Breves considerações sobre a crônica de 10.02.2007, "Por quem os sinos dobram", escrita pelo acadêmico Sr. Paulo Coelho (http://g1.globo.com/Noticias/Colunas/0,,7410,00.html).
Sr. Paulo Coelho,
Alto lá!
O que o senhor quer dizer com a frase "todos nós somos culpados" (pela trágica morte do menino João)? O senhor-acadêmico acordou com a pá virada? Andou bebendo água que passarinho não bebe ou fumando alguma coisa ilegal? Vamos lá: a criminalidade cresce na mesma proporção da impunidade, da corrupção, da mentira deslavada pregada pelos governos, da desesperança diária dos mais carentes, enfim, do descaso daqueles tantos que podem fazer algo e não fazem. Mas não de "todos", Sr. Paulo Coelho. Como exemplo, cito que há mais de seis anos sou perseguido no Banco do Brasil porque denunciei a lavagem de dinheiro da quadrilha do narcotraficante Fernandinho "Beira-Mar" naquele Instituição Financeira Federal, tanto para as autoridades públicas, como para o público em geral e, até agora, nada foi feito. Nenhum colaborador do colarinho branco da citada quadrilha está na cadeia. Alguns trabalham no BB, em altos cargos e são protegidos pelo governo LULA, o mesmo governo que no dia 07.01.2003 afastou-me dos serviços, porque se eu ficasse trabalhando onde estava iria identificar outras safadezas e irregularidades, coisa que não interessava ao "governo do mensalão, dos sangue-sugas e dos aloprados".
E, agora, vêm o senhor dizer que "todos nós somos culpados" pela tragédia que se abateu no Rio de Janeiro, com a morte da criança? O senhor pode até se sentir culpado, uma vez que escreve livros de segunda categoria, sem nenhuma aderência à realidade. Ou seja, o senhor foge da realidade do dia-a-dia e, agora vêm tentar jogar a culpa em "todos". Essa não cola, meu amigo.
Pelo menos não cola em quem têm a consciência limpa do dever cumprido para com a sociedade brasileira.
Que pode não ser o seu caso, não sei. Mas com toda a certeza esse seu papo estranho, num momento tão difícil, não deixa de ser um mau exemplo, também.
Sr. Paulo Coelho,
Alto lá!
O que o senhor quer dizer com a frase "todos nós somos culpados" (pela trágica morte do menino João)? O senhor-acadêmico acordou com a pá virada? Andou bebendo água que passarinho não bebe ou fumando alguma coisa ilegal? Vamos lá: a criminalidade cresce na mesma proporção da impunidade, da corrupção, da mentira deslavada pregada pelos governos, da desesperança diária dos mais carentes, enfim, do descaso daqueles tantos que podem fazer algo e não fazem. Mas não de "todos", Sr. Paulo Coelho. Como exemplo, cito que há mais de seis anos sou perseguido no Banco do Brasil porque denunciei a lavagem de dinheiro da quadrilha do narcotraficante Fernandinho "Beira-Mar" naquele Instituição Financeira Federal, tanto para as autoridades públicas, como para o público em geral e, até agora, nada foi feito. Nenhum colaborador do colarinho branco da citada quadrilha está na cadeia. Alguns trabalham no BB, em altos cargos e são protegidos pelo governo LULA, o mesmo governo que no dia 07.01.2003 afastou-me dos serviços, porque se eu ficasse trabalhando onde estava iria identificar outras safadezas e irregularidades, coisa que não interessava ao "governo do mensalão, dos sangue-sugas e dos aloprados".
E, agora, vêm o senhor dizer que "todos nós somos culpados" pela tragédia que se abateu no Rio de Janeiro, com a morte da criança? O senhor pode até se sentir culpado, uma vez que escreve livros de segunda categoria, sem nenhuma aderência à realidade. Ou seja, o senhor foge da realidade do dia-a-dia e, agora vêm tentar jogar a culpa em "todos". Essa não cola, meu amigo.
Pelo menos não cola em quem têm a consciência limpa do dever cumprido para com a sociedade brasileira.
Que pode não ser o seu caso, não sei. Mas com toda a certeza esse seu papo estranho, num momento tão difícil, não deixa de ser um mau exemplo, também.