Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Mahmoud Ahmadinejad avisa:

Iniciado por priscila em 17/06/2010 · 143 mensagens · página 2 de 3

ayrton#51
Marinha iraniana provoca Marinha Americana (vídeo):
.
"12/01

US, Iranian ships involved in incidents in Strait of Hormuz


Read more:
http://www.foxnews.com/world/2012/01/13/us-iranian-ships-involved-in-incidents-in-strait-hormuz-1162153731/#ixzz1jQvlFpoG
;
wagner#52
porque os idiotas dos americanos não  mostram com exemplos concretos que teriam o tal melhor sistema de governo e justiça social da qual pregam antes de invadir paises  que ainda nao se dobram aos interesses  geopoliticos de blocos economicos e politicos pseudo corretos??? se vivem sem violencia , não possuem 47 milhoes de miseraveis, nao devem as calças que vestem, se nao invadem outros paises para tomar  seu mercado e riquezas naturais, etc...que fiquem quietos em seu canto tentando melhorar a vida de seus cidadaos ao inves de  ter aprovado  a lei marcial em 31/12/11 etc etc etc etc 
ayrton#53
É incrível como tem gente que ainda relativiza tudo, depois de tantas evidências de que o relativismo não passa de preguiça mental ou má fé, pura e simples. É mais do que evidente que o sistema democrático com a separação dos 3 Poderes, aliada com a liberdade total de expressão é o sistema mais justo - não é perfeito, longe disso, mas é o melhor que já foi criado. Nãpo precisa ser um cientista político para perceber isso, basta usar um pouco de lógica elementar. Cabe às pessoas de bem aperfeiçoarem a democracia, e não, ao contrário do que faz o PT e seus aliados, redefiní-la ao seu bel prazer de  seus interesses mesquinhos, arrogantes e anacrônicos.
ayrton#54
Pela terceira vez em um mês a "malvada" Marinha dos EUA socorre pescadores iranianos á deriva:

.
"18/01/2012
.

U.S. Navy aids another Iranian fishing boat


.
(...)"

.
http://www.foxnews.com/world/2012/01/18/navy-ship-ad…ishing-dhow/
ayrton#55

Report: Obama sent secret letter to Iran's supreme leader (vídeo)


http://news.yahoo.com/video/world-15749633/report-ob…7919030.html

vitorskorzeny#56

Apocalipse agente vê por aqui.

carmen#57
SAMY ADGHIRNI
DE TEERÃ
Em entrevista à Folha, o porta-voz pessoal do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, criticou duramente o comportamento do Brasil em relação a seu país. Ali Akbar Javanfekr atacou diretamente Dilma Rousseff.

A reportagem está disponível para assinantes da Folha e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

"A presidente golpeou tudo o que [o ex-presidente] Lula havia feito. Destruiu anos de bom relacionamento", afirmou ele.

A irritação iraniana também se nota nas recentes barreiras contra exportadores de carne brasileira.

A União Brasileira de Avicultura afirma que as vendas de frango para o Irã, em alta até outubro, passaram a ser vetadas sem justificativa.

Já a multinacional brasileira JBS relata ter tido milhares de toneladas de carne bovina retidas por três semanas num porto iraniano.

Fonte:
http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2012/01…z-falta.jhtm
ayrton#58
Amigão do Lula continua atacando a liberdade. A mais nova cagada no pau do anão de Teerã:
ayrton#59

"10/02/2012

.

Irán bloquea el aceso a Google y a Hotmail

.

Irán ha bloqueado desde ayer el acceso a http://google.com/ y otras páginas
asociadas al buscador de Internet, además del correo gratuito de
Microsoft http://hotmail.com/.

.

Hasta ahora, los usuarios de Internet
en Irán podían acceder a http://google.com/, aunque las páginas de otros países
de este sistema, como http://google.es/ o http://google.fr/, ya estaban obstruidas por
las autoridades iraníes.
.

A diferencia de otras páginas
bloqueadas, en las que al intentar acceder aparece un mensaje de las
autoridades iraníes que señala que tienen contenidos delictivos y que
el acceso no es posible, al intentar abrir las de Google o Hotmail sólo
aparece un mensaje de problemas de conexión.
.

Un gran número de
páginas web están bloqueadas por las autoridades iraníes, entre ellas
las de muchos medios de comunicación extranjeros y también las de grupos
sociales y políticos, tanto iraníes como de otros países e
internacionales, que el Gobierno de Teherán considera hostiles.
.

Además,
también hay numerosas páginas censuradas al considerar las autoridades
de Teherán que atacan a las estricta moral de la República Islámica y
otras muchas están sin acceso porque en su dirección de internet llevan
palabras que los censores iraníes consideran peligrosas.
ayrton#60
ayrton#61
Governo do Irã informou a embaixadores de 6 países (França, Itália, Holanda, Espanha, Grécia e Portugal) que irá cortar fornecimento de petróleo.
ayrton#62
"15/02/2012
.

Iran Warns 6 Countries in Europe It Will Cut Off Oil

.
(...)"
.
http://www.nytimes.com/2012/02/16/world/europe/iran-…=global-home
caesar#63
Estou acabando de ler "Iran: l'irresistible ascension", de Robert Baer, um ex-agente da CIA. O titulo diz tudo: o Iran nao pode ser ignorado, nao pode ser vencido e controla hoje com uma imensa rede de influências no Oriente Médio! As analises do autor mudaram completamente minha percepçao sobre este pais. E a análise que faz da açao americana na regiao mostra que os EUA estao fazendo uma burrada atrás da outra. Contrariamente a visao de que os iranianos agem como terroristas loucos, ele mostra que estao agindo de maneira extremamente calculada e estao levando a melhor!! Vale a pena ler!
valter#64
Não pode ser vencido???? Explique melhor.
sepreparebh#65
Não pode ser vencido???? Explique melhor.(2)
jeferson_3#66
Não pode ser vencido???? Explique melhor.(3)
caesar#67
Segundo o autor, os EUA poderiam lançar um bombardeio (tipo apocaliptico) e ainda sim nao teria soldados para invadir e manter o pais sob controle. Os custos de uma guerra com o Iran chegariam rapidamente a 3 trilhoes de dolares. O Iran tem hoje 1 milhao de homens e seu exército lutou durante 10 anos contra o Iraque (sabem lutar). Os preços do petróleo subiriam rapidamente, pois o smisseis iranianos paralizariam o Golfo Pérsico e Hormuz. O Iran tem misseis espalhados por todo o território e um apoio geral da populaçao chiita no Oriente. Organizaçoes como o Hezbollah impuseram a Israel sua primeira derrota, pois a invasao do Libano foi um fiasco militar para Israel. Estao armados e preparados para atacar onde o Iran mandar! Os custos em vidas e dinheiro tornam quase impossivel uma vitória sobre o Iran. Segundo o autor, os estados unidos deveriam considerar seriamente a possibilidade de negociaçao...inclusive sobre a questao nuclear, o Iran teréa realmente necessidade de energia nuclear, pois segundo Baer, as reservas de petroleo do mundo árabe sao na verdade a metade do que eles dizem e o consumo iraniano é enorme. Se eles nao tiverem energia nuclear nada impede que invadam a Árabia saudita ou mesmo o iIraque...eles podem controlar facilmente o petróleo mundial e teriamos que pagar 4 a 6 dolares um litro de gasolina! Uma guerra contra o Iran poderia custar milhares de vidas americanas e durar mais de uma década. Os EUA nao teriam como bancar isto!
geraldo_3#68
http://buchanan.org/blog/who-wants-war-with-iran-2-4998

