querer visitar uma mesquita no Reino Unido -
Uma garota católica, de 14 anos, chamada Amy Owen, que frequenta a Ellesmere Port Catholic High School em Cheshire, foi considerada como "matando aula" porque não quis comparecer a uma visita na mesquita de Al-Ramah.
A rejeição ocorreu porque, para visitá-la, a escola a recomendou que vestisse trajes islâmicos, o que ela não aceitou. A mãe de Owen, Michelle Davies, não gostou da exigência, e decidiu retirar a filha da viagem. Ela disse que "manteve Owen fora da escola porque ela obstava que sua filha fosse ordenada a se vestir como uma garota muçulmana".
"Ela foi criada na fé e religião católica. Ela não é uma muçulmana e não deve ser dita para se vestir como tal".
A escola, então, enviou uma carta para a mãe, que possuía algumas partes em negrito e maiúsculo, afirmando que a visita era REQUERIDA para promover "a coesão da comunidade".
No início da semana, a mãe de Owen recebeu uma ligação dizendo que a falta da filha foi registrada como não-autorizada. Segundo o Christian Institute, outras dez garotas boicotaram a visita.
O porta-voz da escola defendeu a medida, dizendo que "ao manter com boas práticas aceitas, nós temos o prazer de prover os estudantes com uma experiência de visitar uma mesquita e a oportunidade de questionar um representante da comunidade em que serve".
A reportagem do Christian Institute lembra que, em 2008, dois garotos em Stoke-on-Trent foram punidos por seu professor por rejeitarem orar para Alá.
Uma garota católica, de 14 anos, chamada Amy Owen, que frequenta a Ellesmere Port Catholic High School em Cheshire, foi considerada como "matando aula" porque não quis comparecer a uma visita na mesquita de Al-Ramah.
A rejeição ocorreu porque, para visitá-la, a escola a recomendou que vestisse trajes islâmicos, o que ela não aceitou. A mãe de Owen, Michelle Davies, não gostou da exigência, e decidiu retirar a filha da viagem. Ela disse que "manteve Owen fora da escola porque ela obstava que sua filha fosse ordenada a se vestir como uma garota muçulmana".
"Ela foi criada na fé e religião católica. Ela não é uma muçulmana e não deve ser dita para se vestir como tal".
A escola, então, enviou uma carta para a mãe, que possuía algumas partes em negrito e maiúsculo, afirmando que a visita era REQUERIDA para promover "a coesão da comunidade".
No início da semana, a mãe de Owen recebeu uma ligação dizendo que a falta da filha foi registrada como não-autorizada. Segundo o Christian Institute, outras dez garotas boicotaram a visita.
O porta-voz da escola defendeu a medida, dizendo que "ao manter com boas práticas aceitas, nós temos o prazer de prover os estudantes com uma experiência de visitar uma mesquita e a oportunidade de questionar um representante da comunidade em que serve".
A reportagem do Christian Institute lembra que, em 2008, dois garotos em Stoke-on-Trent foram punidos por seu professor por rejeitarem orar para Alá.