Eles prometiam que não ia acontecer nada com a gente, diz refém em hotel
Segundo funcionário de hotel, suspeitos não se exaltaram durante a ação.
Dez criminosos foram detidos após intenso tiroteio em São Conrado.
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"Eles (os criminosos) prometiam que não ia acontecer nada com a gente. Eles queriam apenas negociar com a polícia e nos tranquilizaram nos dizendo que tudo ficaria bem”
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Os traficantes que "tocaram o terror" em São Conrado, dando tiros em direção à polícia e aos moradores - E NÃO PARA O ALTO COMO FOI NOTICIADO, fato evidenciado em vídeos feitos por moradores de condomínios, com celulares -, foram recebidos, na delegacia, pelos moradores da Rocinha como HERÓIS e FORAM APLAUDIDOS; "JESUS OS AMA", cantavam os favelados, aos berros:
"22/08/2010
EL PAÍS (Espanha)
La policía brasileña reduce a los secuestradores que tomaron 40 rehenes en un hotel
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El gobernador del Estado de Rio, Sérgio Cabral, y el secretario de Seguridad, Mariano Beltrame, elogiaron la actuación de los agentes que consiguieron reducir a los 10 traficantes, que cuando llegaron a comisaría fueron aplaudidos por habitantes de la favela de la Rocinha al grito de "Jesús os ama", lema de los evangélicos.
(...)"
É claro que Jesus os ama. Amava até Hitler. Mas Jesus também é JUSTIÇA!! Agora, o que deve ser feito com uma miríade de assassinos que fica dando tiro em inocentes? E na polícia? Aplaudir e berrar que "Jesus os ama"?
Vai ver que Jesus não amava as vítimas nos hotéis e na polícia.
A filhadaputice transcende o inimaginável, meu Deus do céu!!
O Brasil atravessa uma crise moral sem precedentes, e o Rio de Janeiro é o lugar onde isso fica mais evidente, infelizmente.
Hoje, não existe mais a noção de certo ou errado, tudo se tornou relativo - portanto, permitido, desde que "me favoreça" ou "me seja vantajoso".
É bem verdade que o Brasil nunca foi lá um lugar que pudesse ser considerado um exemplo de ética para o restante do mundo; tanto é assim que, por exemplo, quando alguém devolve uma carteira como dinheiro ao seu verdadeiro dono, o fato merce destaque nas primeiras páginas - como se isso não fosse uma obrigação!
Não tenho nenhuma dúvida de que o PT e a cumplicidade da mídia - cujos jornalistas em sua maioria são usuários de drogas ilícitas -, acabaram de vez com qualquer noção de moralidade, transformando isso aqui, numa terra-sem-lei.
Aqui, no Rio de Janeiro é comum moradores "do asfalto" serem amigos de bandidos dos morros - o que confere atá certo "status"-, uma promiscuidada acentuada com os bailes promovidos por traficantes fortemente armados, a partir da década de 90, e frequentados inclusive por meninas menores de idade de bairros como Copacabana e Botafogo.
Também tornaram-se fatos corriqueiros meninas de 14, 15, ou 16 anos, moradoras da Zona Sul, após misturarem-se com moradores das favelas (e até com prostitutas que frequentam os bailes funk), mudarem-se para o morro, onde são seviciadas e tornam-se amantes dos líderes traficantes; segundo relatos de delgados de Polícia, são tratadas como um troféu, ainda mais quando tem a pele alva ou são "louras" (naturais ou não).
Eu mesmo conheci um caso de uma menina de 14 anos, linda, loura e de olhos azuis, que tornou-se viciada em cocaína, depois de ser abordada diversas vezes nesses bales - acho que na Ladeira dos Tabajaras, uma favela, em Copacabana. Os traficantes oferecem primeiro bebidas alcoolicas, depois maconha...até chegar na cocaína, uma droga pesadíssima e que pode viciar com muita facilidade.
Uma vez que a vítima já está desesperada pela droga, totalmente dependente quimicamente, os bandidos fazem o que quiserem com essas garotas - muitas vezes passadas de mão-em-mão pela gangue.
