Se o objetivo de Lady Gaga era gerar polêmica com seu novo videoclipe, Alejandro, ela realmente conseguiu. E acertou em cheio. A cantora já havia declarado anteriormente que seu clipe seria "uma celebração e admiração ao amor homossexual". Tá bom, mas ninguém imaginava que seria uma homenagem tão absurdamente chocante.
O clipe divide opiniões radicais, mesmo ' A cantora Katy Perry, por exemplo, declarou hoje em seu twitter: "Usar blasfêmia como entretenimento é tão barato quanto um comediante contando uma piada de gases." E nós precisamos admitir que engolir o terço não é uma atitude muito respeitável, digamos assim. Mas em seguida, a cantora experimentou o sabor das ofensas de quem amou a nova produção de GaGa e também recebeu várias mensagens de apoio dos seus fãs e daqueles que concordaram com sua opinião.
Falar mal do Islã ñ é um tabu nem escândalo. Mas falar mal em público (na mídia) é a única manifestação que, nas nações democráticas, ainda é expressamente proíbida, como demonstrou o desenho South Park.
sem querer eu vi agora ha pouco na mtv o começo desse clipe e é meio estranho as roupas que eles usam.
Me lembra o visual daquele filme helraiser.
só consegui ver até os 2 minutos
Mas em seguida, a cantora experimentou o sabor das ofensas de quem amou a nova produção de GaGa e também recebeu várias mensagens de apoio dos seus fãs e daqueles que concordaram com sua opinião.
Não me admira, é o lixo feito para o lixo. Os fãs dessas "cantoras" geralmente são bichas que adoram "arrasar"/"causar" (como elas mesmo dizem) e, consequentemente, colocam a pederastia acima de qualquer noção de respeito. Só seria interessante a Lady Gaga blasfemar o Corão. Quem sabe, além de gerar polêmica, ela não conseguiria ser assassinada e finalmente ficar imortalizada? Seria mais intenso e os fãs dela realmente ficariam "bege", como eles mesmos dizem...
Eu não fiz uma análise do clip mas a primeira impressão é que mostra a transformação de uma freira em uma sacerdotisa bissexual pagã. Principalmente quando os homossexuais a levantam com outra roupa e ela engole o terço depois.
Notei também que esta é uma música de exaltação pagã. Note a repetição do nome Alejandro, se encaixa no contexto pagão pelo uso da repetição como se fosse um mantra que leva a um novo estágio de utopia pagã e homossexual. Só olhei o vídeo uma vez. Depois talvez faça uma análise mais cuidadosa.
Assisti o clipe e garanto: é profunda e radicalmente anticristão. E digo porque.
Logo no início do clipe há soldados marchando e lembram os nazistas. Repare que o soldado mais à direita carrega um equipamento com o mesmo formato... da estrela de Davi. Não sei porque isso, mas a associação não é agradável. O soldado carrega o objeto como um estandarte, e não como algo a ser destruído ou eliminado. Vejam isso como quiserem.
A cena em que a Lady Gaga engole o terço é a ÚNICO cena em imagem acelerada, dando óbvio destaque ao movimento. Isso é claramente provocativo. Mostra que ela mandou à merd* suas crenças em nome da idolatria do tal "Alejandro".
Reparem que há um crucifixo desenhado de cabeça para baixo no corpo da Lady Gaga. Dois detalhes: o crucifixo está de cabeça para baixo e com a ponta cabeça junto à vagina. Depois ela simula uma relação sexual com um dos dançarino. Ou seja: o dançarino está enfiando o instrumento dele na cabeça de Jesus Cristo, que é um dos simbolismos do topo da cruz.
No final o corpo da Lady Gaga é "cremado" de forma esteticamente demoníaca. A cena me pareceu muito desagradável. Nos estou dizendo, claro, que a cantora é domoníaca, mas é uma clara alusão à morte como luz. Alguém sabe quem é a morte que pretende ser luz? Hã? Respondam por si mesmos... Posso dizer bobagem aqui, mas é o que me parece na primeira vista do clipe.
Alguém sabe quem é a morte que pretende ser luz? Hã? Respondam por si mesmos... Posso dizer bobagem aqui, mas é o que me parece na primeira vista do clipe.
O fato de ela ter engolido o terço não pode ser uma referência àquele outro imbecil que tirou o mesmo objeto da bunda? Algum sentido faz, pois o que entra pela boca só pode sair por um lugar...
uma coisa é clara, ela faz apologia ao nazismo, coisa que não é ruim se tratando do tema.
Fica cada vez mais evidente que os homosexuais eram protegidos pelos nazistas.
O fascinante fascismo de Lady Gaga: uma nova Leni Riefenstahl?
