Como o Olavo disse, é preciso um trabalho de militância. Não basta ficarmos pregando idealismos vazios ou reclamando da situação em torno. É preciso fazer um trabalho junto ao povo, às massas.
A tal direita não possui uniformidade ideológica. E tampouco há partidos de direita com alguma expressão no nosso país. Então a primeira militância, o trabalho urgente tem que ser um trabalho negativo: de denúncia, de oposição à esquerda.
Penso, pois, que seria importante começarmos a organizar manifestações públicas, passeatas em todas as capitais, tal como fez o movimento do Tea Party, nos EUA. A nossa oposição tem que ser, antes de tudo, ao movimento revolucionário; em particular, a sua forma mais desenvolvida por nossos lados: o movimento comunista, cuja expressão maior é o Foro de São Paulo.
O primeiro objetivo seria conseguir fazer manifestações simultâneas em todas as capitais do país. A data ideal, ao meu ver, seria na metade de setembro: daria tempo de organizá-las e também não seria tão perto da eleição. (Se for muito perto da eleição, pode haver muita resistência em se divulgar essas manifestações, pois os jornais não querem ser vistos como membros de campanha da oposição.)
O ideal não é fazer apenas uma manifestação, mas várias. A primeira é a mais difícil, pois não se dispõe ainda dos materiais de divulgação (placas, faixas etc.).
COMO FAZER?
Bem, esta é a pergunta de um milhão de dólares. Eu penso que, além da divulgação pela internet (orkut, twitter, youtube etc.), é necessário fazer textos específicos para cada "grupo-alvo". Por exemplo, aos católicos, nós podemos mostrar que, qualquer um que contribua com o movimento comunista, está automaticamente excomungado. E mostramos que o PT, a Dilma, o Lula etc. são comunistas. Mostramos como ele são anti-cristãos (lembrando o episódio em que o Lula se comparou ao próprio Cristo). Mostramos como eles querem o aborto, como apóiam o narcotráfico etc.
A tal direita não possui uniformidade ideológica. E tampouco há partidos de direita com alguma expressão no nosso país. Então a primeira militância, o trabalho urgente tem que ser um trabalho negativo: de denúncia, de oposição à esquerda.
Penso, pois, que seria importante começarmos a organizar manifestações públicas, passeatas em todas as capitais, tal como fez o movimento do Tea Party, nos EUA. A nossa oposição tem que ser, antes de tudo, ao movimento revolucionário; em particular, a sua forma mais desenvolvida por nossos lados: o movimento comunista, cuja expressão maior é o Foro de São Paulo.
O primeiro objetivo seria conseguir fazer manifestações simultâneas em todas as capitais do país. A data ideal, ao meu ver, seria na metade de setembro: daria tempo de organizá-las e também não seria tão perto da eleição. (Se for muito perto da eleição, pode haver muita resistência em se divulgar essas manifestações, pois os jornais não querem ser vistos como membros de campanha da oposição.)
O ideal não é fazer apenas uma manifestação, mas várias. A primeira é a mais difícil, pois não se dispõe ainda dos materiais de divulgação (placas, faixas etc.).
COMO FAZER?
Bem, esta é a pergunta de um milhão de dólares. Eu penso que, além da divulgação pela internet (orkut, twitter, youtube etc.), é necessário fazer textos específicos para cada "grupo-alvo". Por exemplo, aos católicos, nós podemos mostrar que, qualquer um que contribua com o movimento comunista, está automaticamente excomungado. E mostramos que o PT, a Dilma, o Lula etc. são comunistas. Mostramos como ele são anti-cristãos (lembrando o episódio em que o Lula se comparou ao próprio Cristo). Mostramos como eles querem o aborto, como apóiam o narcotráfico etc.