O Fantástico deste domingo trouxe uma reportagem onde uma personagem da nova novela das oito faz um aborto e vai parar em "estado gravíssimo num hospital público" (mensagem: liberemos o aborto e coisas terríveis assim não mais acontecerão).
A reportagem prossegue:
"Antes de recorrer a um aborto clandestino, Fátima chegou a procurar um médico, mas ele disse que não podia fazer nada por ela.
“Hoje isso é inaceitável, como postura médica”, critica Osmar Osmar Colás (ginecologista e obstetra entrevistado pelo Fantástico). E prossegue na sua sapiência:
“A orientação mais importante: eu não posso fazer o aborto, mas assim que a senhora terminar, me procure imediatamente ou procure um pronto-socorro e avise o pronto-socorro: ‘eu acabei de fazer um aborto”, recomenda Osmar.
Em suma: um médico se recusar a praticar um aborto é "uma postura inaceitável".
sobre o tema, recorrente mais uma vez: digo o mesmo que disse em tantos outros tópicos: sou contra o aborto, exceto nos dois únicos casos previstos na lei brasileira: risco de morte para a mãe e estupro.
Meu objetivo ao criar o tópico foi mostrar como a Globo anda pari passu com o projeto petista de liberação do aborto. A novela traz o drama: adolescente ingênua e coitadinha é abandonada pelo namorado egoísta e a sociedade malvada não a deixa abortar. A pobrezinha procura ajuda, mas o médico retrógrado se recusa a matar o concepto. Ela, coitadinha, faz um aborto clandestino e vai parar no pronto-socorro em estado grave.
Se isso não é campanha pra liberar geral, então eu não sei o que é. A reportagem ecoa o discurso petista: planejamento reprodutivo e questão de saúde pública.
A afirmação beira a apologia ao crime. O que ele sugere é que o médico a quem é solicitado um aborto não o faça, mas que tome o aborto como algo natural e inevitável e dê conselhos para um aborto seguro..
É como se eu, advogado, dissesse para um consulente: "Olha, não posso tomar parte do homicídio que você planeja, mas não se esqueça de passar aqui depois de matar para que eu tome as medidas jurídicas necessárias para a sua liberdade!"
E pensar que no juramento de Hipócrates esse vagabundo jure não dar nem "um conselho que induza a perda."
Gostei do texto do Mr. X, "Jovens" de 30 anos morando com os pais são REGRA. Só discordo do que ele falou da Abby. Pra mim, ela é o oposto dessa juventude boiola e narcisista.
sobre o tema, recorrente mais uma vez: sou contra o aborto, exceto nos dois únicos casos previstos na lei brasileira: risco de morte para a mãe e estupro. (2)
Vocês acompanharam a novela das 8/9? Tem algo parecido, de jovens que veem gravidez precoce como um fardo pior que um câncer e a menina busca desesperadamente uma "dotôra" para abortar.
Apesar da mãe da dita cuja dar um piti depois e ir até a delegacia acusando a mulher de carnificina, a mensagem anterior soou bem mais forte.
O estranho é que a Globo ataca de moralista ao condenar um rapaz da novela por usar anabolizantes (coisa que todo atleta faz/fez), mas com o aborto ela passa despercebido.
eu vi,falaram que o castigo para as abortistas(doenças,mortes e etc...)era coisa ruim, mais convenhamos que muito pior é matar o proprio filho uma pessoa inocente que precisava da assassina!