Maio 9, 2010 - 08:58
Polícia está em alerta máximo na região
Agentes de segurança pública da região estão apreensivos no Dia das Mães; existe a possibilidade de uma onda de ataques do PCC
FILIPE MANOUKIAN
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
As lembranças dos ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) em 2006 e o alerta do Deinter-1 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior), de São José dos Campos, de que poderiam haver novas investidas neste ano, deixam os agentes de segurança pública do Vale do Paraíba em alerta máximo hoje.
O Deinter-1 descobriu no fim do mês passado a possibilidade de o PCC, principal facção criminosa do Estado, deflagrar uma nova onda de ataques na região. Em 2006, foram registrados nove investidas contra bases policiais.
Para evitar que o fato se repita, as delegacias, distritos policiais e as corporações de bombeiros da região montaram um esquema de segurança ao redor de suas bases, restringindo o acesso.
O Deinter-1 orientou também que os policiais redobrem a atenção e usem coletes à prova de balas.
Medo. Apesar dos avisos dados pelo setor de inteligência da polícia e das orientações sobre como reforçar a segurança, alguns dos policiais não veem nenhum tipo de amparo do Estado nessas situações.
Em Ilhabela, os policiais de plantão deste fim de semana até isolaram o local para impedir o trânsito, mas, para eles, isso não traz nenhuma segurança, pois a delegacia da cidade é um alvo perfeito.
"A delegacia fica no meio do mato e não há nenhum tipo de iluminação ao redor durante a noite", fala o policial civil Carlos Henrique Prado Ranzani.
O plantão neste fim de semana de alerta máximo é feito por apenas dois policiais. "O que acontece de mais grave é que o Estado nos dá as orientações, mas não nos deixa coletes e nem armamento, não muda nada. Se queremos nos sentir seguros, temos que depender dos nossos recursos", desabafa Ranzani. "É cada um por si".
Polícia está em alerta máximo na região
Agentes de segurança pública da região estão apreensivos no Dia das Mães; existe a possibilidade de uma onda de ataques do PCC
FILIPE MANOUKIAN
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
As lembranças dos ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) em 2006 e o alerta do Deinter-1 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior), de São José dos Campos, de que poderiam haver novas investidas neste ano, deixam os agentes de segurança pública do Vale do Paraíba em alerta máximo hoje.
O Deinter-1 descobriu no fim do mês passado a possibilidade de o PCC, principal facção criminosa do Estado, deflagrar uma nova onda de ataques na região. Em 2006, foram registrados nove investidas contra bases policiais.
Para evitar que o fato se repita, as delegacias, distritos policiais e as corporações de bombeiros da região montaram um esquema de segurança ao redor de suas bases, restringindo o acesso.
O Deinter-1 orientou também que os policiais redobrem a atenção e usem coletes à prova de balas.
Medo. Apesar dos avisos dados pelo setor de inteligência da polícia e das orientações sobre como reforçar a segurança, alguns dos policiais não veem nenhum tipo de amparo do Estado nessas situações.
Em Ilhabela, os policiais de plantão deste fim de semana até isolaram o local para impedir o trânsito, mas, para eles, isso não traz nenhuma segurança, pois a delegacia da cidade é um alvo perfeito.
"A delegacia fica no meio do mato e não há nenhum tipo de iluminação ao redor durante a noite", fala o policial civil Carlos Henrique Prado Ranzani.
O plantão neste fim de semana de alerta máximo é feito por apenas dois policiais. "O que acontece de mais grave é que o Estado nos dá as orientações, mas não nos deixa coletes e nem armamento, não muda nada. Se queremos nos sentir seguros, temos que depender dos nossos recursos", desabafa Ranzani. "É cada um por si".