Thornton deixa claro que estava ligando para dar explicações finais. "Não vou matar mais ninguém", diz. Quando o policial pede para ele se render, Thornton diz: "esses policiais vão me matar".
"Não, eles não vão te matar. Nós só precisamos que você fique tranquilo", responde o policial. "Eu estou tranquilo, estou calmo", diz Thornton.
Diversas vezes durante a conversa ele repete as acusações de racismo na empresa, sem dar nenhum exemplo. "Eles me trataram mal desde o começo aqui." Logo, ele insinua ter escolhido um final para a tragédia.
"Quando eles me encontrarem, tudo terá acabado", diz. "Diga à minha gente que eu os amo." O policial pede que Thornton permaneça na linha. "Omar, eu realmente quero que você me ajude a resolver essa situação. Omar, Omar..." Não há resposta.
Thornton era um dos poucos negros na empresa Harford Distributors, algo confirmado por uma das funcionárias que também ligou para a polícia durante o massacre.
"Ele é um negro alto", disse a mulher enquanto tentava descrevê-lo. "É um dos poucos negros que trabalham aqui." As acusações de racismo foram negadas pela Hartford Distributors.
"Não há evidências, nas conversas com a empresa, de que tenha havido qualquer tipo de discriminação racial", afirmou um policial em uma coletiva de imprensa realizada após o massacre.
fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI460…racismo.html
"Não, eles não vão te matar. Nós só precisamos que você fique tranquilo", responde o policial. "Eu estou tranquilo, estou calmo", diz Thornton.
Diversas vezes durante a conversa ele repete as acusações de racismo na empresa, sem dar nenhum exemplo. "Eles me trataram mal desde o começo aqui." Logo, ele insinua ter escolhido um final para a tragédia.
"Quando eles me encontrarem, tudo terá acabado", diz. "Diga à minha gente que eu os amo." O policial pede que Thornton permaneça na linha. "Omar, eu realmente quero que você me ajude a resolver essa situação. Omar, Omar..." Não há resposta.
Thornton era um dos poucos negros na empresa Harford Distributors, algo confirmado por uma das funcionárias que também ligou para a polícia durante o massacre.
"Ele é um negro alto", disse a mulher enquanto tentava descrevê-lo. "É um dos poucos negros que trabalham aqui." As acusações de racismo foram negadas pela Hartford Distributors.
"Não há evidências, nas conversas com a empresa, de que tenha havido qualquer tipo de discriminação racial", afirmou um policial em uma coletiva de imprensa realizada após o massacre.
fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI460…racismo.html