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True Outspeak

Iniciado por olavo em 23/01/2007 · 8 mensagens

olavo#1
Prezados amigos,

Apenas lembrando que logo mais às 20h00 de Brasília haverá mais uma transmissão do True Outspeak.

Um abração do

Olavo de Carvalho
marcos_12#2
Se minha maldita máquina permitir (essa porcaria baixou o Windows pirata, o que bloqueou o uso do Media Player), ouvirei com o maior prazer!
luizaugusto#3
essa porcaria baixou o Windows pirata??

Como assim, Marcos? O Computador fez isso sozinho?
olga#4
Entra no site do Olavo que lá tem um link
marcos_12#5
Na verdade ele deu a chamada para atualizar o Windows (como ocorre com os anti-vírus). Cliquei na chamada e atualizei o programa.

Só que o Media Player não reconhece o programa como original. Ou seja: não abre!!

Mas agora a pouco descobri que posso ouvir por podcast (outra vez tentei o podcast e não abriu. Vá saber...).

Pelo menos posso ouvir, mas não ao vivo.
inocncio#6
Só uma curiosidade: o programa de rádio "True Outspeak" está funcionando perfeitamente no Mac. Para quem tem um Mac, pode acessar tranquilamente. Mas acho que é necessário o Flip4Mac instalado pq o stream roda em padrão Windows Media Player.
inocncio#7
Logo no começo do programa um ouvinte cita ao Olavo um texto de João Roberto Martins Filho (Universidade Federal de São Carlos) : "A educação dos golpistas: cultura militar, influência francesa e golpe de 1964" que explica a origem da guerra revolucionária a partir do modelo francês e suas estapas. A análise estratégica e militar apura que estamos na quarta fase do processo revolucionário, ou seja, estamos atualmente na penúltima fase do processo de guerra revolucionária:

http://www2.ufscar.br/uploads/forumgolpistas.doc

Pág 11:

"Para esta, a guerra revolucionária é diferente da guerra convencional porque coloca o recurso às armas no final e não no começo do conflito. Ela se constitui de um processo diversificado e prolongado, cuja evolução pode ser dividida em cinco etapas. A primeira seria a da preparação cautelosa do terreno que se pretende conquistar, ou seja, a população. Nessa etapa, os militantes agem sem declarar seus objetivos. A segunda fase se expressa na constituição de uma rede de organizações subversivas, controladas pelos militantes. Nesse estágio, formam-se bases que subvertem a capacidade de ação governamental. Surgem as manifestações, tumultos e atos de sabotagem. A terceira etapa marca-se pela constituição de grupos armados, que iniciam ações de menor escala, destinadas a corroer os poderes constituídos. É a fase do terrorismo como principal método de ação. A penúltima etapa é a do estabelecimento de zonas liberadas ou bases d’appui, onde o Exército regular não consegue mais entrar. O passo seguinte é a formação de um governo provisório, que procura reconhecimento externo. Forma-se um exército regular revolucionário. A quinta etapa é a da conquista do poder numa ofensiva final. É fundamental notar que essas fases se sucedem muitas vezes sem fronteiras nítidas, pois a fluidez é a principal característica da guerra revolucionária. De todo modo, a guerre révolutionnaire fornecia uma régua com a qual se podia medir o agravamento da ameaça revolucionária.
inocncio#8
Esse texto de Olavo de Carvalho complementa a análise:

http://www.olavodecarvalho.org/semana/070118jb.htm

Se vocês ainda têm dúvidas de que existe neste país um poderoso e bem armado esquema revolucionário, subordinado ao Foro de São Paulo, associado às Farc, protegido pelo governo federal e pronto para dominar num instante vastas parcelas do território nacional, leiam o ofício número 052/P2/2006 enviado pela Brigada Militar do Rio Grande do Sul à 3ª. Vara da Comarca de Carazinho em 18 de maio de 2006.

Entre os municípios gaúchos de Palmeira das Missões, Iraí, Nonoaí, Encruzilhada Natalino, Pontão e Passo Fundo, há 31 acampamentos do MST, articulados uns com os outros como uma rede de vasos comunicantes. Com técnicas aprendidas da guerrilha colombiana, há anos eles mantém a população local sob a constante ameaça de roubos e invasões, mas de há muito a coisa já passou da etapa das ações avulsas. Segundo a Brigada Militar, “o arrojado plano estratégico do MST, sob a orientação de operadores estrangeiros, é adotar nessa rica e produtiva região o método de controle territorial branco tão lucrativamente usado pelas Farc na Colômbia”.

O primeiro passo seria dominar a zona entre as rodovias RS-324 e BR-386, avançando depois até à fronteira com o Uruguai e adquirindo o controle total do tráfego rodoviário nessa área.

Perigo idêntico vai crescendo em outras regiões. Um estudo feito pelo advogado paulista Cândido Prunes, mapeando criteriosamente os acampamentos do MST no nordeste do país, mostrou que as zonas ocupadas não são predominantemente locais de plantio, mas áreas estratégicas à beira das rodovias.

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