Estimados amigos
Anexa você verá carta de Toni Reis, presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Transexuais e Transgêneros), dirigida ao UNICEF, que é o Fundo das Nações Unidas para a Infância.
Na carta, a ABGLT cita que já tem entendimento (que significa acordo) com a UNESCO, que é a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.
Na carta, a ABGLT cita que tem parceria com Pathfinder do Brasil, uma organização abortista com milionárias ligações internacionais. Cita também parceria com ECOS, uma organização essencialmente promotora de sexo livre para crianças e adolescentes. Conheci a ECOS pessoalmente há quase 20 e na época publicavam o boletim Transa Legal. E finalmente cita que, com o financiamento do Ministério da Educação, a ABGLT está lançando o projeto Escola Sem Homofobia.
O objetivo do projeto é combater a “homofobia” nas escolas. Essa capa de combate essencialmente promoverá a homossexualidade como normal, combatendo toda tentativa de desinibir meninos de beijarem meninos na escola, ou meninas de beijarem meninas na escola.
A atitude de dizer para as crianças que enfiar ou receber o pênis no ânus é errada será considerada “homofobia”. A atitude de encorajar essa conduta será considerada atitude positiva e antidiscriminatória.
Anexa você verá carta de Toni Reis, presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Transexuais e Transgêneros), dirigida ao UNICEF, que é o Fundo das Nações Unidas para a Infância.
Na carta, a ABGLT cita que já tem entendimento (que significa acordo) com a UNESCO, que é a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.
Na carta, a ABGLT cita que tem parceria com Pathfinder do Brasil, uma organização abortista com milionárias ligações internacionais. Cita também parceria com ECOS, uma organização essencialmente promotora de sexo livre para crianças e adolescentes. Conheci a ECOS pessoalmente há quase 20 e na época publicavam o boletim Transa Legal. E finalmente cita que, com o financiamento do Ministério da Educação, a ABGLT está lançando o projeto Escola Sem Homofobia.
O objetivo do projeto é combater a “homofobia” nas escolas. Essa capa de combate essencialmente promoverá a homossexualidade como normal, combatendo toda tentativa de desinibir meninos de beijarem meninos na escola, ou meninas de beijarem meninas na escola.
A atitude de dizer para as crianças que enfiar ou receber o pênis no ânus é errada será considerada “homofobia”. A atitude de encorajar essa conduta será considerada atitude positiva e antidiscriminatória.