Os professores esquerdistas das escolas, acabam "legitimar" toda essa nojeira passarem a lição do "politicamente correto" , à la´Foucault, segunda a qual o bandido seria na verdade a vítima, e os burgueses (os pais das meninas) os algozes.
Palavra de honra que ontem ainda eu ouvi MUITOS cariocas afirmarem o "absurdo"da polícia "ter forçado" uma situação, e diante da minha cara de estupefação alguém ainda prosseguiu: "deixa eu explicar a ela, que ela não sabe (era eu, é claro, a que "não sabia"): os caras da polícia fizeram isso sem ordem, porque deram de cara com um bando de sessenta [sic] bandidos de um "bonde" e aí resolveram, assim sem ordem mesmo, enfrentar os caras. Um absurdo!"
Diante de tamanha boa-vontade em me explicar as coisas através de um arrazoado tão lógico, só consegui proferir um "ACUMAÉ?", que é a única coisa que me ocorre em casos assim, infelizmente. Eu realmente demoro uns trinta segundos pra recuperar o fôlego. Depois é outra história. 😄!
Tenho certeza absoluta de que me acharam execravelmente antipática, arrogante, e completamente destituída de compaixão pela pobre bandidagem, que teve brutalmente interrompido seu divertimento sabatino de "fazer um bonde" sei lá aonde. Ainda bem que eu já estou acostumada e até gosto. 😄.
Imagem de benfeitor esconde longa lista de crimes de Nem
Rio - Dono da palavra final de tudo o que acontece dentro da Favela Rocinha, em São Conrado, e de nove mandados de prisão por tráfico de drogas, homicídio e lavagem de dinheiro, Antônio Francisco Bonfim, o Nem ou Mestre, possui característica incomum entre os bandidos mais procurados pela polícia do Rio: nunca foi preso — nem mesmo em ações ilegais, as ‘mineiras’.
Com 34 anos, dez de crime e cinco como o chefão das bocas de fumo mais rentáveis da cidade, o traficante tenta passar na comunidade a imagem de benfeitor, mas esconde rastro de sangue e terror.
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Investigadores estimam em cerca de mil o número de pessoas ligadas direta ou indiretamente ao tráfico da Rocinha. Policiais não se arriscam a quantificar o arsenal do ‘exército’ de Nem, mas afirmam que há pelo menos 150 fuzis em poder da quadrilha.
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Para adquirir o armamento que apavora a região durante os tiroteios, a venda de maconha, cocaína e ecstasy — única droga consumida pelo chefão — movimenta R$ 3 milhões mensais
É também com o dinheiro obtido com o crime que ele alimenta suas práticas assistencialistas.
Nem aboliu os ‘pedágios’ sobre negócios como mototáxis, ‘gatonet’, vans e venda de botijões de gás. As taxas são pagas a associações de moradores, que compram, por exemplo, 5 mil cestas básicas para distribuição aos mais carentes.
Como se fosse síndico, é o traficante que ouve as reclamações e dá solução para brigas de vizinhos. Tudo cercado de homens armados até os dentes.
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"Aqui, no Rio de Janeiro é comum moradores "do asfalto" serem amigos de bandidos dos morros"
O que me deixa puto pra caralho, de verdade, são os playboyzinhos da Barra da Tijuca querendo ser favelados ... Aí ficam cantando "proibidões", falando com gírias das favelas e até cometendo pequenos (grandes, as vezes) crimes , porque eles acham que ser bandido é onda ! Hoje , um playboyzinho daqui da Barra sabe o nome de todas as bocas de fumo e dos respectivos "donos". E os amigos o admiram por isso ! Acham que ele é "o fodão" por isso !
Essa é a cultura do nosso país. Ser bandido.
Fala sério, quando que em um país que tem o "FUNK"- entre aspas pq FUNK é James Brown - como cultura, vai ser um país de pessoas com valores morais ? Nunca.
O pior : Esses playboyzinhos que cresceram andando de Land Rover, entram pra faculdade , conhecem o Marxismo e viram comunistas ! Como pode isso ??
Esse direito penal garantista da isto e aiiii de um aluno for contra vão chamar de ignorante juridico como tu faz direito e pensa assim com este conservadorimo