Olá, meu nome é Rafael Papageorgiou, sou de Porto Alegre. Esta é a minha primeira participação nesta comunidade.
Eu gostaria de dividir com vocês algumas informações contidas no livro "Sete Mitos da Conquista Espanhola", que desconstrói uma série de visões equivocadas a respeito da conquista espanhola na América. Muitos destes mitos servem como base para a legitimação de uma série de posições políticas no continente americano atual, como anti-cristianismo, multiculturalismo, entre outras provavelmente ainda não captadas por mim. Daí a relevância de compartilhar estas informações na comunidade do Olavo.
Vou transcrever alguns trechos do capítulo que me parece mais relevante aqui:
CAPÍTULO 3 - Guerreiros invisíveis, o mito do conquistador branco.
Nas batalhas contra os povos indígenas inimigos, "(...) os conquistadores [espanhóis] tendiam a ser superados em número por seus próprios aliados nativos."
"De acordo com Ross Hassig, proeminente historiador da Conquista, o cerco e a investida finais contra a capital asteca foram empreendidos com duzendos mil aliados nativos (...)".
"Tlaxcaltecas e outros nauas e mesoamericanos nativos empenhavam-se tanto quanto Cortés (...) por explorar a situação, visando a objetivos políticos".
Em resumo, o capítulo destói o mito de que as culturas pré-colombianas eram pacíficas. Os povos ameríndios se aliavam ou lutavam contra os espanhóis conforme seus próprios interesses; um povo indígena era tão estrangeiro ao outro como o eram os espanhóis.
Cai por terra o mito infantil de que os espanhóis eram cruéis, malvados e assassinos de índios. Os índios também souberam se aproveitar muito bem da situação, muitos dos quais ocuparam altos cargos da administração.
Vale a pena ler o livro!
A referência é:
RESTALL, Matthew. Sete Mitos da Conquista Espanhola.
Eu gostaria de dividir com vocês algumas informações contidas no livro "Sete Mitos da Conquista Espanhola", que desconstrói uma série de visões equivocadas a respeito da conquista espanhola na América. Muitos destes mitos servem como base para a legitimação de uma série de posições políticas no continente americano atual, como anti-cristianismo, multiculturalismo, entre outras provavelmente ainda não captadas por mim. Daí a relevância de compartilhar estas informações na comunidade do Olavo.
Vou transcrever alguns trechos do capítulo que me parece mais relevante aqui:
CAPÍTULO 3 - Guerreiros invisíveis, o mito do conquistador branco.
Nas batalhas contra os povos indígenas inimigos, "(...) os conquistadores [espanhóis] tendiam a ser superados em número por seus próprios aliados nativos."
"De acordo com Ross Hassig, proeminente historiador da Conquista, o cerco e a investida finais contra a capital asteca foram empreendidos com duzendos mil aliados nativos (...)".
"Tlaxcaltecas e outros nauas e mesoamericanos nativos empenhavam-se tanto quanto Cortés (...) por explorar a situação, visando a objetivos políticos".
Em resumo, o capítulo destói o mito de que as culturas pré-colombianas eram pacíficas. Os povos ameríndios se aliavam ou lutavam contra os espanhóis conforme seus próprios interesses; um povo indígena era tão estrangeiro ao outro como o eram os espanhóis.
Cai por terra o mito infantil de que os espanhóis eram cruéis, malvados e assassinos de índios. Os índios também souberam se aproveitar muito bem da situação, muitos dos quais ocuparam altos cargos da administração.
Vale a pena ler o livro!
A referência é:
RESTALL, Matthew. Sete Mitos da Conquista Espanhola.