***

By Patrick J. Buchanan

Appearing alongside http://buchanan.org/blog/tag/cia
Director David Petraeus before the Senate Select Committee on
Intelligence last week, James Clapper, the director of national
intelligence, said of http://buchanan.org/blog/tag/iran:

“We don’t believe they’ve actually made the decision to go ahead with a nuclear weapon.”

Before the hearing, as James Fallows of The Atlantic reports, Clapper
released his “Worldwide Threat Assessment.” It read, “We do not know …
if http://buchanan.org/blog/tag/iran will eventually decide to build nuclear weapons.”

Clapper thus reaffirmed the assessment of 16 U.S. intelligence
agencies in 2007, reportedly repeated in 2011, that the U.S. does not
believe that http://buchanan.org/blog/tag/iran has decided to become a nuclear weapons state.

In December, when Defense Secretary Leon Panetta said that if http://buchanan.org/blog/tag/iran
went all out, it might be able to build a nuclear weapon in a year,
Pentagon spokesman George Little hastily clarified his comments:

“The secretary was clear that we have no indication that the Iranians have made a decision to develop a nuclear weapon.”

On Jan. 8, Panetta himself told CBS:

“(Is http://buchanan.org/blog/tag/iran)
trying to develop a nuclear weapon? No. But we know that they’re trying
to develop a nuclear capability. And that’s what concerns us. And our
redline to http://buchanan.org/blog/tag/iran is: Do not develop a nuclear weapon.”

On Super Bowl Sunday, President http://buchanan.org/blog/tag/barack-obama told NBC’s Matt Lauer that he hopes to solve the Iranian problem “diplomatically.”

From the above, we may conclude that the administration does not
believe that Iran has crossed any redline on the nuclear issue — and
President Obama does not want war with Iran.

Who, then, does want war? Ayatollah Ali Khamenei? Iranian President Mahmoud Ahmadinejad?

From their actions, it would appear not. If Iran wanted war with the
United States, any terror attack inside this country or on U.S. forces
in Iraq or Afghanistan could bring that about in an afternoon.

Expulsion of the http://buchanan.org/blog/tag/international-atomic-energy-agency inspectors from the Natanz enrichment facility, covering up the http://buchanan.org/blog/tag/iaea
cameras, breaking the seals on the low-enriched uranium stockpiled
there, or removing the LEU would be a fire bell for the Pentagon.

But the http://buchanan.org/blog/tag/iaea inspectors and LEU are still there.

When the alleged plot by a used-car salesman in Texas to hire Mexican
cartel criminals to blow up a D.C. restaurant and kill the Saudi
ambassador was revealed, Iran denied it emphatically and demanded to
interview the alleged mastermind.

Moreover, Tehran has yet to retaliate for the assassinations of five
of its nuclear scientists and four terror attacks by Jundallah in
Sistan-Baluchistan and PJAK, a Kurdish terrorist organization operating
out of Iraqi Kurdistan. Iran has alleged Western and Israeli involvement
in these attacks.

Now that Secretary of State http://buchanan.org/blog/tag/hillary-clinton has denied any U.S. involvement, http://buchanan.org/blog/tag/mossad is the prime suspect behind the killing of the nuclear scientists. And U.S. writer Mark Perry, in Foreign Policy, alleges that http://buchanan.org/blog/tag/mossad agents posed as http://buchanan.org/blog/tag/cia and used U.S. dollars in London to recruit Jundallah.

If this is true, this would be a http://buchanan.org/blog/tag/false-flag operation to provoke Iran into lashing out at America. Apparently, Iran did not take the bait.

Why have the Iranians not followed through on their threat to close the Strait of Hormuz and begun to dial it back?

War with the United States would be a disaster. Though the Tehran
regime might survive — as Saddam Hussein’s survived Desert Storm —
Iran’s navy, most of its armor, anti-aircraft and anti-ship defenses,
and its strategic missile force would be destroyed, as would much of the
country’s infrastructure. Iran would be set back years.

Who, then, wants war with Iran?

All those who would like to see exactly that happen to Iran.

And who are they? The Netanyahu government and its echo chamber in
U.S. politics and media, the neoconservatives, members of Congress, Newt
Gingrich and http://buchanan.org/blog/tag/rick-santorum.

And as the Obama administration is the major force in U.S. politics
opposed to war with Iran, its defeat in November would increase, to near
certitude, the probability of a U.S. war with Iran in 2013.

Yet if the Pentagon and U.S. intelligence community are correct —
Iran does not have a bomb and has not decided to build a bomb — why
should we go to war with Iran?

Answer: Iran represents “an existential threat” to http://buchanan.org/blog/tag/israel.

But http://buchanan.org/blog/tag/israel
has 200 atomic bombs and three ways to deliver them, while Iran has
never built, tested or weaponized a nuclear device. Who is the
existential threat to whom here?

And though a U.S. war on Iran would be calamitous for Iran, it would
be no cakewalk for Americans, who could become terrorist targets for
years in the Gulf, Afghanistan, Baghdad’s Green Zone, Lebanon and even
here in the USA.

