Parlamentares debatem se direito a felicidade deve virar lei
A felicidade é um estado de espírito momentâneo e passageiro ou tem que ser garantida pelo Estado? O debate está aberto no Brasil, onde se questiona se a Constituição deve colocar "ser feliz" entre os direitos fundamentais.
"São direitos sociais, essenciais à busca da felicidade, a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança (pessoal e social), a proteção da maternidade e da infância e a assistência aos desemparados", diz o parágrafo que o "Movimento Mais Feliz" deseja que seja incluído na Constituição. Pelas mãos dessa organização não-governamental, o assunto chegou ao Senado, onde o senador e ex-ministro da Educação Cristovam Buarque (PDT-DF), já organizou um debate sobre a proposta.
Muitos dizem, e inclusive algumas pesquisas confirmam, que não existe um país mais feliz em toda América do Sul do que o Brasil. Só outras duas nações o superam em todo o continente - Costa Rica e Canadá. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Gallup e publicada pela revista "Forbes" no começo de junho coloca o Brasil na 12ª posição, junto ao Panamá, entre os lugares mais felizes do mundo. A pesquisa foi feita em 155 países entre 2005 e 2009 e, no caso dos brasileiros, mais da metade da população se considera "feliz" e menos de 2% diz estar "sofrendo".
A questão da felicidade é tão antiga como o homem, e países como os Estados Unidos, França, Japão e Coreia do Sul já incluíram esta palavra na própria Constituição. A felicidade é adotada cada vez mais por diversas nações como um dos principais parâmetros para medir o bem-estar de uma sociedade. O Butão, um pequeno reino do Himalaia situado entre a China e a Índia, foi pioneiro em iniciativas dirigidas a conhecer o grau de satisfação de seus habitantes e criou há duas décadas o índice da Felicidade Interna Bruta (FIB).
A felicidade é um estado de espírito momentâneo e passageiro ou tem que ser garantida pelo Estado? O debate está aberto no Brasil, onde se questiona se a Constituição deve colocar "ser feliz" entre os direitos fundamentais.
"São direitos sociais, essenciais à busca da felicidade, a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança (pessoal e social), a proteção da maternidade e da infância e a assistência aos desemparados", diz o parágrafo que o "Movimento Mais Feliz" deseja que seja incluído na Constituição. Pelas mãos dessa organização não-governamental, o assunto chegou ao Senado, onde o senador e ex-ministro da Educação Cristovam Buarque (PDT-DF), já organizou um debate sobre a proposta.
Muitos dizem, e inclusive algumas pesquisas confirmam, que não existe um país mais feliz em toda América do Sul do que o Brasil. Só outras duas nações o superam em todo o continente - Costa Rica e Canadá. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Gallup e publicada pela revista "Forbes" no começo de junho coloca o Brasil na 12ª posição, junto ao Panamá, entre os lugares mais felizes do mundo. A pesquisa foi feita em 155 países entre 2005 e 2009 e, no caso dos brasileiros, mais da metade da população se considera "feliz" e menos de 2% diz estar "sofrendo".
A questão da felicidade é tão antiga como o homem, e países como os Estados Unidos, França, Japão e Coreia do Sul já incluíram esta palavra na própria Constituição. A felicidade é adotada cada vez mais por diversas nações como um dos principais parâmetros para medir o bem-estar de uma sociedade. O Butão, um pequeno reino do Himalaia situado entre a China e a Índia, foi pioneiro em iniciativas dirigidas a conhecer o grau de satisfação de seus habitantes e criou há duas décadas o índice da Felicidade Interna Bruta (FIB).