Durante encontro com presidente do Afeganistão, Obama aceita iniciativa do governo de “abrir as portas a membros do Taleban”
O presidente americano, Barack Obama, disse nesta quarta-feira que os Estados Unidos apoiam a iniciativa do governo do Afeganistão de “abrir as portas a integrantes do Taleban que renunciem à violência e cortem relações com a rede extremista Al-Qaeda”. A declaração foi feita após um encontro de Obama com o presidente afegão, Hamid Karzai, em Washington.
Karzai disse pretender atrair integrantes do Taleban a sair da militância com a promessa de empregos e dinheiro.
Às vésperas de uma grande ofensiva contra o Taleban em seu reduto na região da cidade afegã de Kandahar (sul do país), Obama disse que os militares americanos estão “fazendo um progresso constante”. Segundo ele, as forças lideradas pelos americanos no país estão começando “a reverter o impulso do Taleban”.
Civis
Obama afirmou que os Estados Unidos são “responsáveis” por eventuais mortes de civis afegãos em suas operações e que vêm tomando “medidas extraordinárias” para evitá-las.
“Afinal, é o povo afegão que lutamos para proteger do Taleban”, disse ele, afirmando ainda que a insurgência mata mais civis do que as forças da coalizão liderada pelos Estados Unidos. Karzai e Obama disseram que os rumores de tensão entre os dois países são exagerados.
“Existem momentos em que conversamos com franqueza, e essa franqueza apenas contribui para fortalecer nossa relação”, disse Karzai, ressaltando que “vão ocorrer tensões em uma situação em que tanto americanos como afegãos vêm fazendo sacrifícios enormes”.
Em relação ao Paquistão, o presidente americano afirmou também que está percebendo entre líderes do país uma consciência cada vez maior de que grupos extremistas são um “câncer” que ameaça a soberania paquistanesa.
O presidente americano, Barack Obama, disse nesta quarta-feira que os Estados Unidos apoiam a iniciativa do governo do Afeganistão de “abrir as portas a integrantes do Taleban que renunciem à violência e cortem relações com a rede extremista Al-Qaeda”. A declaração foi feita após um encontro de Obama com o presidente afegão, Hamid Karzai, em Washington.
Karzai disse pretender atrair integrantes do Taleban a sair da militância com a promessa de empregos e dinheiro.
Às vésperas de uma grande ofensiva contra o Taleban em seu reduto na região da cidade afegã de Kandahar (sul do país), Obama disse que os militares americanos estão “fazendo um progresso constante”. Segundo ele, as forças lideradas pelos americanos no país estão começando “a reverter o impulso do Taleban”.
Civis
Obama afirmou que os Estados Unidos são “responsáveis” por eventuais mortes de civis afegãos em suas operações e que vêm tomando “medidas extraordinárias” para evitá-las.
“Afinal, é o povo afegão que lutamos para proteger do Taleban”, disse ele, afirmando ainda que a insurgência mata mais civis do que as forças da coalizão liderada pelos Estados Unidos. Karzai e Obama disseram que os rumores de tensão entre os dois países são exagerados.
“Existem momentos em que conversamos com franqueza, e essa franqueza apenas contribui para fortalecer nossa relação”, disse Karzai, ressaltando que “vão ocorrer tensões em uma situação em que tanto americanos como afegãos vêm fazendo sacrifícios enormes”.
Em relação ao Paquistão, o presidente americano afirmou também que está percebendo entre líderes do país uma consciência cada vez maior de que grupos extremistas são um “câncer” que ameaça a soberania paquistanesa.