Year 2012 is thus shaping up as a war-or-peace election, with
Republicans the war party and Democrats the peace-and-diplomacy party.

And as the months pass between now and November, this will become clear to the nation.

geraldo_3#69
Comungo da opinião do paleoconservador acima.
caesar#70
Exatamente...seu post é bem claro! Mesmo a questao de Israel, segundo o Baer, é pura enrolaçao. O Iran nao tem intençao de atacar Israel, mas nao aceita que Israel seja o único na regiao a ter direito ao uso de energia nuclear. Também nao aceita ter de se submeter a Ag Int E Nuclear, pois Israel tbem nao assinou o tratado de nao proliferaçao. Na verdade, segundo o autor, o Iran estaria mais preocupado em resolver seu problema energético e de olho no Paquistao, também seu inimigo declarado e que tem a bomba atômica! Outra coisa que ninguém entende, segundo ele, é que os EUA se coloquem contra Deus e todo mundo pra proteger um aliado que nao representa absolutamente nenhum ganho pra ele. Nao tem reservas de petróleo, tem inimigos na regiao toda, etc. Se os EUA decidirem atacar, seria uma burrada 50x maior que a guerra contra Sadam...completamente inútil. 
caesar#71
A refrência em inglês: "The devil we know: dealing with the new iranian superpower! Bobert Baer
caesar#72
jeferson_3#73
III World War. Certamente terá seu ponto de explosão no oriente médio. Isso, espantosamente ou não, corresponde à ideia de Armagedon como prevista pelo Apocalipse. Um prato cheio para a comoção geral?
geraldo_3#74
Uma guerra ao Irã, além de inútil, representará o declínio dos EEUU como potência. Será um enorme sacrifício de vidas humanas e recursos materiais, em favor de quem? Do Mundo Livre é que não.

Os Americanos já cometeram um grande erro no Iraque, e os cristãos locais (católicos caldeus ligados a Roma e  nestorianos) algo em torno de 1 milhão de pessoas, já são vítimas de massacres e perseguições (por pior que possa parecer, em algumas nações um Estado com raízes laicas - e não antirreligiosas é salutar). O Iraque do Baath de Saddam neutralizava em parte a ameaça dos shias persas, que se fortaleceram, já que seus correligionários árabes iraquianos são 60% da população do vizinho, que, inimigo recentíssimo, pode em alguns anos virar área de influência fácil, fácil.

As pessoas, ou boa parte delas, às vezes, perdem a noção das coisas. O Irã é um país multimilenar, parte de uma antiga civilização, como os egípcios e os chineses, v.g., e o Islamismo é só parte relativamente recente dessa história feita de sangue, guerras, invasões, impérios majestosos e governantes lendários. Não cai assim com "duas conversas". Já Israel é um Estado jovem, artificial, mas feito de um povo calejado e tão antigo quanto o mundo, cujas façanhas todos conhecem, de Jesus a Einstein, entre tantos outros. Mas não pode golpear os iranianos sozinhos, por isso age por provocações, instigando os americanos a lutar suas guerras, como os anglo-franceses e russos fizeram em 1914-18 e máxime em 1939-45.
caesar#75
Exatamente...sua análise concorda com o que estou lendo no Baer. Ele fala a mesma coisa com relaçao ao Iraque..os EUA invadiram e deram na bandeija o Iraque ao Iran...eles ja controlam Basra e o petróleo que sai de lá e estao esperando a saida dos EUA pra tomarem conta de tudo! A mesma coisa por Israel...eles manipulam os EUA, mas os custos desta besteira podem custar enormemente em vidas e recursos. O melhor seria realmente negociar e tentar uma saida diplomática e Israel que aprenda a viver com o fato de que nao sao mais os senhores únicos da energia nuclear! É a vida! 
geraldo_3#76
Na minha opinião, os israelenses - certas autoridades e parte do exército - estão sempre num tom belicoso, agressivo, quando proferem declarações, o que  aumenta sensivelmente o clima de tensão e impede negociações com seus vizinhos. Existe uma arrogância anti-diplomática, calculada para deliberadamente favorecer o acirramento dos ânimos e unir o País e seus colaboradores no Estrangeiro contra um inimigo comum. O modus operandi deles é assim: atiça-se adversários por todos os lados, e a nação se une pela sobrevivência, instintivamente, como os da Diáspora sempre o fizeram. Por isso preferem um clima de guerra do que de paz, até porque a alma do país está das FDI, mormente no exército. Esse tipo de coisa contribui severamente para o antiamericanismo irracional que reina no mundo, haja vista o suporte incondicional dos americanos aos seus aliados do Estado Judeu em todas as matérias, mesmo nas quais não possui razão, como esta questão nuclear iraniana.

Claro que Washington sente calafrios pela possibilidade de o Irã possuir a Bomba, inicialmente por estar no Oriente Médio e constituir ameaça em potencial a Israel e ao livre acesso dos petroleiros no Golfo Pérsico, mas o Islã já possui a Bomba, através do populoso Paquistão, aliado dos americanos. A proliferação dos arsenais atômicos já era inevitável com o fim da Guerra Fria e, agora, quando as guerras convencionais se tornam cada vez mais inviáveis (lembrem-se do 30º aniversário das Falklands/Malvinas) e a guerra assimétrica é a realidade, é natural que potências regionais busquem um meio de dissuasão contra inimigos poderosos em potencial.

Por mais que se negue, é óbvio que o Brasil, país continental com mais de 7000 km de litoral, 20% da água doce e 20% da biodiversidade mundiais, promissor produtor de petróleo, última grande fronteira agrícola do planeta, etc., etc., etc., também deva se armar, independentemente de estar nas mãos da súcia lulopetista.
priscila#77
Meu caro amigo, o Olavo forneceu uma lista de TREZE livros acerva da Nova Ordem Mundial. Eu peço aos membros da comunidade que os LEIAM, façam este esforço. Pelo menos a metade deles - porque o TEOR dos debates aqui me indica, claramente, que ninguém tem a menor idéia da situação geopolítica mundial. EU não tenho mais ânimo, honestamente, pra ficar explicando: nem é preciso, porque muita gente já explicou muito melhor do que eu. COMPREM os tais livros e LEIAM. 

