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Estatuto do Nascituro

Iniciado por riscardo em 21/05/2010 · 11 mensagens

riscardo#1
Comissão de Seguridade aprova Estatuto do Nascituro

Em reunião que durou mais de quatro horas, marcada por argumentos contra e a favor da interrupção da gravidez, a Comissão de Seguridade Social e Família aprovou o substitutivo da deputada Solange Almeida (PMDB-RJ) ao Projeto de Lei 478/07, dos deputados Luiz Bassuma (PT-BA) e Miguel Martini (PHS-MG), que cria o Estatuto do Nascituro. Em seu substitutivo, a deputada define que a vida começa na concepção. Nascituro é o ser humano concebido, mas ainda não nascido. Este conceito inclui os seres humanos concebidos "in vitro", mesmo antes da transferência para o útero da mulher.

Casos de estupro
Por acordo entre os deputados da comissão, a deputada elaborou uma complementação de voto para ressaltar que o texto aprovado não altera o Artigo 128 do Código Penal, que autoriza o aborto praticado por médico em casos de estupro e de risco de vida para a mãe.

No caso de estupro, o substitutivo garante assistência pré-natal, com acompanhamento psicológico para a mãe; e o direito de ser encaminhado à adoção, caso a mãe concorde. Identificado o genitor do nascituro ou da criança já nascida, este será responsável por pensão alimentícia e, caso ele não seja identificado, o Estado será responsável pela pensão.

O projeto também garante ao nascituro sua inclusão nas políticas sociais públicas que permitam seu desenvolvimento sadio e harmonioso, e seu nascimento em condições dignas.

Ao nascituro com deficiência, o projeto garante todos os métodos terapêuticos e profiláticos existentes para reparar ou minimizar sua deficiência, haja ou não expectativa de sobrevida extra-uterina.
riscardo#2
Direito à vida
Na avaliação dos autores da proposta, o Estatuto vai garantir ao nascituro direito à vida, à saúde, à honra, à integridade física, à alimentação, e à convivência familiar. O projeto original proíbe a manipulação, o congelamento, o descarte e o comércio de embriões humanos, com o único fim de serem suas células transplantadas para adultos doentes - práticas consideradas "atrocidades" pelos autores da proposta. O substitutivo retirou essa proibição.

Tramitação
A deputada rejeitou os projetos de lei 489/07 e 1763/07, apensados. O projeto será votado também pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário da Câmara.

Fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITOS-…SCITURO.html
jlio_2#3
O ideal seria aprovar este texto em Emenda Constitucional, dentro do art. 5º.

Mas isso eles não querem, preferem deixar tudo solto, para uma mudança futura, caso as Caóticas pelo direito de matar reclamem muito.
leonardo_15#4
Não aprecio esse fenômeno do direito estatutário, fomentador de legislações sovrapostas, tendencialmente contraditórias que, por óbvio, dissipam a atenção da sociedade e abrem novas portas para mudanças sutis na configuração geral do ordenamento jurídico.

Estatutos da mulher, do idoso, da criança e do adolescente, dos índios, dos mafagafos e do raio que o parta... subentendem um direito cada vez mais classista, corporativo e compartimentado, operando sob principiologias absolutamente díspares e criando, por fim, categorias de cidadãos mais iguais que os outros em nome do princípio de igualdade. Leia-se: a igualdade formal, aquela perante a lei, é enterrada viva, pois não há mais "a Lei" geral, há leis. Passamos a um sistema de pluralidade de ordenamentos.

Desconheço esse "estatuto do nascituro", mas, pelo pouco que é dito na matéria citada supra, soa como repetição desnecessária de aspectos já albergados pela legislação. Aspectos que, uma vez recapitulados em uma compilação secundária, poderão ser alterados sem alarde através desta mesma e, ao menos enquanto não contestados no foro próprio, surtir efeitos nefastos - e aí volto ao final do primeiro parágrafo.
riscardo#5
Leonardo, achei muito interessante o seu comentário. Até reproduzi em outra comunidade. Indicando a fonte, é claro.
riscardo#6
Deputada brasileira afirma: "Nasci depois de um estupro. Não posso ser a favor do aborto!"

Deputada cuja mãe optou por não abortar hoje se dedica à defesa da vida.

A Deputada Fátima Pelaes durante reunião que aprovou o Estatuto do Nascituro na Comissão de Seguridade e Família, na última quarta-feira, 19, comoveu os deputados na Comissão de Seguridade e Família que aprovou o texto substitutivo deste projeto ao compartilhar que ela mesma foi concebida depois de uma violação e ainda assim sua mãe optou por não abortá-la.

Por isso hoje, Fátima luta pelo direito à vida desde a concepção seja qual for a circunstância em que esta seja ocasionada. O projeto define o direito à vida desde a concepção e protege o nascituro contra qualquer forma de discriminação que venha privá-lo do seu direito a nascer.

Fonte: http://www.paulinos.org.br/novo/noticias_vis.php?id=1791
riscardo#7
“Nós tinhamos todo um plano para vender abortos, e se chamava ‘educação sexual’. Quebrar a inocência natural das meninas, separá-las de seus pais e dos valores, tornarmo-nos ‘experts’ de sexo para elas, assim elas se voltariam para nós. Quando nós então daríamos pílulas anticoncepcionais de baixa dosagem que as fariam ficar grávidas, ou camisinhas defeituosas. Nossa meta era 3 a 5 abortos em cada garota entre 13 e 18 anos”.
Vídeo do YouTube
http://www.youtube.com/watch?v=gOK9eLzCiG4&feature=player_embedded
eric_2#8
avanço!
massasofrida#9
rafael_2#10
Abortistas não se sensibilizam com esse tipo de documentário (que aliás deve ser excelente). Abortistas fazem da morte de um feto humano uma bandeira, um ideal inflexível e inegociável.
massasofrida#11
Contrários ao Estatuto:

Darcísio Perondi PMDB/RS
Henrique Fontana PT/RS
Jofran Frejat PR/DF
Arlindo Chinaglia PT/SP
Dr. Rosinha PT/PR
Pepe Vargas PT/RS
Rita Camata PSDB/ES
Jô Moraes PCdoB/MG

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