candidato comuna Plínio Sampaio defende a maconha
Plínio Sampaio defende a maconha
Folha de S.Paulo
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Apresentando-se como "o candidato do Twitter e da juventude", Plínio de Arruda Sampaio, 80 anos, postulante do PSOL à Presidência, defendeu ontem a legalização de "drogas culturais como a maconha", o direito de aborto e a união entre pessoas do mesmo sexo. O candidato propôs ainda a extinção do Senado --um "valhacouto das oligarquias", segundo Plínio.
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A uma plateia de 250 jovens durante debate na PUC-RJ, na Gávea, zona sul do Rio, Plínio questionou: "Que mal faz um baseado?" O próprio candidato respondeu: "Maconha faz mal para quem tem distúrbios psíquicos de fuga porque leva ao consumo de drogas mais fortes como o crack e a cocaína. Mas esta pessoa precisa de tratamento médico. Drogas culturais --a maconha assim como a bebida (alcoólica)-- devem ser não só liberadas como legalizadas", declarou.
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A direção do PSOL repreendeu seu candidato por ter defendido uma emenda constitucional para fechar o Senado. O partido alega que tem postulantes ao posto por todo o país. "Fui repreendido sim e agora assumo que falo em caráter pessoal", afirmou Plínio posteriormente.
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http://www.agora.uol.com.br/brasil/ult10102u782256.shtml
Plínio Sampaio defende a maconha
Folha de S.Paulo
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Apresentando-se como "o candidato do Twitter e da juventude", Plínio de Arruda Sampaio, 80 anos, postulante do PSOL à Presidência, defendeu ontem a legalização de "drogas culturais como a maconha", o direito de aborto e a união entre pessoas do mesmo sexo. O candidato propôs ainda a extinção do Senado --um "valhacouto das oligarquias", segundo Plínio.
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A uma plateia de 250 jovens durante debate na PUC-RJ, na Gávea, zona sul do Rio, Plínio questionou: "Que mal faz um baseado?" O próprio candidato respondeu: "Maconha faz mal para quem tem distúrbios psíquicos de fuga porque leva ao consumo de drogas mais fortes como o crack e a cocaína. Mas esta pessoa precisa de tratamento médico. Drogas culturais --a maconha assim como a bebida (alcoólica)-- devem ser não só liberadas como legalizadas", declarou.
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A direção do PSOL repreendeu seu candidato por ter defendido uma emenda constitucional para fechar o Senado. O partido alega que tem postulantes ao posto por todo o país. "Fui repreendido sim e agora assumo que falo em caráter pessoal", afirmou Plínio posteriormente.
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http://www.agora.uol.com.br/brasil/ult10102u782256.shtml