E, meu caro amigo, querer que o Brasil tenha um arsenal nuclear é, lamento lhe informar, querer que o FORO DE SÃO PAULO tenha um arsenal nuclear. Ou seja, é OBRIGATÓRIO entender as coisas: o Brasil não tem a MENOR chance de "se livrar"do Foro de SP - do qual a petralhada é MERO AGENTE. O Brasil ACABOU como país, meu caro: o Brasil é um BRAÇO do Foro de SP, expressa em um simulacro de "país"

Também não se esqueçam do "Shadow Warriors", que demonstrará a vocês quem são os "Estados Unidos" dos quais vocês estão falando. Mubarack Hussein é um impostor que tem que ser expulso o mais rapidamente possível - porque os EUA TAMBÉM correm o risco de deixar de ser o país que um dia foram. Vocês não podem confundir as políticas dos novordistas infiltrados nas instituições americanas com o PAÍS que AINDA EXISTE. 

Eu sei que é confuso, e é por isso que eu peço encarecidamente que leiam a bibliografia que o Olavo recomenda.
priscila#78
Israel está sendo CERCADO pela Muslim Brotherhood, que é ALIADA dos dirigentes novordistas da ONU, OTAN e outras organizações no gênero. A "primavera árabe"é um termo ABSURDO, imposto pelos bilderbergs nazi-marxistas que dominam a imprensa internacional monopolisticamente, e que inventaram esta  idéia ridícula de que aquilo é "uma luta pela democracia"- para sei lá quantos MILHÕES de palermas não verem que aquilo é um cerco terrorista a Israel.

Dá uma monumental aflição verificar que vocês estão debatendo um teatrinho de fantoches, e não estão vendo NADA do que realmente acontece. 


priscila#79
PERGUNTEM, nos True Outspeak! Liguem, INFORMEM-SE! Ninguém melhor que o Olavo para explicar a vocês o cenário REAL da luta  pelo estabelecimento da Nova Ordem Mundial. 
priscila#80
Mubarack Hussein é um peão novordista, meus caros: ele NÃO É um "aliado de Israel"! TODAS as suas ações políticas fazem parte de uma FARSA, e na verdade seu objetivo é o OPOSTO do que parece ser.  

Mubarack Hussein é um INIMIGO dos EUA, e "joga para a platéia" para que isto não fique claro - mas, mesmo assim, FICA - para quem tem olhos para ver. TUDO o que ele faztem o FIM de deixar Israel cada vez mais vulnerável a ser "varrido do mapa"- e se o povo americano não conseguir entender isso e o queniano for reeleito, NINGUÉM vai conseguir evitar esta desgraça, ARQUI-ANUNCIADA!
geraldo_3#81
E, meu caro amigo, querer que o Brasil tenha um arsenal nuclear é,
lamento lhe informar, querer que o FORO DE SÃO PAULO tenha um arsenal
nuclear.

Bom, Estimada Priscila, eu já estava ciente disso e por conseguinte havia dito isto no meu post, verbis:

" [Que o Brasil]também deva se armar, independentemente de estar nas mãos da súcia lulopetista."

O Brasil tem um espaço no mundo, e é sub-aproveitado. Não falo de assento no CS, pois sou contra a ONU. Falo de impor soberania e poder no Concerto das Nações, onde só se respeita quem tem armas nucleares, COMO ISRAEL, v.g.

***

Quanto aos questionamentos sobre a Nova Ordem Mundial, mesmo Nixon e seu vice Ford eram do CFR, não sei se Reagan já foi do CFR, mas certamente Bush pai. Ambos os grandes partidos dos EEUU têm membros influentes ao longo do tempo ligados à NOM. Falar de Obama the Puppet é covardia. Na verdade, os supporters de Israel no início, além dos sionistas europeus, eram os Anglo-Franceses (vide Suez, 1956). Todavia, depois de junho de 1967, é de conhecimento público que as grandes organizações judaicas americanas abraçaram a causa de seus co-irmãos, e usaram de suas vastas conexões para envolver os EEUU num apoio irrestrito ao Estado de Israel, política que mantêm até o presente, em contraponto ao apoio soviético aos árabes. A devolução do Sinai e a morte de Sadat  abriram caminho para os egípcios se aliarem aos americanos, mesmo com o aumento da tensão devido à invasão do Líbano em 1982, e os hachemitas da Jordânia, depois do sufoco da intifada de 1987, aproveitaram o gancho dos acordos de Oslo (OLP e Israel) para fazer a paz com os israelenses; desde o fim da R.A.U. os sírios estavam isolados, e sua presença no Líbano foi minada pela ocupação do sul do país pelos israelenses, por 20 anos. Fora que Golã foi praticamente anexada por Israel ao arrepio do Direito Internacional e da Carta da ONU, da resolução 242, etc. Tudo isso só seria possível com apoio militar e financeiro dos EEUU, já que, na época dos britânicos e franceses, o que se conseguiu foi a presença de tropas da ONU (muitas delas brasileiras) entre 56 e 67. Desde 67 até hoje, Israel ficou imune a qualquer lei internacional, simplesmente faz o que quer. O fato de estar cerca por inimigos, isso ocorre desde antes de sua fundação, foi evidente em 1948-49, estava previsto pelos próceres e ideólogos do movimento sionista e, como já disse, FOI E É BENÉFICO, pois une o país e os filhos da dispersão num só ideal, numa causa nobre e comum.

Não vejo aí orquestração de conspiradores, mas uma sucessão de bem articuladas políticas de Estado de longo prazo (EEUU + Israel x mundo árabe e entidades muçulmanas, terroristas ou não).
geraldo_3#82
Deixando de lado a posiçã o tradicionalmente de centro-esquerda (liberal) do jornal... Recomendo. Vejam, isso já vem de meses.

http://www.haaretz.com/news/diplomacy-defense/netany…ran-1.418869

***

  • Published 14:40 15.03.12
  • Latest update 14:40 15.03.12

Netanyahu is preparing Israeli public opinion for a war on Iran

In response to Netanyahu's AIPAC speech,
Haaretz's editor-in-chief says that what looks like a preparation for
war, acts like a preparation for war, and quacks like a preparation for
war, is a preparation for war.


By
http://www.haaretz.com/misc/writers/aluf-benn-1.275

Since his return from Washington, Prime Minister Benjamin Netanyahu has
mainly been preoccupied with one thing: Preparing public opinion for war
against Iran.

