Dom João de Orleans e Bragança no JÔ! Agora!
Grande M ²
Realmente. Nossa! Esperava mais, de alguém da família real!
Realmente. Nossa! Esperava mais, de alguém da família real!
Ele falou de esquerda com muita alegria na cara. Deve ser algum tipo de utópico, q tem seu próprio plano de esquerdismo particular!
Grande M [3]
Eu queria era ver Dom Luiz ou Dom Bertrand.
Ah, mas é o programa do Jô! Ele só convida seus camaradas.
Eu queria era ver Dom Luiz ou Dom Bertrand.
Ah, mas é o programa do Jô! Ele só convida seus camaradas.
Trata-se do chamado "Ramo de Petrópolis", benquisto pela mídia por razões que um convite ao programa do Jô deve fazer óbvias, mas sobre o qual não recai direito de sucessão à coroa. O "ramo de Vassouras", do verdadeiro chefe da casa imperial, é solenemente ignorado (como se faz, no Brasil, a qualquer "conservador religioso reacionário e de direita").
Em específico temos aí o D. Joãozinho, "príncipe republicano" no dizer da Folha de S. Paulo. Nada tem a ver com o brilhantismo de D. Luís, D. Bertrand ou D. Antônio. Não se espere dele nenhum insight revelador ou audacioso (politicamente incorreto) a respeito da realidade nacional.
Em específico temos aí o D. Joãozinho, "príncipe republicano" no dizer da Folha de S. Paulo. Nada tem a ver com o brilhantismo de D. Luís, D. Bertrand ou D. Antônio. Não se espere dele nenhum insight revelador ou audacioso (politicamente incorreto) a respeito da realidade nacional.
Ele deu uma "cutucada" na esquerda quando disse que não entendia o porquê dos comunas dos anos 60/70 que diziam lutar pela liberdade defendiam regimes como o de fidel castro.
Mas não convenceu. Ele tá mais pra tucano, social-democrata, essas coisas.
Mas não convenceu. Ele tá mais pra tucano, social-democrata, essas coisas.
É verdade. Nem todo príncipe encarna em si os ideais da monarquia, minha gente: vocês pensavam o quê? O pai de D. Joãozinho, esse que foi ao programa da anta, era um tremendo "bon-vivant", e fazia parte de um grupo de playboys cariocas chamado "clube dos cafajestes".
O mundo não funciona nesses termos que vocês parecem imaginar - e a verdadeira fidalguia, como dizia um personagem do Eça, "é a da honra e do coração". Há reis que são definitivamente reais, e outros que não são... Suponho que a maioria tenha sido mediana.
Nós temos uma herança sebastianista, que nos faz ver na nobreza de sangue a nobreza da alma, o que nem sempre é verdadeiro. Mas mesmo este rapaz, se fosse rei do Brasil, seria muito melhor do que os nossos pavorosos republicanos. Sem sombra de dúvida.
O mundo não funciona nesses termos que vocês parecem imaginar - e a verdadeira fidalguia, como dizia um personagem do Eça, "é a da honra e do coração". Há reis que são definitivamente reais, e outros que não são... Suponho que a maioria tenha sido mediana.
Nós temos uma herança sebastianista, que nos faz ver na nobreza de sangue a nobreza da alma, o que nem sempre é verdadeiro. Mas mesmo este rapaz, se fosse rei do Brasil, seria muito melhor do que os nossos pavorosos republicanos. Sem sombra de dúvida.

