Hilary White
LONDRES, Inglaterra, 15 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família)
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Sob o governo trabalhista que acabou de ser despejado da Inglaterra, o país se uniu a um sistema da UE para permitir que o governo colete dados sobre os cidadãos que expressam ou compartilham opiniões políticas “radicais”.
A medida motivou alertas de uma organização de defesa dos direitos dos cidadãos.
A ONG Statewatch (Vigiando o Estado) disse na segunda-feira que os governos europeus estão planejando forçar todas as empresas telefônicas, operadoras de redes de celular e provedores de serviço de internet a armazenar detalhes do uso de internet, emails e chamadas telefônicas de seus clientes por até 2 anos.
Sob o “sistema de coleta de dados” da UE, os ativistas rotulados pelo governo como “direitistas/esquerdistas radicais, islamistas, nacionalistas ou antiglobalização” poderão ser colocados sob monitoração, com as informações coletadas sendo disponibilizadas para as agências de polícia e segurança dos países membros.
Statewatch alertou que o sistema poderá ser aplicado não somente àqueles que estão ligados ao terrorismo, mas também a qualquer pessoa com legítimas diferenças políticas com o Estado.
Documentos confidenciais obtidos pelo Statewatch revelam que a coleta de dados originalmente projetada para mirar a “radicalização e o recrutamento” em grupos terroristas islâmicos está sendo expandida para incorporar outros grupos que em grande parte não estão definidos. A Europol, uma agência policial da UE, já foi requisitada a elaborar uma lista de pessoas envolvidas na promoção e recrutamento de tais grupos.
Statewatch disse: “O ‘sistema’ não está mirando pessoas ou grupos que tem intenções de cometer atos terroristas. Pelo contrário, esse sistema está mirando pessoas e grupos que têm opiniões radicais descritas como aqueles promovendo ‘MR’ (mensagens radicais)”.
“Quem vai usar esse ‘sistema’ colocando sob monitoração uma ampla variedade de pessoas e grupos?
LONDRES, Inglaterra, 15 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família)
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Sob o governo trabalhista que acabou de ser despejado da Inglaterra, o país se uniu a um sistema da UE para permitir que o governo colete dados sobre os cidadãos que expressam ou compartilham opiniões políticas “radicais”.
A medida motivou alertas de uma organização de defesa dos direitos dos cidadãos.
A ONG Statewatch (Vigiando o Estado) disse na segunda-feira que os governos europeus estão planejando forçar todas as empresas telefônicas, operadoras de redes de celular e provedores de serviço de internet a armazenar detalhes do uso de internet, emails e chamadas telefônicas de seus clientes por até 2 anos.
Sob o “sistema de coleta de dados” da UE, os ativistas rotulados pelo governo como “direitistas/esquerdistas radicais, islamistas, nacionalistas ou antiglobalização” poderão ser colocados sob monitoração, com as informações coletadas sendo disponibilizadas para as agências de polícia e segurança dos países membros.
Statewatch alertou que o sistema poderá ser aplicado não somente àqueles que estão ligados ao terrorismo, mas também a qualquer pessoa com legítimas diferenças políticas com o Estado.
Documentos confidenciais obtidos pelo Statewatch revelam que a coleta de dados originalmente projetada para mirar a “radicalização e o recrutamento” em grupos terroristas islâmicos está sendo expandida para incorporar outros grupos que em grande parte não estão definidos. A Europol, uma agência policial da UE, já foi requisitada a elaborar uma lista de pessoas envolvidas na promoção e recrutamento de tais grupos.
Statewatch disse: “O ‘sistema’ não está mirando pessoas ou grupos que tem intenções de cometer atos terroristas. Pelo contrário, esse sistema está mirando pessoas e grupos que têm opiniões radicais descritas como aqueles promovendo ‘MR’ (mensagens radicais)”.
“Quem vai usar esse ‘sistema’ colocando sob monitoração uma ampla variedade de pessoas e grupos?