Netanyahu is attempting to convince the Israeli public
that the Iranian threat is a tangible and existential one, and that
there is only one effective way to stop it and prevent a "second
Holocaust": An Israeli military attack on Iran's nuclear infrastructure,
which is buried deep underground.

In his speech before the Knesset
on Wednesday, Netanyahu urged his colleagues to reject claims that
Israel is too weak to go it alone in a war against a regional power such
as Iran and therefore needs to rely on the United States, which has
much greater military capabilities, to do the job and remove the threat.

According to polls published last
week, this is the position of most of the Israeli public, which
supports a U.S. strike on Iran, but is wary of sending the IDF to the
task without the backing of the friendly superpower.

Netanyahu presented three
examples in which his predecessors broke the American directive and made
crucial decisions regarding the future of Israel: the declaration of
independence in 1948, starting the Six Day War in 1967 and the bombing
of the nuclear reactor in Iraq in 1981.

The lesson was clear: Just as David Ben-Gurion, Levi
Eshkol and Menachem Begin said "no" to the White House, Netanyahu also
needs not be alarmed by President Obama's opposition to an attack on
Iran. Netanyahu believes that, as in the previous incidents, the U.S.
may grumble at first, but will then quickly adopt the Israeli position
and provide Israel with support and backing in the international
community.

If Netanyahu had submitted his
speech as a term paper to his father the history professor, he would
have received a very poor grade. In 1948, the U.S. State Department,
headed by George Marshall, opposed the declaration of independence and
supported a United Nations trusteeship for Palestine. But President
Truman had other considerations.

Like Obama today, Truman was also
a democratic president contending for his reelection, who needed the
support of the Jewish voters and donors. Under those circumstances,
Truman rejected Marshall's advice, and listened to his political adviser
Clark Clifford, who pressured him to recognize the Zionist state. And
indeed, Truman sent a telegram with an official recognition of Israel
just 11 minutes after Ben-Gurion finished reading the Scroll of
Independence. The U.S. opposition to the recognition of Israel was
halted at the desk of the president, who repelled the explanations by
the Secretary of State and the "Arabists" in his office.

geraldo_3#83

In 1967, the official U.S.
position called on Israel to hold back and refrain from going to war,
but a different message was passing through the secret channels: go
"bomb Nasser," reported Levi Eshkol's envoys to Washington, Meir Amit
and Avraham Harman. This message tipped the scales in favor of going to
war. In 1981, Begin did not bother asking the Americans their opinion
before attacking Iraq, but lulled them to sleep and launched a surprise
attack.

In these past incidents, Israel
acted against the U.S. position formally, but made sure that the
Americans will accept the results of the action and support it in
retrospect. And indeed, the U.S. recognized Israel in 1948, allowed it
to control the territories annexed in 1967, and made do with weak
condemnations of the attack on the Iraq nuclear reactor in 1981.

That being the case, then
Netanyahu is hinting that in his Washington visit, he received Obama's
tacit approval for an Israeli attack against Iran – under the guise of
opposition. Obama will speak out against it but act for it, just as the
past U.S. administrations speak against the settlements in the
territories but allow their expansion. And in this manner Netanyahu
summarized the visit: "I presented before my hosts the examples that I
just noted before you, and I believe that the first objective that I
presented – to fortify the recognition of Israel's right to defend
itself – I think that objective has been achieved."

This morning, the editor-in-chief
of the Israel Hayom newspaper, Amos Regev, published on his front page
an enthusiastic op-ed in support of a war against Iran. Regev writes
what Netanyahu cannot say in his speeches: that we cannot rely on Obama –
who wasn't even a mechanic in the armored corps - but only on
ourselves. "Difficult, daring, but possible," Regev promised. We need
not be alarmed by the Iranian response: the arrow would take down the
Shahab missiles, and Hezbollah and Hamas would hesitate about entering a
war. The damage would be reminiscent of the Iraqi scuds in the 1991
Gulf War - unpleasant, but definitely not too bad. The analysts are
weak, but the soldiers and the residents of the Home Front have
motivation. So onward, to battle!

To use Netanyahu's "duck
allegory", what looks like a preparation for war, acts like a
preparation for war, and quacks like a preparation for war, is a
preparation for war, and not just a "bluff" or a diversion tactic. Until
his trip to Washington, Netanyahu and his supporters in the media
refrained from such explicit wording and made do with hints. But since
he's been back, Netanyahu has issued an emergency call-up for himself
and the Israeli public.

geraldo_3#84
This morning, the editor-in-chief
of the Israel Hayom newspaper, Amos Regev, published on his front page
an enthusiastic op-ed in support of a war against Iran. Regev writes
what Netanyahu cannot say in his speeches: that we cannot rely on Obama


Quer dizer, se não dá pra confiar em Obama para nos apoiar, vamos à Guerra sozinhos mesmo. Há pessoas que dizem que Israel espera as eleições americanas - tipo Romney vencer - para forçar a adesão dos EEUU ou incitá-los a começar o conflito, estilo guerra preventiva. Mas os mais entusiasmados querem já, e preparam a população, para unir forças em prol da guerra. Podem fazer, ao menos, como fizeram no Iraque em 1981.
caesar#85
sem dúvidas o Netanyahu deve estar considerando seriamente um ataque ao Iran...se os repúblicanos ganharem a eleiçao, ele certamente terá um aliado na Casa Branca, mas se o Obama levar e se eles deciderem atacar mesmo assim, entao terao que se virar sozinhos. Mas como tudo que falamos acima, o Iran nao é o Iraque de Sadam...honestamente, acho que Israel leva a pior...é lógico que a conta de Israel é simples: pouco importa qtas bombas vao cair sobre eles, o importante é anular a possibilidade d euma nova potência nuclear na regiao. Este ataque vai acender um fogo dificil de apagar!! Infelizmente, nao vejo saida pra Israel...alias, nao vejo saida pra esta regiao. Apenas uma mudança drámatica de paradigma poderia resolver, mas...faz séculos que eles estao se matando e nada indica que isto vai mudar!!!
caesar#86
"Existe uma arrogância anti-diplomática, calculada para deliberadamente favorecer o acirramento dos ânimos e unir o País e seus colaboradores no Estrangeiro contra um inimigo comum. O modus operandi deles é assim: atiça-se adversários por todos os lados, e a nação se une pela sobrevivência, instintivamente, como os da Diáspora sempre o fizeram. Por isso preferem um clima de guerra do que de paz, até porque a alma do país está das FDI, mormente no exército. Esse tipo de coisa contribui severamente para o antiamericanismo irracional que reina no mundo, haja vista o suporte incondicional dos americanos aos seus aliados do Estado Judeu em todas as matérias, mesmo nas quais não possui razão, como esta questão nuclear iraniana."
É esta arrogância besta que tem feito muito mal...como um pais pode sobreviver com tantos inimigos??? 
ayrton#87
"10/04/2012
.

