Uso de drogas e más companhias estão entre as principais preocupações dos pais e mães 'espiões'
GUILHERMO CODAZZI
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Seu filho usa drogas, anda com más companhias? Como se comporta na balada e na vida escolar? E quem são, afinal, os amigos próximos?
Para obter respostas a essas e outras perguntas, que atormentam a vida dos pais, famílias de classe média alta de São José dos Campos inovaram e decidiram contratar os serviços de detetives particulares, colocando seus filhos como alvo de investigações profissionais, com direito ao uso de equipamentos de alta tecnologia, que parecem saídos de Hollywood.
O serviço, quase restrito à classe média alta e rica, avança a passos largos no município, ameaçando o 'reinado' do adultério, historicamente o principal foco das investigações feitas pelas agências de detetives particulares.
O valor cobrado pela apuração varia, de acordo o tempo e a dificuldade do caso, podendo até ultrapassar os R$ 3.000 por semana. Há também pais 'espiões' que querem saber qual a orientação sexual do filho ou investigar (antes da cerimônia de casamento) se o futuro genro ou nora são fieis, confiáveis.
"Os pais são o que eu ma is atendo agora, os casos conjugais estão ficando em segundo plano, os pais pedem para investigar o filho, ver se ele tem desvios de conduta, se usa drogas, está em gangues ou tem más companhias. Temos avôs também, mas quem mais procura é a mãe, pedem para investigar molecada, tem casos de criança com 12 anos", disse o detetive profissional Mário Rodolfo Delpratto, de 54 anos de vida e 29 de profissão.
Investigação.
O trabalho inclui o acompanhamento do alvo, com o detetive devidamente municiado com câmeras fotográficas e filmadoras. Os profissionais, no caso de investigação sobre uso de drogas, vão a 'biqueiras' (pontos de venda).
GUILHERMO CODAZZI
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Seu filho usa drogas, anda com más companhias? Como se comporta na balada e na vida escolar? E quem são, afinal, os amigos próximos?
Para obter respostas a essas e outras perguntas, que atormentam a vida dos pais, famílias de classe média alta de São José dos Campos inovaram e decidiram contratar os serviços de detetives particulares, colocando seus filhos como alvo de investigações profissionais, com direito ao uso de equipamentos de alta tecnologia, que parecem saídos de Hollywood.
O serviço, quase restrito à classe média alta e rica, avança a passos largos no município, ameaçando o 'reinado' do adultério, historicamente o principal foco das investigações feitas pelas agências de detetives particulares.
O valor cobrado pela apuração varia, de acordo o tempo e a dificuldade do caso, podendo até ultrapassar os R$ 3.000 por semana. Há também pais 'espiões' que querem saber qual a orientação sexual do filho ou investigar (antes da cerimônia de casamento) se o futuro genro ou nora são fieis, confiáveis.
"Os pais são o que eu ma is atendo agora, os casos conjugais estão ficando em segundo plano, os pais pedem para investigar o filho, ver se ele tem desvios de conduta, se usa drogas, está em gangues ou tem más companhias. Temos avôs também, mas quem mais procura é a mãe, pedem para investigar molecada, tem casos de criança com 12 anos", disse o detetive profissional Mário Rodolfo Delpratto, de 54 anos de vida e 29 de profissão.
Investigação.
O trabalho inclui o acompanhamento do alvo, com o detetive devidamente municiado com câmeras fotográficas e filmadoras. Os profissionais, no caso de investigação sobre uso de drogas, vão a 'biqueiras' (pontos de venda).