Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Organização de Manifestações

Iniciado por bernardo_3 em 11/07/2010 · 8 mensagens

bernardo_3#1
Como o Olavo disse, é preciso um trabalho de militância. Não basta ficarmos pregando idealismos vazios ou reclamando da situação em torno. É preciso fazer um trabalho junto ao povo, às massas.

A tal direita não possui uniformidade ideológica. E tampouco há partidos de direita com alguma expressão no nosso país. Então a primeira militância, o trabalho urgente tem que ser um trabalho negativo: de denúncia, de oposição à esquerda.

Penso, pois, que seria importante começarmos a organizar manifestações públicas, passeatas em todas as capitais, tal como fez o movimento do Tea Party, nos EUA. A nossa oposição tem que ser, antes de tudo, ao movimento revolucionário; em particular, a sua forma mais desenvolvida por nossos lados: o movimento comunista, cuja expressão maior é o Foro de São Paulo.

O primeiro objetivo seria conseguir fazer manifestações simultâneas em todas as capitais do país. A data ideal, ao meu ver, seria na metade de setembro: daria tempo de organizá-las e também não seria tão perto da eleição. (Se for muito perto da eleição, pode haver muita resistência em se divulgar essas manifestações, pois os jornais não querem ser vistos como membros de campanha da oposição.)

O ideal não é fazer apenas uma manifestação, mas várias. A primeira é a mais difícil, pois não se dispõe ainda dos materiais de divulgação (placas, faixas etc.).

COMO FAZER?

Bem, esta é a pergunta de um milhão de dólares. Eu penso que, além da divulgação pela internet (orkut, twitter, youtube etc.), é necessário fazer textos específicos para cada "grupo-alvo". Por exemplo, aos católicos, nós podemos mostrar que, qualquer um que contribua com o movimento comunista, está automaticamente excomungado. E mostramos que o PT, a Dilma, o Lula etc. são comunistas. Mostramos como ele são anti-cristãos (lembrando o episódio em que o Lula se comparou ao próprio Cristo). Mostramos como eles querem o aborto, como apóiam o narcotráfico etc.
bernardo_3#2
Coisa parecida pode ser feita com os evangélicos e assim por diante.

O importante é que estes grupos religiosos são mais fáceis de acessar. Não é difícil encontrar 200 crentes evangélicos juntos: basta ir a uma igreja destas em qualquer fim de semana.

FAIXAS

Eu até já pensei em algumas faixas. Por exemplo:

VOCÊ É CONTRA O ABORTO? A DILMA É A FAVOR.

VOCÊ É CONTRA O NARCOTRÁFICO? A DILMA É A FAVOR.

VOCÊ QUER CENSURA? A DILMA QUER!

PCC e PT: tudo a ver!

O PCC ama o PT! E você?!

Além das óbvias: FORA FORO DE SÃO PAULO; PT NUNCA MAIS etc.
lrdezro#3
A partir daqui temos de dividir os nucleos de cada estado. Já adianto: moro em Salvador.
hllio#4
Opa, moro em São Paulo-SP.
hllio#5
Ah, estudo na USP, gostaria de reunir o pessoal pra um primeiro contato, quem tiver interesse, o próprio orkut pode ser o ponta pé inicial.

Formar um núcleo de estudos na USP seria uma coisa incrível, logo a USP, o epicentro comunista brasileiro, o berço da lavagem cerebral nacional.

É isso pessoal, estamos a postos, prontos dispostos a lutar!
hllio#6
kkkkkkkkkk

Os caras que divido ap. dizem: como vc aprecia um sujeito que ataca diariamente a universidade onde vc estuda?

Eu digo, poxa, mas se eu concordo com tudo que ele diz? Claro que vou aprenciar!

Ai dizem, então saia da USP...

Eu respondo, não, vou virar docente aqui e começar a revolução de cima!

Obs.: Foda é que sou aluno da Bioquímica (Instituto de Química), faço mestardo, o epicentro mesmo é a tal da FFLCH, lá fica a pessoal da história, letras, filosofia e outros, lá é onde a resistência é ferrenha, no nome Olavo não pode ser pronunciado.
hllio#7
Felipe, nada sei sobre a faculdade de direito, eles ficam isolado do nosso campus, o curso de direito funciona no centro da cidade, então, nunca tive contato com ninguém do curso!
andr_10#8
"Não basta ficarmos pregando idealismos vazios ou reclamando da situação em torno."
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O duro é que o Olavo recomendou fazer coisa parecida com isso. Mas não com palpiteiros amadores. Para se criar uma militância conservadora é preciso primeiro criar os intelectuais, coisa que não existe:
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"Militância, por seu lado, não se cria da noite para o dia. Ela começa com círculos muito pequenos de intelectuais que, por anos, nada fazem senão discutir e discutir, analisando diariamente, com minúcia obsessiva, uma conjuntura política na qual não têm o mínimo poder de interferir. É do seu debate interminável que emergem, aos poucos, certas maneiras de pensar e falar que, consolidadas e simplificadas em esquemas repetitivos, se tornam espontaneamente a linguagem dos insatisfeitos em geral. Quando estes aceitam a linguagem do núcleo intelectual como expressão de suas queixas (por mais inadequada que essa linguagem seja objetivamente), é então que começa o adestramento da militância propriamente dita. De início suas iniciativas podem parecer deslocadas e pueris, mas elas não visam a alcançar nenhum resultado objetivo: são apenas ação imanente, destinada a consolidar a militância. Isto é tão importante, tão vital, que todo movimento político sério tem de começar sacrificando eleições e cargos ao ídolo da solidariedade militante."

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