Há uma semelhança estrutural entre o fascismo e o showbiz, particularmente a Broadway e os musicais de Hollywood, que nem todos percebem. Talvez quem melhor tenha compreendido os paralelos entre o espetáculo dos comícios de Nuremberg e a encenação grandiosa dos palcos e das telas de cinema tenha sido a ensaísta judia norte-americana Susan Sontag, autora do artigo Fascinante Fascismo, de 1974, que analisa a obra de Leni Riefenstahl, cineasta oficial do Partido Nazista.
E quem mais soube traduzir essas semelhanças, embora sempre como paródia, foi o comediante Mel Brooks, também judeu dos EUA, que encenou duas vezes um musical nazista – pensado para ser ofensivo, mas involuntariamente hilário – em Primavera para Hitler (The Producers, 1968) e sua refilmagem Os Produtores (The Producers, 2005), além de fazer Hitler dançar o break no clipe promocional de Sou ou Não Sou (To Be or Not to Be, 1982).
O novo nome na lista de intérpretes do nazismo-show é Lady Gaga, que, com o clipe de sua música Alejandro, lançado nesta terça-feira (8/6), cruzou a fronteira do tabu que mantinha a estética totalitária como algo peremptoriamente execrável. No vídeo de 8m43, a rainha pop de 2009 começa em passos de ganso, conduzindo um cortejo fúnebre sob a melodia de um violino de klezmer (música típica judaica) e uma Estrela de Davi, para depois observar, de um trono num cenário em ruínas, bailarinos vestindo apenas shorts pretos e botas como os rapazes da Juventude Hitlerista em O Triunfo da Vontade, de Riefenstahl.
A ausência de uma suástica, da águia éployée ou da cruz de ferro não faz diferença, pois o desfile de referências segue com Lady Gaga alternando o figurino entre monja beneditina (que engole um rosário) e inquisidora do Santo Ofício, entre fogueiras e cruzes de madeira, até liderar, com escopetas no sutiã, uma coreografia de soldados ao estilo SS marchando – e requebrando – como numa passarela de moda, mas de forma bem menos satírica que os de Mel Brooks.
A grandiloquência das peças de arte e propaganda nazista já havia sido objeto de releitura pela cultura de massa em muitos outros momentos, desde a denúncia distópica de George Orwell (escrita no calor da hora, durante e no imediato pós-guerra) até a crítica atroz de Marilyn Manson em The Beautiful People. Mas o que diferencia – e guarda perigos – na versão de Gaga é justamente a aparente ausência de crítica, uma certa indiferença pelo que há por trás da beleza da ordem fascista à primeira vista. Uma “banalidade do mal” que preocupa quem gosta de recorrer a Hannah Arendt para lembrar o quanto de potencial dano há nesta atitude.
O suposto acriticismo de Lady Gaga contrasta com outros posicionamentos mais engajados na atual “guerra” das divas pop – que Pedro Alexandre Sanches já comentou aqui no Opera Mundi – como a metáfora de M.I.A. para o fascismo latente nos EUA hiperpotência e as alfinetadas de Christina Aguilera na própria indústria das divas, ambas com fortes referências ao belicismo norte-americano. Em lugar de atemorizar com os soldados e a ritualística nazista, Gaga prefere repetir a associação-clichê entre o couro do uniforme das SS e os fetiches sadomasoquistas, brincar com o homoerotismo (fruto inevitável do machismo fascista) e com as cargas antissemitas do III Reich e da Inquisição, isso tudo enquanto estrebucha na mesma cama de Madonna em Like a Virgin.
O que supreende mais em Alejandro é que a música, antes do clipe, remetia a todo um outro universo de referências e parecia uma inocente tentativa de bajular ouvintes latinos, numa típica manobra de marketing das gravadoras que já tinha sido usada para Madonna com La Isla Bonita e para a ex-Spice Geri Halliwell com Mi Chico Latino. Como estas, a letra joga, aleatoriamente, palavras em espanhol e ícones do imaginário sobre o mundo hispânico sem relação intrínseca. Pode ser pitoresco e engraçado para o público norte-americano, mas ao sul do Rio Grande denota apenas ignorância norte-americana sem muito efeito empático.
Entretanto, o desfile de referências que o clipe dirigido pelo fotógrafo de moda Steven Klein preferiu fazer foi outro, indo de Murnau ao Cabaret de Bob Fosse (outro que contrapunha, não justapunha, nazismo e gays). Mas Gaga parece esquecer que tanto o expressionismo alemão quanto as vanguardas fashionistas e libertárias (libertinas?) que ela admira foram esmagadas com violência, na época, pelo fascismo. O paradoxo ideológico do clipe de Alejandro é fazer a colagem de todas essas referências de forma que, em lugar de subverter ou ironizar, simplesmente esvazia de sentido tanto os ícones nazistas quanto as correntes que lhe faziam resistência.
