Gostaria de propor, aos colegas de comunidade que se dispuserem, retomar um debate em cima dos seguintes temas abaixo, já que estamos próximo às eleições. Gostaria que ficássemos restritos ao Brasil, para estudarmos o problema do país, no caso. Sem citar a todo tempo exemplos americanos, ingleses, franceses ou venezuelanos. Segue:
- Redução do número de partidos.
- Fim do voto obrigatório.
- Fim de votos fechados em quaisquer instâncias legislativas.
- Reeleição. E nº de anos de mandato de executivo, legislativo e judiciário.
- Presidencialismo / Parlamentarismo
Desculpe se é muito assunto, mas para mim parece que tudo está interligado.
Sou a favor da redução obrigatória do nº de partidos. Por meio de fusão voluntária ou extinção. Isso exterminaria pelo menos duas dezenas de partidos nanicos da esquerda. Isto também obrigaria filiados do DEM se alinharem mais à propostas de direita, bem como angariar muitos filiados ligados às idéias conservadoras de outros partidos.
Sou a favor do voto obrigatório no Brasil. Ainda. O fim do voto obrigatório hoje levaria os políticos a uma corrupção ainda maior por compra de votos, além da falta de independência de consciência eleitores em relação ao partido de situação atual de seu estado/município. Se as coisas estão funcionando bem, ninguém vai votar. Se as coisas estão mal, muitos irão às urnas. Nisso a militância esquerdopata é especialista. Barack Obama ganhou por isso.
A favor do fim dos votos fechados.
A favor de reeleição para presidente. Contra a reeleição de governadores e prefeitos e mandato de 4 anos. Quanto aos deputados e senadores preciso pensar. Vereadores para mim deveriam ser extintos. Não são úteis para nada e causam um ônus gigante ao erário.
Para o Brasil, tem que ser presidencialismo. Não confio nos legisladores brasileiros ao ponto de lhes dar o poder.
Diminuir o número de deputados a 3 por estado é absurdo. Não dá, cara. Isso acabaria com toda a representatividade federativa. Se São paulo tem 70 deputados e o Tocantins tem 8 é porque em São Paulo tem muito mais gente que no Tocantins. O número de deputados deve ser proporcional ao número de eleitores em cada unidade da federação. Alías São Paulo é o único estado prejudicado, pois deveria ter 120 deputados, e não 70. E estados como Acre e Tocantins deveriam ter 4 ou 5. Mas a lei brasileira limita o número máximo à 70 e mínimo à 8 representantes.
Quanto ao número de senadores eu concordo. Talvez não para 1, mas para dois por estado. Seria melhor para representar situação e oposição.
Em tempo: À câmara dos deputados é função representar o povo, ou seja, os eleitores. Ao senado cabe defender as unidades da federação, cada um com seu estado. Mais no Brasil tudo se mistura mesmo.