.

Irã quer se desligar completamente da internet

Autoridades locais bloquearão acesso a sites estrangeiros e permitirão apenas uso de ferramentas criadas pelo governo local
.
(...)"
.
http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news…-da-internet
caesar#88
Isto mostra a distância entre governo e povo...é como no Brasil...somos cristaos, mas estamos virando um pais comunista...o mesmo se passa no Iran...duvido que o povo queira se desconectar ou que apoiem as idiotices do governo...mas..é o que vai acontecer. O mesmo no Brasil...o PT já tentou trinta vezes calar a imprensa e o judiciário e vai continuar tentando até conseguir! 
geraldo_3#89
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1076710-ira-preci…alista.shtml

***

16/04/2012
-
13h08


Irã precisa temer um ataque, diz analista


MÁRCIA SOMAN MORAES

DE SÃO PAULO



Em meio à lenta retomada das negociações nucleares entre a comunidade
internacional e o Irã, o diretor executivo do Comitê Americano-Judeu
(AJC, na sigla em inglês) defende que os líderes iranianos precisam
acreditar em um eventual ataque militar dos Estados Unidos ou de Israel
para se comprometer seriamente com o diálogo.


"A melhor chance é persuadir os líderes iranianos que se eles não
negociarem seriamente, as opções serão catastróficas. Não é que alguém
queira guerra, ninguém quer guerra, mas pode ser a única chance de
convencer o Irã a sentar na mesa e negociar seriamente e de maneira
sincera, o que eles não fizeram até agora", diz David Harris, em
entrevista à Folha durante recente visita ao Brasil.


Harris é, desde 1990, diretor executivo do AJC, uma das mais importantes
organizações judaicas dos EUA. Ele é especialista nas comunidades
judaicas espalhadas pelo mundo, além de questões de antissemitismo e
questões de segurança e paz em Israel. Ele é ainda comentarista na rádio
americana CBS e tem um blog no jornal israelense "Jerusalem Post".


Apesar do esfriamento da relação entre EUA e Israel, parceiros
históricos, durante os anos do governo de Barack Obama, Harris defende
que o democrata tem muitos pontos em comum com o premiê israelense,
Binyamin Netanyahu: o principal deles é a questão iraniana.


Os EUA e Israel argumentam que Irã usa seu programa nuclear para tentar
fabricar a temida bomba nuclear, embora Teerã afirme que enriquece
urânio apenas com fins civis.


No fim de semana, representantes do Irã e do chamado P5+1 (as cinco
potências do Conselho de Segurança mais a Alemanha) retomaram as
conversas sobre o enriquecimento de urânio no Irã. Avaliada como um
primeiro passo positivo, a reunião acabou com um novo encontro marcado
para 23 de maio, em Bagdá capital do Iraque.


Leia os principais trechos da entrevista:

Folha- Na recente visita de Netanyahu aos EUA, ele admitiu a
possibilidade de ataque contra o Irã. Já Obama preferiu um tom mais
cauteloso e disse apostar nas sanções. Como o sr. vê estas diferenças?

David Harris - É importante identificar os temas que Israel e EUA
têm em comum sobre Irã. Primeiramente, ambos concordam que não podemos
permitir que Irã consiga uma bomba nuclear. Segundo, a política de
contenção, adotada na Guerra Fria para tentar conter a União Soviética,
não se aplica aqui. Não vamos deixar o Irã conseguir uma bomba nuclear e
depois tentar contê-lo. Terceiro, ambos concordam que cada país tem
independência de ação. O próprio Obama disse entender que Israel tem o
direito de tomar suas próprias decisões, baseadas em seus próprios temas
de segurança. Israel reconhece que os EUA têm a mesma opção. Há um tema
que os separa que é quanto tempo cada país tem para reconhecer uma
opção militar. Os EUA são uma superpotência, com capacidade militar
extraordinária, incluindo na região em torno do Irã. Eles têm mais tempo
para considerar uma opção militar do que o Israel, que é um país menor,
com menor capacidade militar. Eu não chamo de diferença de opinião, é
uma diferença de fatos. Israel não tem tanto tempo para dizer: "vamos
ver como as sanções econômicas funcionam, vamos ver como diplomacia
funciona, e daí vamos tomar nossa decisão". O assunto principal que está
sendo discutido entre Washington e Jerusalém é como lidar com esta
diferença.

Mas Israel é muito crítico ao que eles chamam de insistência dos EUA
de apostar em sanções e pedem que Washington estabeleça um parâmetro
menos permissivo com Irã para pensar na opção militar. O que pode ir
além das sanções, mas ainda sim não ser uma ação militar?


Houve decisões tomadas recentemente, decisões muito importantes pela
União Europeia, de impor sanções financeiras. Nós temos ainda alguns
meses até estas sanções efetivamente fazerem efeito. Os EUA estão
trabalhando duro para persuadir outros países, especialmente os
asiáticos, Índia e China, a não se aproveitar das sanções europeias para
comprar petróleo mais barato do Irã e sim parar de comprá-lo e
fortalecer as sanções. O Irã já está em dificuldade, a moeda está se
desvalorizando, a inflação aumenta e cada vez mais iranianos procuram
dólares. Israel e EUA estão se entendendo sobre como lidar com estes
próximos meses. Eu estou muito otimista com isso.


geraldo_3#90

O sr. acha que Obama está disposto a arcar com as consequências de um eventual ataque ao Irã?

