Seis horas em posição de sentido e ouvindo insultos da população em frente ao Palácio da Cultura Popular de Pyongyang, capital da Coreia do Norte, foi o castigo recebido pelos jogadores da seleção nacional após a campanha na Copa do Mundo da África do Sul. O treinador da equipe, Jong Hun Kim, teve um destino diferente, mas também pouco elogiável. Ele teve que realizar trabalhos forçados.
Os detalhes da recepção nada festiva da delegação norte-coreana no retorno ao país natal foram divulgados nesta sexta-feira pelo jornal italiano La Repubblica, que obteve as informações através da agência de notícias Radio Free Asia.
A delegação foi castigada por cometer o ‘delito’ de trair a confiança do líder comunista Kim Jong-il. Jong Tae-se, estrela da equipe, foi perdoado por ter chorado durante a execução do hino nacional da Coreia do Norte, antes do confronto contra a seleção brasileira. An Yong-hak, que viajou diretamente para o Japão após o fim da competição para a equipe, também escapou da humilhação pública.
Os detalhes da recepção nada festiva da delegação norte-coreana no retorno ao país natal foram divulgados nesta sexta-feira pelo jornal italiano La Repubblica, que obteve as informações através da agência de notícias Radio Free Asia.
A delegação foi castigada por cometer o ‘delito’ de trair a confiança do líder comunista Kim Jong-il. Jong Tae-se, estrela da equipe, foi perdoado por ter chorado durante a execução do hino nacional da Coreia do Norte, antes do confronto contra a seleção brasileira. An Yong-hak, que viajou diretamente para o Japão após o fim da competição para a equipe, também escapou da humilhação pública.