Quando o mitômano iletrado se acha capaz de comentar economia, quando o fora-da-lei se acha capaz de elucidar os meandros de um processo eleitoral democrático, quando o gabola, amigo das tiranias mundo a fora se acha capaz de costurar a paz mundial, concluímos que entender o Brasil se limita a frase erroneamente atribuída a Charles de Gaulle: O Brasil não é um país sério. Na minha frente – aba aberta e minimizada ao lado do Word – tenho a entrevista de Lula ao Jornal da Record. Divida em três blocos pelo jornalismo faceiro do Edir, a entrevista só pode ser encarada como mais um dos expedientes de humor involuntário do falso esquerdista. Lula sempre deixa suas pérolas.
Perguntado se reconhecia a ajuda para o “sucesso” da era Lula no bom caminho trilhado por FHC, Lula, respondeu que “todo mundo fez um pouco nesse país.” A partir dessa afirmação, sempre que o poste errático durante a campanha chorar suas pitangas de tortura e luta pela democracia (sic) no período da ditadura será bom lembra - lá que seu inventor vê méritos nos governos de Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel e Figueiredo. Eu também os vejo, a despeito dos comunistas mortos, a despeito da falta de liberdade. É bom que o poste aprenda rápido essa lição...
E Lula continuou a entrevista com aquele ar de mais malandro que a própria malandragem, dando aula de como deve se comportar um verdadeiro democrata. Falando do governo FHC, deu a mão à palmatória ao reconhecer que falava mal da URV e do Plano Real, e emendou desafiando o intelecto e a atenção dos telespectadores ao discorrer sobre o suicídio político de FHC. Lula falou de uma tese (??) da reeleição. Com maioria na Câmara e no Senado durante seus dois mandatos, Lula, não alterou a Emenda Reeleição. Explique-me o porquê, Mister Lula?
Perguntado se reconhecia a ajuda para o “sucesso” da era Lula no bom caminho trilhado por FHC, Lula, respondeu que “todo mundo fez um pouco nesse país.” A partir dessa afirmação, sempre que o poste errático durante a campanha chorar suas pitangas de tortura e luta pela democracia (sic) no período da ditadura será bom lembra - lá que seu inventor vê méritos nos governos de Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel e Figueiredo. Eu também os vejo, a despeito dos comunistas mortos, a despeito da falta de liberdade. É bom que o poste aprenda rápido essa lição...
E Lula continuou a entrevista com aquele ar de mais malandro que a própria malandragem, dando aula de como deve se comportar um verdadeiro democrata. Falando do governo FHC, deu a mão à palmatória ao reconhecer que falava mal da URV e do Plano Real, e emendou desafiando o intelecto e a atenção dos telespectadores ao discorrer sobre o suicídio político de FHC. Lula falou de uma tese (??) da reeleição. Com maioria na Câmara e no Senado durante seus dois mandatos, Lula, não alterou a Emenda Reeleição. Explique-me o porquê, Mister Lula?