Antes do clipe de hoje, Lady Gaga já era conhecida pelo culto a uma doce morbidez (mimetizando a vamp Alla Nazimova, do cinema mudo) e pela construção de uma auto-imagem de monstra, incorporando a femme fatale em Papparazzi e uma serial killer em Telephone (junto com Beyoncé). Entretanto, brincar de führer exige uma outra sensibilidade para a qual a equipe produção em seu entorno talvez não a tenha preparado – seja para denunciar, como Arendt e Sontag, ou para escarnecer, como Mel Brooks.
sto é feito não somente na narrativa escolhida, mas também de maneira plástica. O resultado é que a reconstrução do ambiente da Alemanha anos 1940 no clipe tem menos a ver com Alemanha, Ano Zero de Roberto Rossellini, do que com Olga de Jayme Monjardim. Como canta o Hitler do musical de Brooks na versão dos palcos, “The thing you gotta know is: everything is showbiz”. Na melhor das hipóteses, a mistura anárquica arrisca virar pastiche. Na pior – e, dado o fato de que o zeitgeist belicista norte-americano mudou muito menos do que se esperava na passagem de Bush para Obama – a diva corre o risco de se tornar uma nova Leni Riefenstahl.
Lady Gaga entra em polêmica com igreja batista de Westboro -
A cantora Lady Gaga está envolvida em uma polêmica com a igreja batista de Westboro, conhecida nos EUA como uma das mais radicais e conservadoras. Segundo a Quem, a cantora pediu, em um texto publicado em seu perfil no Facebook, que os fãs ignorassem os fiéis, que organizariam um protesto contra ela e seus admiradores antes de um show.
“(Escrevendo esse texto) me arrisco a chamar atenção para uma organização movida pelo ódio. Mas eu gostaria de avisar meus fãs sobre o protesto… Peço que vocês e que as autoridades públicas não prestem atenção a esses criminosos do ódio. Não interajam com eles, não tentem lutar contra eles… Não respondam a nenhuma provocação. Não desperdicem palavras ou sentimentos, não importa o que vocês ouçam ou vejam, vocês são mais afortunados e abençoados do que eles. Em seus corações, apenas rezem por essas pessoas”, pediu a cantora.
Os fundadores da igreja dizem que a cantora e seus fãs “irão para o inferno por promover o estilo de vida gay e uma confusão de sexos”. Em resposta à igreja, os fãs de Lady Gaga fizeram um movimento no Twitter onde escreviam “Deus ama Gaga”.
A igreja chegou a fazer várias paródias com os hits da cantora, com letras que diziam que Lady iria para o inferno, por acusá-la de incentivar e disseminar o homossexualismo no mundo.
É claro que Deus ama Lady Gaga. Mas será que ela ama a Deus?
Lady Gaga faz aquela putaria anti-cristã e demoníaca a ainda pede para que rezem pelos membros da igreja? Meu Deus do céu, o que é isso? Que vá transcender o cinismo na putaqueoparil!!
Eles podem fazer a merda toda contra nós. Mas, nós, não podemos levantar um dedo sequer ou dar algo em resposta que já somos "inquisidores extremistas homofóbicos".
Obrigado, GaGa, você me fez entender porque a Inquisição era necessária.
'Eu faço sexo, mas não sou promíscua', diz Lady Gaga
RIO - Lady Gaga virou musa no mundo inteiro por falar e ser exatamente da maneira como quer. Em sua mais nova entrevista, que chega às bancas em setembro pela "Vanity Fair", a cantora de 24 anos abre o jogo sobre sua relação com drogas, fãs e sexo.
"Olhei cada homem com quem já namorei nos olhos e todas as mulheres de quem fui amiga. Não existe nada que eu coloque acima dos meus fãs. Eles amam quem você é. Não quero que as pessoas me amem. Quero que elas se amem. E eu amo a moda, mas não amo mais do que meus fãs", disse em entrevista ilustrada por um ensaio em que aparece coberta apenas por seus cabelos tingidos de cinza.
Sexo é um assunto recorrente nas entrevistas de Gaga, que já assumiu gostar de mulheres, mas que seu coração pertence aos homens.
"Eu faço sexo, mas não sou promíscua. Eu tenho um pensamento estranho. Acho que se eu dormir com alguém, eles vão roubar minha criatividade pela vagina".
Lady Gaga ainda comentou a mudança de sua relação com as drogas.
"Basicamente uso cocaína. Acho heroína terrível. Não vou mentir. Uso ocasionalmente. Duas vezes por ano mais ou menos".
Fonte : O Globo
Que tranquilidade . Ela fala de cocaína e heroína como se estivesse falando de aspirinas ou remédios para emagrecer . E pensar que essa vagabunda é ídolo e referência para milhões de jovens pelo mundo a fora .. Puta que o pariu !
Cara isso são gatilhos (trigger caso veja resposta igual em ingles), simplesmente comente, não precisa postar o clipe aqui, é pra isso que ele foi feito desta maneira.
o que me deixa mais irritado é que tem cristão burro que gosta das músicas dela e de outros cantores quer são promíscuos e gays(como elton jonh, madona e ivete zangalo)! para mim cantor,ou programa ou qualquer coisa que espalhe o pecado deve ser abolido!