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“Nós devemos invadir seus países, matar seus líderes e convertê-los ao Cristianismo”
Ann Coulter, 13 de setembro de 2001
Coulter está errada por que:
1. Mudar a cultura (e ela muda, mas muy despacito), tem que ser de dentro para fora;
2. Impor cultura leva ao pior: a reafirmação da própria cultura que querem mudar.
No primeiro caso, vejamos a Coréia do Sul que, aos poucos, deixou de ser ditadura através da influência estrangeira. Ninguém chegou lá, fincou uma bandeira e disse "mude!" A influência EXTERNA é absorvida a partir da vontade INTERNA. Ou admitimos isto ou concordamos com o conceito de “indústria cultural” neomarxista dos frankfurtianos.
Da mesma forma, não existe só uma cultura bem sucedida. Embora para mim, em muitos aspectos, os EUA têm culturaS extremamente interessantes, eles não são o único caso de nação com características culturais positivas. Poderíamos citar o Canadá que, em muitos aspectos se opõe aos EUA, Suécia etc. ... “Ah, mas são todos cristãos!” É, em que medida são cristãos? Acho muito engraçado esse papo: na mesma medida que a superioridade econômica (e há quem diga que também moral) desses países é atribuída a sua religião predominante, em outros momentos, os mesmos que o afirmam, não titubeiam ao afirmar que o cristianismo está ameaçado, que o ateísmo materialista etc. etc. conspira contra a civilização e avança blá-blá-blá... discurso contraditório esse.
O que quer que ocorra no Afeganistão, Paquistão, Índia tem a ver com suas religiões ou com tradições tribais ou ambos fatores? É complicado, numa tacada só, afirmar isto ou aquilo. Mas, com certeza a ocupação de um país (embora eu saiba que ninguém aqui afirmou isto, à exceção de Coulter alhures... não afirmaram AINDA), é só pela globalização que influências poderão ser absorvidas e sedimentadas no corpo da sociedade.
“Nós devemos invadir seus países, matar seus líderes e convertê-los ao Cristianismo”
Ann Coulter, 13 de setembro de 2001
Coulter está errada por que:
1. Mudar a cultura (e ela muda, mas muy despacito), tem que ser de dentro para fora;
2. Impor cultura leva ao pior: a reafirmação da própria cultura que querem mudar.
No primeiro caso, vejamos a Coréia do Sul que, aos poucos, deixou de ser ditadura através da influência estrangeira. Ninguém chegou lá, fincou uma bandeira e disse "mude!" A influência EXTERNA é absorvida a partir da vontade INTERNA. Ou admitimos isto ou concordamos com o conceito de “indústria cultural” neomarxista dos frankfurtianos.
Da mesma forma, não existe só uma cultura bem sucedida. Embora para mim, em muitos aspectos, os EUA têm culturaS extremamente interessantes, eles não são o único caso de nação com características culturais positivas. Poderíamos citar o Canadá que, em muitos aspectos se opõe aos EUA, Suécia etc. ... “Ah, mas são todos cristãos!” É, em que medida são cristãos? Acho muito engraçado esse papo: na mesma medida que a superioridade econômica (e há quem diga que também moral) desses países é atribuída a sua religião predominante, em outros momentos, os mesmos que o afirmam, não titubeiam ao afirmar que o cristianismo está ameaçado, que o ateísmo materialista etc. etc. conspira contra a civilização e avança blá-blá-blá... discurso contraditório esse.
O que quer que ocorra no Afeganistão, Paquistão, Índia tem a ver com suas religiões ou com tradições tribais ou ambos fatores? É complicado, numa tacada só, afirmar isto ou aquilo. Mas, com certeza a ocupação de um país (embora eu saiba que ninguém aqui afirmou isto, à exceção de Coulter alhures... não afirmaram AINDA), é só pela globalização que influências poderão ser absorvidas e sedimentadas no corpo da sociedade.