A opção militar é a última opção, mas é importante, contudo, que a opção
militar seja crível. Não crível para você ou para mim, mas para o Irã.
Os líderes do Irã precisam ser persuadidos que, se necessário, os EUA,
Israel ou algum outro país vão estar preparados, independentemente das
experiências em outros países. A melhor chance é persuadir os líderes
iranianos que se eles não negociarem seriamente, as opções serão
catastróficas. Não é que alguém queira guerra, ninguém quer guerra, mas
pode ser a única chance de convencer o Irã a sentar na mesa e negociar
seriamente e de maneira sincera, o que eles não fizeram até agora. Se a
opção se tornar bombardear o Irã ou uma bomba iraniana, não há dúvida de
que os EUA, Israel e outros países vão dizer não à bomba iraniana e é
importante entender porque. As pessoas que dizem que podemos viver com
uma bomba iraniana, falham em entender as suas consequências.

Quais seriam?

Primeiro, que Irã poderia usar a bomba um dia. As pessoas não devem
fingir que entendem o regime iraniano. Se você não entende a teologia do
regime iraniano, se não entende a escatologia do regime iraniano, você
não entende como o regime iraniano sacrificou centenas de milhares de
crianças na guerra contra o Iraque nos anos 80. Você não pode aplicar as
mesmas regras que se aplicariam em [um confronto entre] Brasil e
Argentina. Em segundo lugar, você não precisa usar a bomba para ter o
poder. Somente ter a bomba ou a capacidade de construir a bomba, congela
seus vizinhos. O que aconteceu, por exemplo, quando centenas de
foguetes foram disparados de Gaza a Israel? Israel respondeu, como
deveria, mas e se depois que os foguetes fossem lançados, o Irã mandasse
um alerta de que, se Israel reagisse, haveria consequências do Irã? E
lembre, esse é um Irã com capacidade de ter bomba nuclear e um sistema
de mísseis. O que Israel faz? Terceiro, os países que cercam o Irã,
seriam forçados a se submeter ao Irã. Quarto, a Arábia Saudita, Egito,
Turquia tentariam obter a bomba nuclear. Você teria uma corrida
armamentícia na região mais volátil e perigosa do mundo. Finalmente, e
se o Irã decidisse dividir a tecnologia com Hamas, Hizbollah, e se
dividisse com seu amigo presidente [Hugo] Chávez, na Venezuela? Se o
regime iraniano tivesse a bomba ou a capacidade de fabricar a bomba, não
é só sobre os EUA, Israel, afeta o Oriente Médio, afeta a questão
energética, afeta o mundo árabe, é sobre terrorismo, é sobre dividir
tecnologia com outros países. É inimaginável e os riscos não poderiam
ser maiores.

Em discurso recente, o provável candidato republicano à Casa Branca,
Mitt Romney, condenou o governo Obama por querer mais tempo para as
sanções contra o Irã funcionarem e falou em aumentar pressão sobre os
líderes iranianos. Caso o republicano vença, o sr. espera uma mudança na
política americana na região?


Não importa quem for o próximo presidente, democrata ou republicano, eu
espero que a política americana permaneça consistente nas grandes
questões. Primeira, "não" à bomba iraniana porque ela seria um
desenvolvimento profundamente perigoso regional e globalmente, "não" à
contenção como opção política para lidar com o prospecto de uma bomba
iraniana, "sim" para a coordenação próxima com os aliados americanos,
incluindo, claro, Israel, e "sim" para uma opção crível militar embora,
para ser claro, é absolutamente a última escolha política de todo mundo.

Depois do último esforço americana para mediar as conversas de paz em
2010, as negociações entre Israel e os palestinos parecem estar
congeladas. Como fazer para retomar o esforço e avançar?


No AJC, nós acreditamos firmemente no acordo de dois Estados entre
israelenses e palestinos. Não há alternativa viável. Ambos os povos
estão lá para ficar, mas a única forma de obter um acordo duradouro é
através de negociações diretas entre as duas partes. Claro que as
conversas não serão fáceis. Como poderiam ser, diante da dificuldade dos
assuntos envolvidos e a intensidade dos sentimentos de todos os lados?
Dito isso, desde 2000, quatro premiês consecutivos de Israel apoiaram
publicamente o acordo de dois Estados e reconheceram o doloroso --e
estrategicamente arriscado-- compromisso territorial envolvido.

Brasileiros, vindos de um vasto país, podem ter dificuldade de imaginar o
espaço constrito do qual estamos falando, o que apenas deixam as
negociações mais complexas. Tragicamente, o lado palestino refutou, no
fim, cada chance de avançar nas negociações e alcançar um acordo final.
Você não pode fazer paz consigo próprio. Você precisa de um parceiro.
Israel ainda está esperando. Eu posso apenas torcer que a espera não
seja muito longa.

Recentemente, nós presenciamos outro episódio de tensão militar entre
Israel e Gaza. Depois de dias de ataques, 25 pessoas morreram. O sr.
acredita que uma guerra, como a que vimos em 2008, pode acontecer
novamente?


Para começar, não foi apenas um outro episódio de tensão militar entre
Israel e Gaza. Em 2005, Israel saiu completamente de Gaza, dando aos
moradores locais a primeira chance de autogovernança. Hoje, Israel busca
apenas uma coisa, tranquilidade em sua fronteira com Gaza. Mas quem
está no controle em Gaza? Hamas. e o que o Hamas procura? Um mundo sem
Israel. Então quando mísseis são lançados de Gaza para Israel ou ataques
terroristas planejados em seu território, Israel, como qualquer outro
país soberano precisa proteger seus cidadãos. Quanto à chance de um novo
conflito, depende se o Hamas vai continuar a focar na destruição de
Israel em vez da construção de Gaza.

caesar#91
Mais uma análise excelente! Interessante confrontar : na visao do Baer, o Iran organizou o mundo islâmico e o chiismo têm hierarquia, tem organizaçao, enquanto os sunnitas sao desorganizados e loucos. Segundo ele, o Iran parou os ataques terroristas no Libano e trasnformou o Hezbollah numa força politica legitima e no primeiro exército capaz de bater Israel. Segundo ele, o mundo Árabe está em ruinas, os sunnitas nao tem como organizéa-lo, a Árabia Saudita é um pais insignificante e a única força realmente capaz de pôr ordem naquela bagunça é o Iran...segundo ele, os EUA deveriam negociar e mudar sua posiçao...mas, a questao da bomba é complicada. Concordo com a análise acima e infelizmente, mesmo que seja pra inaugurar uma nova era de sangue, os EUA e ISrael vao atacar. Hobana nao pode fazer isto antes de ter certeza de continuar na Casa BRanca. Mas uma vez decidida a eleiçao, seja Obama ou Mit, um ataque é provável. Ele exagera qdo diz que o Iran poderia dividir esta technologia com outros...ninguém divide poder. Veremos...infelizmente os EUA nunca souberam lidar com o Iran e duvido que vá mudar!!
fortunatta#92
  • Una mujer indignada a Ahmadineyad: 'Tengo hambre'

    18 ABR 2012

    Durante una acto político una mujer
    logró subirse al capó del vehículo del mandatario iraní para contarle
    sus problemas económicos.


