.
Olavo diz:
Setenta por cento dos produtos aí vendidos são chineses. Os dados são da revista China Business Weekly . "Se o Walmart fosse um país" – escreve Ted C. Fishman no seu recente livro China, Inc. , "seria o quinto maior mercado exportador da China, acima da Alemanha e da Inglaterra".
E não é só no Walmart: em todos os supermercados populares dos EUA, é difícil encontrar algum móvel ou eletrodoméstico barato, com marca americana, que não seja fabricado na China. Nenhum cidadão americano ignora o que isso significa: 2.900.000 vagas perdidas nas fábricas e a atrofia das velhas cidades industriais como Detroit, Cleveland, Allentown, Bethlehem e Pittsburgh.http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=3789
Eu já vi este tipo de crítica, exatamente da esquerda anti-globalização. Ora, este fato relatado pelo Olavo é para comemorar! Justamente, o que amarra países em interesses econômicos mútuos é o que evita a guerra. Disputas geopolíticas, uma nova guerra fria entre gigantes me parece lógico, mas querer ver aí algum sinal de dependência dos EUA, unilateralmente, em relação à China é não enxergar, justamente, a recíproca como igualmente verdadeira!
O influxo de capital investidor na China para os EUA se avoluma e tende a igualar ao Japão. Isto é fantástico. E me digam leitores, se o Japão hoje representa ameaça (econômica, bem entendida) aos EUA? É de complementaridade que falamos.
Irônico será o dia em que algum capital do “império do meio” financiar a estadia do Olavo nos States. Não perdemos por esperar...
Olavo diz:
Setenta por cento dos produtos aí vendidos são chineses. Os dados são da revista China Business Weekly . "Se o Walmart fosse um país" – escreve Ted C. Fishman no seu recente livro China, Inc. , "seria o quinto maior mercado exportador da China, acima da Alemanha e da Inglaterra".
E não é só no Walmart: em todos os supermercados populares dos EUA, é difícil encontrar algum móvel ou eletrodoméstico barato, com marca americana, que não seja fabricado na China. Nenhum cidadão americano ignora o que isso significa: 2.900.000 vagas perdidas nas fábricas e a atrofia das velhas cidades industriais como Detroit, Cleveland, Allentown, Bethlehem e Pittsburgh.http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=3789
Eu já vi este tipo de crítica, exatamente da esquerda anti-globalização. Ora, este fato relatado pelo Olavo é para comemorar! Justamente, o que amarra países em interesses econômicos mútuos é o que evita a guerra. Disputas geopolíticas, uma nova guerra fria entre gigantes me parece lógico, mas querer ver aí algum sinal de dependência dos EUA, unilateralmente, em relação à China é não enxergar, justamente, a recíproca como igualmente verdadeira!
O influxo de capital investidor na China para os EUA se avoluma e tende a igualar ao Japão. Isto é fantástico. E me digam leitores, se o Japão hoje representa ameaça (econômica, bem entendida) aos EUA? É de complementaridade que falamos.
Irônico será o dia em que algum capital do “império do meio” financiar a estadia do Olavo nos States. Não perdemos por esperar...