Mais uma do queniano safado:
"07/07/2010
White House Backs Kenyan Constitution Allowing Abortion
The Obama administration is offering incentives to Kenya to approve a controversial new constitution that would legalize abortion for the first time, promising that passage will "allow money to flow" into the nation's coffers, including U.S. aid.
(...)"
http://www.foxnews.com/politics/2010/07/06/white-hou…t=latestnews
Putz, pus o link no primeiro post...
Mas o tópico ficou... O orkut é meio imprevisível! 😄!
Bem, a bola da vez no atual cenário americano é uma monstra assassina chamada Elena Kagan, nomeada por Mubarack para a Suprema Corte americana - e cuja ocupação anterior era fazer lobby junto a organizações para que se posicionassem A FAVOR do chamado "partial birth abortion", aquele terror no qual um médico suga parcialmente o cérebro de um feto a termo via uma cânula, para facilitar a sua expulsão.
Durante o goiverno Clinton - evidentemente - a referida monstra escreveu um memorando no qual ela alterava a opinião dos experts do American College of Obstetricians and Gynecologist, que era a de que tal procedimento é injustificável em QUALQUER CASO, ou seja: a referida organização textualmente disse que "could find no medical reason why the partial-birth abortion procedure would ever be used to protect a woman's life or health". Posteriormente, o ACOG reiterou a mesma afirmação, dizendo mais uma vez que os médicos "could identify no circumstances under which this procedure . . . would be the only option to save the life or preserve the health of the woman.”
Esta declaração seria um golpe nas pretensões de Clinton e da monstra e do resto dos monstros, que, para MANTER a referida e horrenda prática, usavam o pretexto de que ela seria "muitas vezes" o "único modo" de "salvar a vida das mulheres". Nas palavras da própria assassina mengeliana: "This, of course, would be disaster -- because ACOG continues to oppose the legislation” .
De modo que ela resolveu sugerir que se ALTERASSE a declaração do Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia, e ainda fez uma lista de sugestões a respeito de COMO esta declaração enfática poderia ser MODIFICADA, através do uso de outros termos, para que parecesse ser O CONTRÁRIO do que ERA - e a versão REVISADA saiu como se partial birth abortion may be the best or most appropriate procedure in a particular circumstance to save the life or preserve the health of a woman."
Ou seja, o EXATO CONTRÁRIO.
EXISTE o documento manuscrito da monstra com as "sugestões", e até com a declaração do ACOG alterada da forma como acabou saindo. Tudo indiscutivelmente na letra dela. O Senado americano está "examinando o caso", mas eu honestamente não sei se vão deter ou não a militante abortista.
Que aliás éw CONHECIDA por suas posições radicais a respeito do tema aborto e a respeito de juízes "tomarem a lei em suas próprias mãos" - tecendo elogios a "judges who took the law into their hands and twisted it for a desired outcome rather than relying on the people through their elected officials.
A mesma monstra é, naturalmente, uma fervorosa defensora da clonagem humana e do "suicídio assistido". E é essa aí que a cúpula novordista, via seu peão Mubarack, botou como juíza da Suprema Corte Americana. Tão pensando que Mubarack está lá à toa? Que tiveram aquele trabalhão todo e gastaram aquela fortuna toda pra ele não mostrar serviço? Foi pra ISSO que ele foi posto lá, é claro...
Bom. O povo americano está reagindo, como se pode ver em diversos sites. Mas o que acontecerá, não sei.
Conheça um dos sites onde é feita a oposição ao Mengele de saias - quer dizer, mais ou menos de saias: diz-se que ela também é homossexual. O que a rigor é irrelevante, mas de qualquer forma é um DADO.
Elena Kagan é ainda uma defensora do uso de Legislação Internacional - em detrimento de leis americanas baseadas na Constituição americana: um MONUMENTAL golpe em TODO O SISTEMA JURÍDICO americano.
Respondendo ao senador por Iowa Chuck Grassley, que lhe perguntou se ela usaria essas leis internacionais na decisão de casos, Kagan afirmou que "there are a number of circumstances when foreign law might be appropriate".
Como parte desta ação coordenada, Elena Kagan foi a responsável por alterações curriculares que, em 2006, tornaram a cadeira "Legislação Constitucional" OPCIONAL para os estudantes de Direito da Harvard Law School, e introduziram como OBRIGATÓRIA a cadeira de "Direito Internacional e Legislação Comparativa".
Ou seja: a oranga novordista está implementando o plano de DESVINCULAR a lei americana da Constituição americana, e vinculando-a à lei INTERNACIONAL, que será o ÚNICO sistema jurídico a legislar sobre o mundo.
A colocação de Mubarack na Casa Branca teve uma importância estratégica IMENSA. O avanço dos objetivos novordistas conseguido através desta ação AINDA não pode ser inteiramente avaliado. É algo monumental, o conjunto coordenado de ações.