Podem ver a realidade das garotas francesas, foi filmado pelos imigrantes que riram disso, garota leva porrada na cara e o amigo do rejeitado dá uma banda nela.
sem duvidas a França é uma terra de viados e frouxos, devia ate mudar de nome, podia se chamar Nova Argélia!
A França é a nação europeia aonde a imigração islamica e a substituição étnica da população se encontram em um estagio mais avançado , o politicamente correto e o "sentimento de culpa" por um certo passado em que o "malvado homem Branco" oprimia o resto do mundo esta encravado na cabeça da população francesa e agora estão "de quatro abrindo as pernas" para os imigrantes fazerem o que bem entendem!!!.
essa direitazinha certinha, que so quer saber de livre mercado me da nojo!!!,o proprio olavo condena isso!, é hora da população originalmente francesa que ainda resta aderir ao Nacionalismo de Jean Marrie Le-Pen antes que seja tarde demais!!!, ou então eu aproveito essa situação e levo uma francesinha pra cá tambem!!!, se os franceses não querem as francesas....., nós queremos!!!
Mas a polícia sul africana não é uma polícia racial, o que eu gosto nela e na polícia russa são os métodos empregados contra os bandidos nas proporções necessárias. Acho que pra cidadão de terceiro mundo, só mesmo uma polícia de terceiro mundo.
POrra sensacional esse video do senhorzinho, a galera aqui em são paulo devia fazer isso com os manos filas da puta que infestam os onibus.
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O senhor pedindo respeito pq tem 67 anos e o OTARIO xingando e mandando se danar porque é um velho e não aguenta nem fica de pé, e ainda botou cigarrinho na boca e foi pra cima pra dar uma de bonzão, devia é ter sido LINXADO, e olha que o senhor ainda foi pra frente pra evitar briga.
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Nossa esse video valeu o dia, muito bom.
puta que pario , parece que so tem viado na frança, ta todo mundo dando a bunda pra algum imigrante lá!!, o hino nacional vaiado dentro do proprio país!!!!.
Mas essa é a situação em toda a Europa ocidental (falta-me informação apenas sobre a península ibérica). Há a clara percepção de que os extracomunitários são já maioria. Burcas e véus desfilam para todos os lados e o árabe soa como a língua franca das periferias. Bem observado, está aí um ponto a se explorar: a integração europeia tão alardeada como meta da União é já uma realidade, não mais existem fronteiras ou divisões no continente... para a civilização maometana.
Ocorre que, apesar dos governos e dos seus muitos aliados civis, resultado dum longo esforço de castração psicológica que criou e explorou culpas coletivas, muitas ainda são as forças, organizadas ou não, dispostas a resistir de muitas formas à nova Europa dos engenheiros sociais. Isso vem conduzindo a uma situação de insuportável tensão, típica dos períodos pré-conflituais. O ar está carregado de violência latente, tanto quanto de desconfiança e de medo, um novo medo advindo da patrulha do pensamento.
Eu sinceramente temo que esse experimento macabro de substituição populacional e cultural encontre sua única válvula de escape em um grande desastre humano. Não sei, contudo, se é preferível um conflito declarado ou uma aceleração tal das ondas de violência ao ponto de se cruzarem muitos encontros armados sem que se tenha o tempo de entender que a guerra é aberta - algo que, no Brasil, por motivos distintos e surpreendentemente mais simples, já acontece.