Terça-feira, Janeiro 23, 2007
EUA cobram de Lula posição contra ações anti-democráticas, estatizantes e beligerantes de Hugo Chávez
Por Jorge Serrão
Exclusivo - O presidente Lula da Silva sentiu na pele as primeiras pressões oficiais dos Estados Unidos da América, cobrando uma posição política e diplomática clara sobre sua relação e apoio ao governo venezuelano. O setor do Departamento de Estado Norte Americano que cuida da América Latina enviou ao governo brasileiro, semana passada, via Itamaraty, um documento advertindo sobre a falta de limites de Hugo Chávez no uso do dinheiro do petróleo na compra de armamentos e no financiamento para a formação de milícias na Venezuela, na Bolívia e no Equador, como preparativos para um conflito direto com a Colômbia.
A advertência por escrito, expedida por orientação da Secretária de Estado Condoleezza Rice, e assinada pelos diplomatas Richard MC Qewa e Aníbal Goodman, também foi enviada a alguns senadores brasileiros. O documento estranha a atitude do Brasil de não se posicionar contra as medidas beligerantes e estatizantes de Hugo Chávez. No caso do eventual conflito com a Colômbia, os EUA advertem que isso vai contagiar a fronteira norte-amazônica do Brasil, que, na visão deles, estariam desguarnecidas para uma guerrilha que está sendo prevista. Os EUA também cobram de Lula uma posição clara contra a estatização de bancos, empresas telefônicas e companhias de energia, em curso na Venezuela.
Uma tímida resposta de Lula pode ter sido dada ontem, no lançamento do tímido Programa de Aceleração do Crescimento. Sem citar diretamente Hugo Chávez (Venezuela) e Evo Morales (Bolívia), Lula se referiu à necessidade de crescer com democracia (coisa que não existe no Brasil, pois democracia é a segurança do Direito). Lula garantiu que não seguirá o caminho do populismo econômico e nem sacrificará a estabilidade, o esforço fiscal e a democracia pelo desenvolvimento do País.
EUA cobram de Lula posição contra ações anti-democráticas, estatizantes e beligerantes de Hugo Chávez
Por Jorge Serrão
Exclusivo - O presidente Lula da Silva sentiu na pele as primeiras pressões oficiais dos Estados Unidos da América, cobrando uma posição política e diplomática clara sobre sua relação e apoio ao governo venezuelano. O setor do Departamento de Estado Norte Americano que cuida da América Latina enviou ao governo brasileiro, semana passada, via Itamaraty, um documento advertindo sobre a falta de limites de Hugo Chávez no uso do dinheiro do petróleo na compra de armamentos e no financiamento para a formação de milícias na Venezuela, na Bolívia e no Equador, como preparativos para um conflito direto com a Colômbia.
A advertência por escrito, expedida por orientação da Secretária de Estado Condoleezza Rice, e assinada pelos diplomatas Richard MC Qewa e Aníbal Goodman, também foi enviada a alguns senadores brasileiros. O documento estranha a atitude do Brasil de não se posicionar contra as medidas beligerantes e estatizantes de Hugo Chávez. No caso do eventual conflito com a Colômbia, os EUA advertem que isso vai contagiar a fronteira norte-amazônica do Brasil, que, na visão deles, estariam desguarnecidas para uma guerrilha que está sendo prevista. Os EUA também cobram de Lula uma posição clara contra a estatização de bancos, empresas telefônicas e companhias de energia, em curso na Venezuela.
Uma tímida resposta de Lula pode ter sido dada ontem, no lançamento do tímido Programa de Aceleração do Crescimento. Sem citar diretamente Hugo Chávez (Venezuela) e Evo Morales (Bolívia), Lula se referiu à necessidade de crescer com democracia (coisa que não existe no Brasil, pois democracia é a segurança do Direito). Lula garantiu que não seguirá o caminho do populismo econômico e nem sacrificará a estabilidade, o esforço fiscal e a democracia pelo desenvolvimento do País.