Estados Unidos -
Estudo conduzido pela FAIR - Federation for American Immigration Reform, mostra que a imigração ilegal custa cerca de US$118 bilhões aos cofres públicos americanos. O estudo é o "primeiro e mais detalhado olhar sobre os custos da imigração ilegal já feito", diz Bob Dane, diretor de comunicações da FAIR.
O relatório da FAIR afirma que há duas escolhas no debate de imigração: "Uma escolha é perseguir uma estratégia que desencoraja futura imigração ilegal e cada vez mais diminui a atual população estrangeira ilegal através de negação de oportunidades de emprego e deportações. A outra escolha repetiria a decisão infeliz feita em 1986 para adotar uma anistia que convidava novos fluxos de imigração ilegal".
O relatório afirma que um novo plano de anistia não aumentaria significativamente as receitas de impostos e ainda aumentaria maciçamente os gastos com o Social Security e despesas de assistência públicas.
O maior custo do governo com imigração ilegal, segundo o estudo, é de US$52 bilhões gastos para educar as crianças de ilegais. "Quase todos aqueles custos são absorvidos pelo Estado e governos locais", declara o relatório.
O estudo ainda chega a fazer a análise dos custos da imigração ilegal para cada estado americano. No Texas, por exemplo, o custo adicional de imigração, US$16,4 bilhões, é igual ao atual déficit do estado; na Califórnia, o custo adicional da imigração ilegal, US$21,8 bilhões, é US$8 bilhões a mais que o déficit orçamentário daquele estado; e, em Nova Iorque, o déficit de US$6,8 bilhões é quase 2/3 do custo anual de US$9,5 bilhões com imigrantes ilegais, de acordo com Jack Martin, o economista que completou o estudo.
O relatório informou que o governo federal pagou US$28,6 bilhões em custos relacionados com ilegais, e governos estaduais e locais pagaram US$84,2 bilhões em um estimado de 13 milhões de residentes sem documentação. Em seu discurso, Obama disse que eram "apenas" 11 milhões.
Estudo conduzido pela FAIR - Federation for American Immigration Reform, mostra que a imigração ilegal custa cerca de US$118 bilhões aos cofres públicos americanos. O estudo é o "primeiro e mais detalhado olhar sobre os custos da imigração ilegal já feito", diz Bob Dane, diretor de comunicações da FAIR.
O relatório da FAIR afirma que há duas escolhas no debate de imigração: "Uma escolha é perseguir uma estratégia que desencoraja futura imigração ilegal e cada vez mais diminui a atual população estrangeira ilegal através de negação de oportunidades de emprego e deportações. A outra escolha repetiria a decisão infeliz feita em 1986 para adotar uma anistia que convidava novos fluxos de imigração ilegal".
O relatório afirma que um novo plano de anistia não aumentaria significativamente as receitas de impostos e ainda aumentaria maciçamente os gastos com o Social Security e despesas de assistência públicas.
O maior custo do governo com imigração ilegal, segundo o estudo, é de US$52 bilhões gastos para educar as crianças de ilegais. "Quase todos aqueles custos são absorvidos pelo Estado e governos locais", declara o relatório.
O estudo ainda chega a fazer a análise dos custos da imigração ilegal para cada estado americano. No Texas, por exemplo, o custo adicional de imigração, US$16,4 bilhões, é igual ao atual déficit do estado; na Califórnia, o custo adicional da imigração ilegal, US$21,8 bilhões, é US$8 bilhões a mais que o déficit orçamentário daquele estado; e, em Nova Iorque, o déficit de US$6,8 bilhões é quase 2/3 do custo anual de US$9,5 bilhões com imigrantes ilegais, de acordo com Jack Martin, o economista que completou o estudo.
O relatório informou que o governo federal pagou US$28,6 bilhões em custos relacionados com ilegais, e governos estaduais e locais pagaram US$84,2 bilhões em um estimado de 13 milhões de residentes sem documentação. Em seu discurso, Obama disse que eram "apenas" 11 milhões.