O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é o grande responsável pela incontrolável onda de delinquência juvenil que o país vive.
Trata-se de uma lei que não reflete a realidade das famílias do país. Diversas pesquisas comprovam que o brasileiro é um povo religioso e conservador. Entretanto, o Estatuto da Criança e do Adolescente é o avesso da realidade faminiar nacional.
É uma lei imoral, que veio pronta da ONU, de acordo com critérios completamente fantasiosos, tirados das cabeças de meia dúzia de iluminados que se auto-concederam o direito de ditar às nações a maneira como suas crianças devem ser formadas: sem quaisquer valores morais, sem qualquer ética religiosa, e mergulhadas em gnosticismo materialista.
Após a promulgação do ECA, os crimes cometidos por menores atingiram patameres inimagináveis há 20 anos. Entretanto, essa lei proíbe até mesmo que esses crimes sejam denominados "crimes", referindo-se eufemisticamente a eles como "ato infracional". O ECA comete violência psicológica com as pessoas, proibindo-as de dar às coisas os nomes que elas sempre tiveram ao chamar o criminoso com menos de 18 anos de "infrator".
O número de casais violentados por essa lei, que afasta os pais do convívio com os filhos por meio de chicanas jurídicas, pouco se importando com o impacto psicológico disso na criança, é enorme. O ECA desfaz mais famílias do que o alcoolismo, pois impede a reconciliação e estigmatiza o pai diante do filho como um bandido que precisa ser retirado de casa pela Justiça.
Trata-se de uma lei que não reflete a realidade das famílias do país. Diversas pesquisas comprovam que o brasileiro é um povo religioso e conservador. Entretanto, o Estatuto da Criança e do Adolescente é o avesso da realidade faminiar nacional.
É uma lei imoral, que veio pronta da ONU, de acordo com critérios completamente fantasiosos, tirados das cabeças de meia dúzia de iluminados que se auto-concederam o direito de ditar às nações a maneira como suas crianças devem ser formadas: sem quaisquer valores morais, sem qualquer ética religiosa, e mergulhadas em gnosticismo materialista.
Após a promulgação do ECA, os crimes cometidos por menores atingiram patameres inimagináveis há 20 anos. Entretanto, essa lei proíbe até mesmo que esses crimes sejam denominados "crimes", referindo-se eufemisticamente a eles como "ato infracional". O ECA comete violência psicológica com as pessoas, proibindo-as de dar às coisas os nomes que elas sempre tiveram ao chamar o criminoso com menos de 18 anos de "infrator".
O número de casais violentados por essa lei, que afasta os pais do convívio com os filhos por meio de chicanas jurídicas, pouco se importando com o impacto psicológico disso na criança, é enorme. O ECA desfaz mais famílias do que o alcoolismo, pois impede a reconciliação e estigmatiza o pai diante do filho como um bandido que precisa ser retirado de casa pela Justiça.