relógio marcava meia-noite. A maior parte do país estava dormindo. Mas isso não impediu o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, de anunciar, na madrugada de 16 de julho, que a última fase da Revolução Bolivariana tinha sido colocada em andamento.
Marchando ao som do hino nacional, uma equipe se reuniu em torno do sarcófago de Simón Bolívar, o aristocrata do século 19 que libertou grande parte da América do Sul do domínio da Espanha. Eles abriram os parafusos do caixão, tiraram a tampa e uma bandeira venezuelana que cobria os restos mortais. Insones acompanharam de boca aberta a cobertura ao vivo da exumação de Bolívar pela televisão estatal, com narração do ministro do Interior, Tareck El Aissami.
Marchando ao som do hino nacional, uma equipe se reuniu em torno do sarcófago de Simón Bolívar, o aristocrata do século 19 que libertou grande parte da América do Sul do domínio da Espanha. Eles abriram os parafusos do caixão, tiraram a tampa e uma bandeira venezuelana que cobria os restos mortais. Insones acompanharam de boca aberta a cobertura ao vivo da exumação de Bolívar pela televisão estatal, com narração do ministro do Interior, Tareck El Aissami.