  • El presidente iraní, Mahmud Ahmadineyad, no se imaginaría que lo que en un principio era una marcha política por las calles de la ciudad de Bandar-Abbass,
    que visitó la semana pasada, se convirtiría en un acto desesperado
    donde los ciudadanos mostraron su desesperación al mandatario iraní.


    Aunque el gesto de Ahmadineyad no mostraba la tensión del momento, en
    el que una turba de ciudadanos cabreados y desesperados le gritaban e
    insultaban airadamente, el mandatario intentaba sobrellevar la situación
    con sonrisas y saludos a sus conciudadanos.


    El momento más tenso se produjo cuando una mujer se acercó al coche que
    transportaba al mandatario y al equipo de seguridad y subió sobre al
    capó del vehículo para increpar a Ahmadineyad. Aunque los guardaespaldas
    trataron de impedir su objetivo agarrándole del hiyab la mujer logró
    acercarse al presidente para explicarle sus problemas. "Ahmadineyad, tengo hambre", gritaba.


    El presidente iraní interactuó con la mujer indignada y le emplazó a bajar del coche.

fortunatta#93
caesar#94
Pois é, o povo é esperto..se chegassem protestando, levariam porrada..mas qdo vc pede comida e diz que tá passando fome, o que se pode fazer? A verdade, é que o Ahlmadinejad nao manda nada...ele é apenas o testa de ferro dos lideres religiosos e da Guarda revolucionária. Enquanto for útil, fica! 
fortunatta#95
Israel teme un acuerdo secreto entre Obama y Ahmadineyad
    19 ABR 2012 | http://gaceta.es/

    La no exigencia a Irán de cumplir los puntos de un acuerdo entre Estados Unidos e Israel hace sospechar a Netanyahu que ya se ha llegado a algún entendimiento a sus espaldas.

La división fundamental sobre el conflicto con Irán entre el presidente de Estados Unidos, Barack Obama, y el primer ministro israelí, Benjamín Netanyahu, salió a la luz el pasado lunes 16 de abril cuando altos funcionarios israelíes cercanos a Netanyahu acusaron directamente al presidente norteamericano de incumplir unos acuerdos suscritos entre los dos países antes de las conversaciones de Estambul sobre el país persa.

Más allá de la puesta en escena interpretada en la ciudad turca, Israel denuncia que Estados Unidos e Irán habrían llegado a varios acuerdos secretos tras haberse reunido clandestínamente en París y Viena.

Las suspicacias ya aparecieron el domingo cuando Netanyahu afirmó que Estados Unidos y las potencias mundiales habían llegado a un acuerdo para continuar las conversaciones en Bagdad el próximo mes de mayo, con lo que se había dado un respiro de cinco semanas a Irán para continuar enriqueciendo uranio sin restricciones.

La respuesta de Obama no se hizo esperar. En una rueda de prensa al final de la Cumbre de las Américas en Cartagena de Indias comentó brevemente: "Podría pensarse que les hemos dado algo de cancha y esto podría significar que Irán ha conseguido algo, pero no se olviden que ahora están sufriendo sanciones que no serán nada con lo que tendrán que sufrir si no salen adelante las conversaciones".

He aquí el punto en el que Israel acusa a Estados Unidos de engañarles. Tal y como publicaron algunos medios israelíes a principios de abril, Tel Aviv y Washington habían suscrito un principio de acuerdo antes de la reunión de Estambul en el que se permitíría a Irán a mantener 1.000 centrifugadoras para el enriquecimiento de bajo nivel de uranio hasta el 3,5 por ciento de pureza. Por primera vez Israel habría aceptado el principio de enriquecimiento de cualquier tipo, algo inédito hasta la fecha. Estos acuerdos, conocidos como el "acuerdo de 1.000" pretendería representar el resultado final de las negociaciones formales con Irán, un consenso en que los diplomáticos estadounidenses aspirarían conseguir en el menor tiempo posible.

Sin embargo, en la reunión de Estambul, la delegación de EE UU no presentó ninguna exigencia a los iraníes que asistieron a la primera ronda de conversaciones. De ahí las sospechas de Netanyahu.
caesar#96
Pode crer que o Obama ja entendeu que é mais vantagem pros EUA fazer um acordo, mas, pra Israel, a coisa nao vai nada bem...acho que está chegando a hora pra Israel de entender que as coisas mudaram e que terao de fazer concessoes. O dificil noentando é ter certeza que se pode mesmo fazer um acordo com o Iran...e será que eles aceitariam como condiçao de um acordo nao atacar Israel? Veremos!
ayrton#97
cesar#98
[url]/Main#Profile?uid=2550191970516022724[/url]:
http://g1.globo.com/mundo/fotos/2012/06/imagens-do-d…html#F465587
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http://g1.globo.com/mundo/fotos/2012/06/imagens-do-d…html#F465587
um estudante venezuelano que estava em um dos protestos contra o huguito também fez a mesma coisa.
ayrton#99
Nobel da Paz faz alerta sobre Ahmadinejad.

VÍDEO - Shimon Peres: Iran wants to 'govern the Middle East
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http://video.foxnews.com/v/1686273731001/shimon-pere…ist_id=87485
caesar#100
Ayrton, nao há nada novo nisto, pois o Iran realmente quer controlar o Oriente Médio e talvez seja o único pais que possa fazê-lo...a questao é, por quê os EUA estao esperando sentados e teimosos, quando deveriam fazer uma aliança com eles, para diminuir a influência chinesa e russa na regiao? Poderiam fechar um acordo que ptotegesse Israel e as rotas de petróleo, que é o que interessa na verdade. Até quando eles vao insistir em nao ver que o único pais que pode botar ordem naquilo éo Iran? O Egito está um caos, o Iraque nao existe mais, a Arábia Saudita nao da conta nem de controlar as divisoes internas...sobra o Iran!!!

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