É absolutamente IDÊNTICA à nossa, por todos os critérios.
O narrador mostra DIVERSAS formas de fraudá-las: e diz que,, na India, no mínimo 1.000.000 - um MILHÃO - de pessoas têm condições de fraudar o bagulhete.
E aqui, QUANTOS SERÃO?
Eu chuto DEZ MIL com condições de fazer a mesma coisa, no Brasil... No mínimo.
Uma das coisas que me deixa puto da vida é essa ignorância do brasileiro em achar que a urna eletrônica é mais confiável do que o voto no papel. NUNCA! NO VOTO DE PAPEL VOCÊ PODE FRAUDAR ALGUNS VOTOS COM MUITA GATUNICE, DIFICULDADE E PLANEJAMENTO, JÁ NA URNA ELETRÔNICA VOCÊ PODE FRAUDAR ATÉ TODOS OS VOTOS APERTANDO ALGUNS BOTÕES. Isso é apodítico!
Por mais itens de segurança que criem para aparelhos eletrônicos, eles sempre estarão em perigo, e não é um perigo qualquer, é um perigo abrangente, total e sujeito a cliques. Pegue por exemplo os computadores, eu uso o antivírus NOD 32 que foi classificado recentemente por uma conceituada empresa americana como o terceiro antivírus que melhor detecta ameaças em potencial (notícia veiculada pelo site Baixaki), mesmo assim, sempre encontro vírus no meu PC quando verifico com outro/s antivírus. Já invadiram os computadores das empresas e órgãos federais mais conceituados e seguros do mundo como Microsoft, Nasa, Pentágono etc. Qualquer técnico em aparelhos eletrônicos sabe disso e qualquer um desaprovaria tal prática.
Ah, mas o poder de quem produz as urnas e contabiliza os votos é distribuída a várias empresas idôneas e essa descentralização garante a segurança. Bom, a principio, falar de idoneidade empresarial num país onde todos os trâmites de livre mercado têm algum dedo do governo é objetivamente inócuo. Ainda mais num país que tem tanta corrupção como o Brasil.
Decisões de grande envergadura precisam ser feitas da maneira menos perigosa possível mesmo que isso atrase o processo. Não é possível trocar versatilidade e agilidade por uma possível fraude, ainda mais do TSE que se mostra um membro nada democrático da nossa frágil democracia, onde alguns candidatos têm o direito de ficar mais de dez minutos fazendo campanha nas emissoras de TV e rádio e outros candidatos ao mesmo cargo não podem ficar sequer um minuto. Ah, e ai do humorista que se atrever a trabalhar na época das eleições. O próprio fato, se não fosse trágico, seria cômico.
Esse assunto passa batido até pq nenhuma eleição presidencial depois da implementação das urnas eletrônicas foi apertada, mas quando acontecer isso...