, já sem consenso. Nesse passo, a União Europeia, como a conhecemos, deixará de existir em breve. As medidas que restabelecem os controles fronteiriços, adotadas pela França e Itália, demonstram não apenas o crescimento da direita e da xenofobia, mas a falência da atual liderança européia alemã. A Dinamarca, ainda mais radical, anunciou que vai restabelecer os controles de suas fronteiras com Suécia e Alemanha. “Os controles alfandegários serão retomados o mais rapidamente possível”, disse, ontem, o ministro das Finanças, Claus Frederiksen.
É lamentável que a Alemanha se cale frente ao desmonte do Tratado de Schengen e ao abandono das políticas migratórias e de apoio a refugiados de guerra, consagradas pelas Nações Unidas. Principalmente diante de uma guerra promovida pela própria Europa na Líbia.
Ao mesmo tempo em que assistimos a ascensão da direita na Grécia, uma greve geral e manifestações gigantescas paralisam o país. A reação dos trabalhadores é uma demonstração concreta de que as medidas econômicas adotadas por imposição da União e do FMI, não têm respaldo nacional e suas conseqüências se farão sentir nas urnas nas próximas eleições. O mesmo vale para outros países, começando pela Alemanha, Espanha,Portugal,França e Itália.
A propósito. Vale lembrar que, quando países europeus apoiaram a decisão de intervir militarmente na Líbia, não lhes ocorreu uma decorrência óbvia dessa ação: a imigração em massa ao continente de líbios pobres, em fuga frente à matança que se instalou em seu país. É bom que se diga: os imigrantes não são o problema. São vítimas da situação.
O projeto da NOM caminha a passos largos: como diz Mr. Nigel, "THEY ARE LITERALLY TAKING COUNTRIES OVER", estão LITERALMENTE tomando os países, e aos poucos "REMOVE ANY REMAINING TRACES OF DEMOCRACY" - removem todos os vestígios remanescentes de democracia.
Tudo é feito dentro do mesmo modelo antigamente usado pela URSS; e a PROPAGANDA é o instrumento.
Dugin deve olhar a UE, que ele cita como "SEU MODELO" no debate com o Olavo, e repetir intimamente o lema do MacDonald's, o "amo muito tudo isso".
Está funcionando perfeitamente: como está funcionando aqui TAMBÉM.
O velho continente não está sem liderança, amigo: está é subjugado pelas lideranças da Nova Ordem! Porque TOPOU, estupidamente, se entregar a um projeto DESTRUTIVO, que há ANOS é visto como o que é, mesmo: algo feito para ACABAR com a autonomia dos países europeus, e com a da própria "Europa como um todo"!
O projeto novordista quer - e FARÁ ISSO - a formação de blocos imensos, sob lideranças NOVORDISTAS, ou seja: dentro da parceria comuno-bilderbeguiana.
Se a questão fosse apenas estabelecer as fronteiras não seria o maior problema da U.E.
Mas como uma noticia sempre vem para mascarar a outra,a questão cruscial foi quando a alemanha o maior credora da U.E decidiu que Portugal vende-se sua reservas de ouro para cobrir parte da divida,oras!! as reservas de ouro de um país é o que define o valor e lastro da moeda no mercado internacional,os E.U.A teve sua crise mas nunca lhe foi pedido que vende-se o ouro,o que aposto os americanos jamais iriam fazer,pois eles tem a maior reseva de ouro do planeta.
Essa proposta alemã no minimo é mais uma prova que a NOM esta forte e bem obrigado.