A candidata da PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, respondeu nesta quinta-feira (22) a um artigo publicado no site da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), assinado por d. Luiz Gonzada Bergonzini, bispo de Guarulhos, na Grande São Paulo, recomendando o boicote à candidatura dela por causa da defesa do aborto nos casos permitidos por lei. Em entrevista à rádio Marano, de Garanhuns (PE), concedida hoje de manhã, Dilma avaliou que o aborto não deve ser tratado como uma questão religiosa, mas de saúde pública.
O texto do bispo, intitulado "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus", foi publicado na segunda-feira (19), mas não está mais disponível para leitura no site da CNBB. No artigo, d. Luiz diz não pertencer a nenhum partido, mas ressalta que, como bispo, "denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus, como o suicídio, o homicídio, assim como o aborto, pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender".
"Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto", diz o texto. "Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não deem seu voto à senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais 'liberações', independentemente do partido a que pertençam."
Na entrevista, Dilma afirmou que a posição de d. Luiz não representava a da CNBB como um todo. "Até onde eu sei não é a posição da CNBB", disse. Ela defendeu que o governo cumpra a lei e faça o procedimento em estabelecimento de saúde públicos nos casos estabelecidos por lei - estupro e risco de morte para a mãe.
"O que nós defendemos é o cumprimento estrito da lei, que prevê casos em que o aborto deve ser feito e provido pelo Estado", afirmou a petista, ressaltando que mulheres com melhores condições fazem abortos em clínicas, enquanto as menos favorecidas acabam recorrendo a técnicas perigosas, como o uso de agulhas de tricô.
"Não conheço nenhuma mulher que ache aborto uma coisa maravilhosa. Não se deve tratar a questão como religiosa, mas de saúde pública", afirmou. "(O bispo) parte de pressuposto incorreto. Tanto eu quanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não somos pessoas que acham que o aborto é algo para se falar que se defende. O aborto é uma violência contra corpo de mulher", disse a candidata.
1) A posição da CNBdoB é favorável ao aborto - em qualquer de suas formas?!
2) Para Dilma, o aborto não é defensável porque é um atentado contra o corpo da mulher?! A consequência lógica disso é que: o feto pra ela não é uma vida; se a mulher não considerar o aborto uma violência contra o seu corpo, poderá praticá-lo.
Se a Dilma vencer essas eleições, com tudo que está vindo à tona, pode decretar a morte da consciência moral brasileira.
Qual a posição da Igreja quando é gestação de alto risco para a vida da mãe? Quando deve-se decidir por um ou outro, segundo a Igreja quem tem preferência?
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Aceitando-se porém que tais números sejam o reflexo da realidade, vejamos o que se entende por "questão de saúde pública": se 1.000.000 de abortos são realizados anualmente, e 180 mulheres morrem, conclui-se que a porcentagem de mortes causadas pelo aborto clandestino é de 0,018%. Ou seja, de acordo com a informação oficial do governo brasileiro, a porcentagem de sobrevivência ao aborto clandestino é de 99,982%. Logo, o aborto clandestino é uma das coisas mais seguras do mundo, de acordo com o ministro da saúde.
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O sr. vote em quem quiser. No entanto, o Serra já disse repetidas vezes que é CONTRA o aborto. Aliás, essa foi uma das razões que fizeram a ICAR ter pedido aos fiéis p/ não votarem em Dilma.
"Leone
Quanta incoerência!!!!
O Estatuto da Criança determina ser dever do poder público assegurar, “com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida da criança, mediante a efetivação de políticas sociais e públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso em condições dignas de existência” (Art. 4º e 7º da Lei 8.069, de 13.07.1990).
As tentativas de legalizar o aborto colidem com esses dispositivos, que enfatizam a necessidade de o Estado propiciar ao bebê nascimento sadio. Daí porque “é assegurado à gestante, através do Sistema Único de Saúde, o atendimento pré e perinatal” (Art. 8º).
Vejam quanta insanidade! Os legisladores legislam em favor da criança que se encontra em gestação, para que, com “absoluta prioridade”, o período até o seu nascimento ocorra sem qualquer problema. Os defensores do aborto desejam eliminar a criança antes do nascimento. E querem ter o direito legal de promoverem a matança, sob os auspícios do Governo e recursos do SUS. Os abortistas querem eliminar as crianças antes do nascimento; a Lei as protege nesse período. "
Nenhum candidato vai direto ao ponto dizer que é contra o aborto. Se é contra, como a Marina, propõe um plebiscito (não é uma tática tão ruim, mas desnecessária, já que a esmagadora maioria votaria contra); se é a favor, diz que "porém, mas não sei como do porque". Ou seja: todo mundo fica escorregando. Isso é insuportável!!
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), se posicionou contra o aborto nesta quinta-feira durante pronunciamento no Palácio dos Bandeirantes, após receber o papa Bento 16. "Ninguém pode ser a favor do aborto. Apesar disso, a questão deve ser discutida no País, mas não acredito que aqui seja o momento, com a visita do papa e do presidente, de o governador de São Paulo entrar neste debate", afirmou Serra.
Serra afirmou que vai entregar uma carta ao papa Bento 16 para acelerar o processo de beatificação da irmã Dulce. O processo de beatificação já esta em análise pelo Vaticano. "A irmã Dulce merece ser uma santa brasileira por toda uma vida de solidariedade", completou.
Por fim, Serra afirmou que o papa ficou impressionado com a exposição "Arte Sacra - Gênese da Fé no Novo Mundo", que será aberta ao público no dia 14 de maio, no Palácio dos Bandeirantes"
Foi realizado em Brasília, no último final de semana, o VI Encontro Nacional dos Movimentos Pró-Vida de todo o país. No encerramento do encontro foi emitida uma Declaração contra o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). O documento reforça a necessidade de se defender a vida incondicionalmente, destacando algumas diretrizes urgentes e importantes.
1 - (...)
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3 - Pregar o voto contrário ao PT e e contra Dilma Roussef, já que o PT é o "partido do aborto".
"Não é uma questão de foro íntimo [o aborto], meu, seu, da Igreja, de quem quer que seja. É algo que eu acredito que é política de saúde pública."(Brinquedo Assassino Russeff)
Destroçar a cabeça de um inocente é questão de saúde pública, mas pendurar no pau-de-arara um terrorista metido numa guerra revolucionária não é questão de segurança pública. Esses comunas...
"Veja bem, cara Dilma, ou Estela, ou Luísa, ou Vanda, não é uma questão de foro íntimo [a tortura], meu, seu, da Igreja, de quem quer que seja. É algo que eu acredito que é política de segurança pública. Não tem aquele pau-de-arara que a senhora diz ter ficado pendurada? Não era nada pessoal, certamente."